Maximizando ideias na Tec-E-Inova

Esta semana a feira de Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação (Tec-E-Inova) movimentou o campus da Unijuí. A Usina de Ideias marcou presença no evento participando do “Escritório de Negócios”, um estande que reuniu os cursos integrantes do Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação (Dacec) e a Incubadora de Empresas de Inovação Tecnológica (Criatec). O objetivo do espaço era oferecer aos empreendedores, que visitaram a feira, serviços como pesquisa de mercado, análise de viabilidade econômica e plano de marketing/comunicação, entre outros.

Para a professora Marcia Formentini, coordenadora da Usina de Ideias, o evento foi uma oportunidade para mostrar o trabalho desenvolvido pela agência experimental de comunicação e prospectar novos clientes: “as empresas que passaram pela Tec-E-Inova puderam conhecer, por meio do nosso portfólio, as ferramentas que usamos e os serviços que oferecemos”.

A Tec-E-Inova possibilitou ainda a apresentação de projetos nas áreas de inovação e tecnologia e o debate sobre o empreendedorismo. “Esse tipo de evento traz visibilidade, na medida em que propicia o diálogo com a comunidade. Sendo este um dos papéis fundamentais da universidade”, destacou o professor Marcio Granez, coordenador do curso de Comunicação Social.

O Rádio e a TV em um mundo convergente – A comunicação também foi pauta de palestras durante o evento. Na tarde de quarta-feira, dia 30, esteve no campus da Unijuí o presidente da Associação Gaúcha de Emissora de Rádio e TV (Agert), Alexandre Gadret. Em sua fala, Gadret abordou temas como o rádio na plataforma digital, combate à ilegalidade, responsabilidade social dos meios de comunicação e a convergência dos meios, possibilitada pela internet.

O palestrante salientou também a exigência do mercado por profissionais preparados para lidar com a convergência dos meios. “Eu noto o esforço das instituições de ensino superior para adequar seus currículos, visando atender essa demanda de mercado, e preparar os acadêmicos de comunicação para esse novo momento que exige profissionais com uma formação multimídia”, afirmou o presidente da Agert.

Do caderno para a lousa em um click

É a Silvéti na área, minha gente!

Egressa do curso de Comunicação Social da Unijuí, a professora Sílvia atualmente dá aulas de fotografia.

Quem sou eu? A Sílvia. Silvinha para a maioria, Sil para poucos e Silvéti pra galera da comunicação.

O que está acontecendo? Depende do ponto de vista.

No que você está pensando agora? Em como está quente para essa época do ano.

Qual a frase do seu perfil? Queira o bem e faça o bem.

Quais são os trendingtopics do curso? Sair do quadrado e fazer a diferença.

Quem merece um Unfollow? Quem se diverte com a infelicidade alheia.

O que merece um retweet? A Fabi e a Amanda da Usina.. rsrsrs

O que você não curte? “Meu calendário” do facebook. ahbnjfasjrighkjawngfj

Qual sua Hashtag? #SEMAMOREUNADASERIA

“O que vai ficar na fotografia
São os laços invisíveis que havia…” Leoni

No próximo ano vou ter que ter fôlego para apagar quantas velinhas? 1 pros 30.

Quem não se comunica… se ferra.

E quem não cola… é descolado – dãããã

O que fazer em um dia de chuva? Dormir, acordar, perceber que continua chovendo e dormir mais um pouquinho. Falando nisso, saudades da chuva.

Como foi que a placa ‘É Proibido Pisar na Grama’ foi colocada lá? Por um ser voador.

O que nem “Ctrl + S” salva? Meu dom para cantar.

O que está tocando no seu Ipod? Preciso TER um primeiro.

 Qual filme pede uma tarde com pipocas?

“Sempre ao seu lado”. Já assisti umas 5 vezes, e chorei em todas elas.

Que book está na sua table atualmente?  Mulheres de Cabul – de Harriet Logan

O que te faz colocar a boca no trombone? O desrespeito.

Qual a sua Hora do Rush? A hora do almoço. Saio correndo pra tirar uma soneca. rsrsrs

“As cores, figuras, motivos
O sol passando sobre os amigos
Histórias, bebidas, sorrisos…” Leoni

O que anda mais abandonado que o Orkut?  A academia.

Quem merece um Oscar? O Alvin, meu cachorro.

O que te faria fugir… deste lugar baby? Quando eu ganhar na mega sena, penso.

Mais rock do que chuva!

Ao som dos Impublicáveis, da banda Donques e da Excellence, o público que  participou ontem do Domingo no Campus conferiu diversas atrações. Além de show de capoeira, teve sorteio de brindes pela Unijuí FM, um estande onde era possível tirar dúvidas jurídicas, outro que disponibilizava avaliações nutricionais, ainda era possível comprar produtos da Feira de Economia Solidária, atividades para todos os gostos. Nem o tempo chuvoso estragou a festa. Rolou mais rock do que chuva!

A banda Donques foi a primeira banda que subiu ao palco.

Os Impublicáveis – banda formada por estudantes de Comunicação Social – tocaram músicas próprias e muito rock gaúcho.

Nem a chuva espantou o público.

A banda Excellence encerrou os shows.

Segundo o diretor da Unijuí FM, Elano Beckmann, o Domingo no Campus é um evento que deu certo e veio para ficar: “Sua proposta é oferecer lazer, cultura e entretenimento gratuitos para a comunidade em geral e aproximar a comunidade da Universidade”.

O evento promovido pela Universidade e pela Rádio Educativa Unijuí FM proporcionou um domingo diferente e divertido, mas também teve espaço para a conscientização ambiental. A Usina de Ideias produziu um vídeo sobre sustentabilidade ambiental e separação de lixo, que foi veiculado durante o evento. A ideia é sensibilizar para a separação de resíduos e estimular a reciclagem.

Confira o vídeo:

É possível gerar ideias offline?

A internet é quase um órgão biológico, fundamental para a sobrevivência dos indivíduos na pós-modernidade. Sem ela, as atividades parecem perder sua sequencia diária, nosso rumo se torna indefinido. São em momentos como esse, quando por algum motivo tecnológico o homem se observa à espera de uma solução técnica para se reabilitar, que vem à mente uma das questões chaves da atualidade: como as pessoas viviam/trabalhavam sem internet?

Nas últimas semanas foram temas desse blog vários assuntos que sistematizados desembocam em um só: a internet. Nessa tarde de terça-feira, esse sofisticado meio de comunicação “resolveu não funcionar”. Contudo, até inexistindo, a internet é capaz de influenciar nossas ideias. Por isso pensamos em ver o mundo através de outro ângulo: através de olhos offline.

O que aconteceria no seu emprego se a internet “morresse”?

Seria bem mais lento?

Não existiria?

Seria menos criativo?

Seria mais feliz?

Seria difícil?

Menos trabalho?

Mais trabalho?

Seria uma aventura?

Seria mais legal?

Seria mais inventivo?

Seria…

Margarida (Produtora na Rádio São Luiz): Meu emprego se voltaria para outras atividades. Sem luz = sem trabalho; sem internet = judia, mas tem. (Aqui eles estavam trocando uns postes, daí ficamos alguns dias sem luz, umas duas horas a cada tarde, era lindo de se ver, todo mundo tomando mate e contando causo, porque não tinha o que fazer).

Jaci Moraes (8º semestre de Relações Públicas): “Acho que morria junto, desfocada”.

Daniela Benedetti de Camargo (1º semestre de Jornalismo): NADA – Tudo gira com internet no meu emprego, quando cai a internet, ficamos sem rede e quando isso acontece, não temos muito o que fazer!

 Di Fontana (músico):Sofreria apenas com a velocidade da informação, mas de resto ele se sustentaria muito bem”.

E aí, como seria se um dia sem internet se prolongasse pela eternidade?

Ligada na tomada full time

Ele está de volta!  O Photo Chopp voltou, mais embriagante do que nunca,  para garantir um pouco de diversão no início da sua semana. Para a reestreia, ninguém melhor que a fundadora dos Impublicáveis, a rainha do Saca Dúvidas da Unijuí, Melissa Gressler. Mais conhecida como Mel, ela apresenta o seu perfil “photochopppado” aqui no blog, com humor e sinceridade. E não te faz de engraçadinho com ela, tchê! Preparados? Rufem os tambores, tentem não perder a sola do sapato, o Photo Chopp está no ar…

Quem sou eu? A poetisa da destruição e consultora herbívoro-vegetativa, segundo meu amigo Roger.

O que está acontecendo? Ainda não sei. Mas espero que até os 99 anos eu saiba!

No que você está pensando agora? Pensando que preciso parar de pensar.

Qual a frase do seu perfil? “Sou pedra flor e espinho”. Traduzindo: não te faz de engraçadinho comigo, tchê!

Quais são os trendingtopics do curso? CRIATIVIDADE/CRIATIVIDADE/CRIATIVIDADE. Sabe como é, frequência é um conceito importante em planejamento de mídia.

Quem merece um Unfollow? Quem não sabe respeitar as diferenças.

O que merece um retweet? Nosso melhor sorriso!

 O que você não curte? Não curto curtas (brincadeirinha…)

Qual sua Hashtag? #OTRABALHOSEMAMORTEFAZESCRAVO

Jornaleiro (a), menino(a) do Corel ou organizador(a) de jornal mural? Sendo bonito rico e inteligente, pode ser qualquer coisa, hahahahaha!

No próximo ano vou ter que ter fôlego para apagar quantas velinhas? Fôlego de quase 20, num corpo de quase 30 prá comemorar quase 40!

Quem não se comunica… precisa contratar um profissional de comunicação!

E quem não cola… perde a sola (tipo eu na última festa da comunicação….)

O que fazer em um dia de chuva? Praticar NADISMO. Ou nudismo, como preferir.

Como foi que a placa ‘É Proibido Pisar na Grama’ foi colocada lá?

Na verdade não é uma placa, é um outdoor…. dã….

O que nem “Ctrl + S” salva? Minha cara quando acordo!

O que está tocando no seu Ipod? E pode??? Bah, sou do tempo da fita K7, sorry…

Qual filme pede uma tarde com pipocas? Pipoca? Tá loka? Pipoca engorda.Pode ser rúcula?

Que book está na sua table atualmente? A parisiense, de Ines de la Fressange. Porque cansei de ser A ijuiense…

O que te faz colocar a boca no trombone? Descaso com o meio ambiente e falta de educação de gente que acha que é gente. Boto a boca no trombone, no saxofone, na gaita e no apito! E ainda chupo cana e assovio!

Qual a sua Hora do Rush? Todas. Sou ligada na tomada full time. Como dirá meu epitáfio, “aqui jaz Mel Gressler, enfim calma”…

O que anda mais abandonado que o Orkut? Meu enxoval. Marido que é bom, nada!

Quem merece um Oscar? Quem é legal de verdade com a gente!

O que te faria fugir… deste lugar baby? Na verdade eu já fugi há horas. Deixei meu avatar tocando terror por aí…

Bola na rede do Intercom Sul 2012

Está chegando a hora do jogo. Uma partida emocionante promete animar os torcedores. Em campo, o conhecimento, a teoria, artigos, palestras, oficinas e uma baguncinha, que não poderia deixar de fazer parte desse time. Em duas semanas os atletas do curso de Comunicação Social da Unijuí, estarão participando do Intercom Sul. A preparação já começou e, só para aquecer, os estudantes tiveram a aprovação de 17 trabalhos que serão apresentados no congresso que acontece em Chapecó. Este ano, o evento tem como tema “Esportes na Idade Mídia: diversão, informação e educação”.

Dentre os trabalhos aprovados, 14 são artigos produzidos pelos alunos, que serão apresentados na categoria Intercom Júnior, e três pelos professores, que serão apresentados na categoria Divisões Temáticas. Além disso, a aluna Patrícia Kuhn vai concorrer ao Expocom na modalidade Fotografia Jornalística. Os trabalhos contemplam os temas de publicidade, fotografia, jornalismo, educomunicação, entre outros.

Mas o campeonato não tem apenas um jogo. Além dos jogadores que se propõem a apresentar artigos acadêmicos, vários estudantes estão indo para o XIII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sul, para curtir as palestras, oficinas e demais atrações que o evento proporciona. A estudante do terceiro semestre do curso de Publicidade e Propaganda da Unijuí, Roseli Horn, está cheia de expectativas quanto a sua primeira viagem ao evento: “Acho que vou adquirir novos conhecimentos que vão complementar o que já aprendo em aula. Além disso, teremos oportunidade para trocar experiências com colegas da comunicação de outros lugares, e isso é muito rico para nossa formação.”

O tema do Intercom Sul desse ano “Esporte na Idade Mídia: diversão, informação e educação”.

As aventuras do jogo ainda estão por vir. Corações cheios de emoção, jogadores preparados para a viagem e o Comunicação Social Clube rumo a mais uma partida em busca do conhecimento e do sucesso. Ótimo evento congressistas de 2012! Que vocês, mais do que qualquer título, retornem para a Unijuí trazendo na bagagem experiências positivas, amigos, ideias, conhecimento, realização e muitas histórias para eternizar mais uma participação do curso no Intercom.

Pequenas histórias, amplas redes…

Jornalista Tiarajú Goldschmidt, editor de redação do Jornal das Missões.
Foto: Reprodução Facebook.

 O uso das redes sociais na atividade    jornalística já é um fato. Como abordado  abordado aqui no blog, as ferramentas que caracterizam as mídias digitais são praticamente indissociáveis ao trabalho diário de produção de informação. Para o Jornalista Tiarajú Goldschmidt, editor de redação do Jornal das Missões, as redes sociais são importantes tanto para acompanhar o que está na “boca do povo”, quanto para acompanhar a repercussão das matérias do jornal, rádio, site, ou outro veículo em que o jornalista trabalha: “Recentemente tivemos um caso no Jornal das Missões, em que um debate começou nas redes sociais sobre a demolição de um prédio considerado histórico, e graças a essa mobilização acabou no jornal e na justiça, embargando a obra”. O resultado disso foi a criação de um espaço no Facebook com o título “Defenda Santo Ângelo! Quero nossa história viva”.

Pensando nesse contexto, o que você faria se lotassem sua caixa de emails com spam de cinco em cinco minutos?

No universo das redes, a resposta é clara: Os jornalistas produziram uma página de discussão no “Face”.

Quer entender a história? É o seguinte…

“Era uma vez a lista de emails da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). A lista estava com um probleminha básico: enviava um spam a cada cinco minutos para toda a sua lista de e-mail, que é gigantesca. Após uns 20 e-mails, o pessoal começou a reclamar, respondendo para toda a lista, aumentando ainda mais o spam. Isso durou uma semana, em que o pessoal ficou se respondendo e-mail, reclamando e pedindo para ser retirado da lista. Acabou que foi criado um grupo no Facebook com o nome “Jornalistas da lista“, conta Tiarajú.

Dessa forma, evidenciamos que nas redes sociais é possível identificar pautas, opiniões, fontes, discussões e polêmicas, estando as redes já matriculadas em nosso instinto de resposta social e ideológica. Mas, atenção, o uso das redes sociais só será benéfico se tiver certos cuidados e precauções.

Confira duas dicas do jornalista Tiarajú Goldschmidt:

  • Ao utilizar as redes sociais como fonte para as pautas, é preciso tomar os mesmos cuidados que ao fazer uma entrevista pessoalmente: ver se a pessoa está ironizando ou não (nas redes sociais acontece com muito mais frequência).
  • Pedir autorização para utilizar determinada declaração, quando esta ocorrer em algum grupo fechado e não para o público.

E você conhece outras dicas? Comente e compartilhe suas estratégias para não cair nas pegadinhas da rede…

O sabor de um abraço

Quanto você paga ou pagaria por uma Coca-Cola?

Em centavos ou em reais? Ou talvez,  um abraço? É essa a mais recente  jogada de marketing da marca Coca-Cola. Admitir que para obter um refrigerante basta um simples e afetivo abraço é quase um evento de outro mundo. Na verdade é só uma ideia de outro país. O apelo para a subjetividade está cada vez mais ligado ao universo publicitário. E para uma das maiores marcas do mundo, essa peculiaridade não poderia ser diferente. Então, a Coca-Cola lançou uma máquina que disponibiliza refrigerante gratuitamente. Sabe o que a máquina quer em troca? O seu abraço! Ao receber o abraço a máquina libera uma latinha de coca-cola gelada, já imaginou?

A ideia foi desenvolvida pela Ogilvy & Mather de Cingapura. É uma máquina comum de venda, à qual estamos acostumados a ver no mercado. A diferença está nas palavras grafadas na mesma: “Me abrace.” A mensagem convida todos que estiverem passando, a fazer uma pequena demonstração de carinho para a marca de refrigerantes. Que tal? O que você achou dessa pequena invenção do mundo publicitário?A estudante do 7º semestre de Jornalismo da Unijuí, Taís Machado, considera a iniciativa muito criativa, e expõe sua opinião sobre a aplicação da ideia aqui no país: “No Brasil não sei se daria certo, depende… Acho que teria um guarda controlando…para nós brasileiros é mais fácil demonstrarmos afeição, demonstrações públicas de afeto são do nosso cotidiano. Já em países asiáticos há mais dificuldade em demonstrar afeição talvez por isso dê mais certo lá. De uma forma ou outra é um incentivo para a mudança de comportamento que já está acontecendo nesses países, mesmo que lentamente.”

Como você se comportaria em uma situação dessas? Teria vergonha ou receio de envolver seus braços ao redor de uma… máquina de refrigerantes?

Foi isso que pensaram os idealizadores da ação. Contudo, eles estavam redondamente enganados. A máquina do abraço acabou originando grandes filas e inclusive abraços simultâneos. Como disse Leonardo O’Grady, um dos diretores da Coca-Cola no país, a felicidade é contagiosa. E esse foi um dos grandes objetivos da campanha, sustentar o conceito “Abra a felicidade” de uma forma criativa e inovadora.

Leitura obrigatória para jornalistas

Um clássico sobre Hiroshima

Uma bomba, algumas palavras, uma grande narração. Esta é a receita de um dos livros mais indicados para estudantes de Jornalismo alimentarem seu repertório cultural e profissional.

Hiroshima: Catástrofe ocorrida em 1945. Uma bomba de material atômico destrói a vida e a história da comunidade da cidade de Hiroshima e Nagasaki no Japão escrevendo um ponto final do decorrer da Segunda Guerra Mundial.

Um fato estrondoso como esse merecia destaque na imprensa da época. O jornalista americano John Hersey resolveu retratar toda essa história de horror, sofrimento e guerra. Como trabalhava na revista The New Yorker, escreveu um artigo a partir dos depoimentos das vítimas, explicando a explosão e a catástrofe da bomba em um contexto que trabalha a busca pela sobrevivência e a busca pela identidade levada embora pela devastação atômica. Anos depois, o autor do mesmo artigo retorna ao mesmo local para avaliar a cidade e a situação das vítimas após a reconstrução de Hiroshima. Os mesmos personagens são ouvidos. As mesmas histórias são recontadas a partir de um novo ponto de vista. O conjunto dessa investigação resultou em um livro, uma obra que pode ser considerada leitura obrigatória para os estudantes de Jornalismo se inspirar na arte de escrever fatos bem apurados e construídos de forma peculiar e quase literária.

 Vale apena dar uma espiadinha no livro Hiroshima, do autor John Hersey, que traz em suas páginas aquela que foi considerada a melhor reportagem do século XX!

Facebook para profissional…

Se você está estudando Jornalismo ou já é formado na área, reflita sobre a questão:

Você já usou das redes sociais para produzir suas matérias de aula ou do trabalho?

A grande maioria dos usuários provavelmente já fez isso. O uso do facebook e do twitter para entrevistar fontes e identificar pautas, por exemplo, já é uma realidade admitida pelo contexto profissional. Segundo pesquisa realizada pelo site Socialbakers, o Brasil é o segundo maior país em número de usuários no facebook, e entre esses grande parte são jornalistas.

 As ferramentas de comunicação proporcionadas pela internet são ótimas aliadas à correria do trabalho de um profissional da informação, e instrumentos oferecidos pelo “face” como chat, mensagem, recado na ‘time line’, comentários, curtições/likes, publicação de fotos e compartilhamentos de conteúdo estão dando uma “mãozinha” para facilitar a comunicação ágil e a coleta de informação em tempo real para as publicações diárias.

A Agência de Jornalismo Internacional, publicou em seu site algumas dicas de como os jornalistas podem usar o Facebook de maneira ética, profissional e inteligente. Essas dicas foram elaboradas em um encontro de jornalistas na Universidade Americana em Washington.

Confira abaixo seis ideias do site IJNet para navegar no Facebook e extrair dele conteúdo para seu trabalho:

1. Abra uma página pessoal no Facebook. Separe sua vida pessoal de suas fontes.

2. Não se esqueça de usar a opção de ”pesquisa” no Facebook. Você pode ver o que as pessoas estão falando em tempo real com atualizações públicas.

3. Use o recurso de mensagem direta. Não tenha medo de enviar mensagem diretas a pessoas que você não conhece que podem ser uma fonte para um artigo que está escrevendo. As pessoas podem responder a você e não a outros jornalistas, simplesmente porque você se conectou a eles em um nível pessoal, utilizando uma plataforma com a qual eles estão muito familiarizados: o Facebook. Laura Amico, repórter nos EUA, participante do encontro em Washington, disse que alguns dos familiares de vítimas em algum tipo de tragédia com os quais ela se conecta preferem conversar com ela via Facebook Chat, em vez de por telefone.

4. Evite os feeds automatizados e atualize manualmente sua página no Facebook. Segundo Lavrusik, “feeds automatizados recebem dois a três vezes menos visitas do que os manuais.”

5. Use a ferramenta “Perguntas” para engajar uma audiência maior. Um bom exemplo é a forma como o programa americano Dateline NBC pediu aos seus fãs no Facebook no mês passado para votar sobre o episódio que queriam ver. O programa “The Haunting” com Keith Morrison ganhou a maioria dos votos e foi ao ar essa semana. Clique aqui para obter mais informações sobre o Facebook Questions.

6. Os aplicativos são o que importa. O Facebook oferece uma série de úteis aplicativos gratuitos, incluindo o Live Stream box, o formulário de contato, Facebook Insights, entre outros. A página Facebook+ Journalists funciona como uma comunidade no Facebook para jornalistas e oferece recursos úteis.

Próxima Página »


 

junho 2012
D S T Q Q S S
« mai    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.