Prêmio de Jornalismo Vladimir Herzog evidencia Democracia e Direitos Humanos

Prêmio Vladimir Herzog Democracia e dos Direitos Humanos

Com a finalidade de reconhecer e premiar jornalistas que colaboram com a promoção da Democracia e dos Direitos Humanos, o 40º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, recebe inscrições até 23 de julho. Neste ano, a novidade é o voto popular, uma etapa aberta ao público entre 1º e 10 de outubro de 2018, para avaliar as produções finalistas e cujo resultado antecede o Júri de Premiação.

Podem participar do prêmio jornalistas profissionais brasileiros com registro profissional (MTb) e suas equipes, repórteres fotográficos e também ilustradores, chargistas, cartunistas, caricaturistas e quadrinistas. As obras devem ser de 1º de agosto de 2017 e a 23 de julho de 2018. Serão avaliadas seis categorias: Artes (ilustrações, charges, cartuns, caricaturas e quadrinhos), Fotografia, Produção Jornalística em Texto, Produção Jornalística em Vídeo, Produção Jornalística em Áudio e Produção Jornalística em Multimídia.

Todas as matérias, independente de formato, precisam estar consolidadas em um único arquivo. Os vídeos precisam estar em formato aberto em arquivos com uma das seguintes extensões: MOV / MPEG4 / MP4 / AVI / WMV / MPEGPS / .FLV 3GPP ou WebM. Já os arquivos de áudio devem estar em formato aberto com as seguintes extensões: WAVE (WAV), MP2, MP3, ou WMA e podem ser enviados online por sistema de compartilhamento de arquivos pesados.

A escolha dos vencedores será em sessão pública, com transmissão ao vivo pela internet, dia 11 de outubro de 2018, na Sala Oscar Pedroso Horta da Câmara Municipal de São Paulo. Para mais informações confira o regulamento no site.

Por Giuli Ana Izolan, acadêmica de Jornalismo.

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Unesco lança proposta para fotógrafos

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Créditos: Pexels

Fotógrafos profissionais de qualquer lugar do mundo podem enviar seus trabalhos fotográficos para participar de uma seleção da Organização das Nações Unidas (Unesco) para a Educação, a Ciência e a Cultura. Para isso, buscam-se fotógrafos criativos, com originalidade e valor artístico. O tema é ilustrar situações do cotidiano dos jornalistas, como:

  • Jornalistas locais e/ou internacionais trabalhando em investigações de casos de corrupção ou de delitos políticos;
  • Participando em julgamentos ou coletivas de imprensa, manifestações, ou grandes eventos públicos;
  • Apresentando dinâmicas de gênero no jornalismo;
  • Ilustrando ameaças representadas pelo assédio na Internet;
  • Trabalhando nos meios digitais de jornalismo;
  • Mostrando o cotidiano profissional;
  • Representando as cenas das redações dos jornais ou de estúdio de televisão/rádio;
  • Além disso, áreas de interesse particular, incluem: jornalistas em situação de embate com policiais ou militares, jornalistas realizando cobertura de em uma zona de conflito, jornalistas em veículos protegidos ou em frente às casas de mídia com proteção ou qualquer outro caso em que jornalistas estejam trabalhando em situações desafiadoras;
  • As fotos selecionadas pela Unesco irão incluir uma representação balanceada dos dois sexos.

As amostras de fotografias precisam conter: 12 fotos (máximo), fotos coloridas, resolução mínima de 350dpi e tamanho mínimo A4, legenda para cada foto em inglês ou francês com informações sobre lugar, data e assunto, preço por fotografia. Os participantes precisam enviar as amostras até o dia 14 de julho, às 21hs, para: IDEI(at)unesco.org.  Para saber mais, acesse o site.

Por Daniella Koslowski, acadêmica de Jornalismo.

Acadêmico analisa nova marca do Rotaract em TCC

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Trabalhar com algo que você ama. Foi assim que acadêmico de Publicidade e Propaganda Eduardo Paulo Roratto escolheu o tema do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). O trabalho Identidade de marca e Rebranding: um estudo das percepções sobre a marca Rotaract, que contou com a orientação da professora Nilse Maldaner, e teve como banca a professora Marcia Almeida, é uma monografia que analisa como foi a recepção da nova marca do Rotaract através de perguntas quantitativas e qualitativas.

“Foi possível descobrir que além da antiga identidade visual, ainda existiram muitas outras que eram aplicadas de formas totalmente incorretas, eram muitas variações. E uma coisa interessante foi que eu, por exemplo, gostei muito da nova identidade visual, mas a maioria [dos entrevistados] teve muita resistência, não gostou no início por estar muito apegado há 47 anos na marca antiga, então, isso foi uma percepção bem legal. É óbvio que tudo que muda tem um pouco de resistência”, comenta Roratto.

Para o acadêmico, realizar a pesquisa foi algo especial, pois pode unir suas duas paixões: o Rotaract e a publicidade, e ainda poder realizar um serviço à entidade, por meio desse estudo de monografia. “Eu sempre gostei muito da publicidade, do marketing e do design, então estudar algo que remeta ao design também agregou muito. É uma área que eu sempre gostei e poder ler a bibliografia de design eu acho que trouxe muito conteúdo para mim não só na publicidade, mas ter essa visão de identidade visual e de comunicação de marketing acho que agregou bastante”, conclui acadêmico.

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Por Giuli Ana Izolan, acadêmica de Jornalismo.

TCC aborda o papel do Sound Branding

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Na tarde de ontem, o acadêmico de Publicidade e Propaganda Júnior Tadeu Milbradt, defendeu o trabalho de conclusão de curso (TCC). O tema buscou mostrar o papel do som na construção da identidade das marcas, através do Sound Branding. “Esse tema surgiu a partir de uma paixão que eu tenho pelo som, pela música, pela comunicação e pela publicidade. É um tema bem novo, tive um pouco de dificuldade [em encontrar material para a construção da pesquisa]. Tem dois autores brasileiros que exploram o tema, e foi bem complicado de buscar material, o trabalho se sustenta praticamente só nisso”, explica Júnior.

A empresa John Deere foi o objeto escolhido para a aplicação da teoria de sound branding, na busca por exemplificar a ideia de identidade sonora de marca. Para o acadêmico, a parte prática rendeu bons resultados: “fiz uma pesquisa aplicada e elaborei um som para uma marca real, no caso a John Deere. Eu defini a personalidade de marca como se ela fosse uma pessoa e, a partir dessa personalidade, dessas características, elaborei um som através de nuances, timbres, instrumentos que pudessem transmitir essa personalidade que defini para a marca”.

A importância do trabalho, segundo Júnior, se deu principalmente por ser uma área nova e de pouco estudo. “O sound branding é uma porta que está se abrindo na minha vida, por ser uma área nova, com certeza é um diferencial que eu vou ter no mercado”, conclui.

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Confira o logo e o manifesto sonoro criado pelo acadêmico

Por Daniella Koslowski, acadêmica de Jornalismo.

 

Acadêmico apresenta projeto de TCC com rebranding da AEII

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Na tarde de ontem, o acadêmico de Publicidade e Propaganda Matheus Ghiggi Bassi apresentou seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). A proposta era elaborar um rebranding, ou seja, um redesenho para a marca da Associação das Empresas Imobiliárias e Corretores de Imóveis de Ijuí (AEII). “Eu estava envolvido na organização da Feimóveis, Feira do Mercado Imobiliário, que é promovida pela AEII, e conversando com a minha orientadora, achamos que seria de grande valia propor um redesenho de marca para a Associação. As pesquisas foram fundamentais para dar um norte em todo processo de criação de briefing, pesquisa, a própria elaboração de pesquisa, teoria de cores, desenvolvimento de design, todo o embasamento técnico foi de grande importância”, explica Matheus.

Questionado sobre a tomada de decisão ao propor algo novo, o acadêmico defende que a escolha foi a união das respostas e avalição dos clientes que responderam ao questionário aplicado no início da pesquisa. “Na pesquisa o azul foi a cor predominante entre as respostas, o que “casou” com o briefing e o estudo de que cores representariam melhor a Associação. O azul, juntamente com o dourado, traz para a nova identidade visual as sensações de confiança, harmonia e sofisticação”, esclarece o acadêmico.

A aplicabilidade do trabalho tem ainda um propósito maior, conforme explica Matheus: “o projeto agora vai passar por uma aprovação da diretoria da Associação. E se aprovado, dia 27 de agosto, ele vai ser apresentado para todos os membros da Associação em um jantar comemorativo ao Dia do Corretor de Imóveis”.

Para Matheus, encerra-se um ciclo e se tem início um novo: o da trajetória profissional. “É muito bom ver as produções do início da faculdade e ver as produções de agora, ver a evolução profissional”, conclui.

Por Daniella Koslowski, acadêmica de Jornalismo

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Último acadêmico de Relações Públicas da Unijuí defende o TCC

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Na tarde de ontem o último acadêmico do curso de Relações Públicas, do curso de Comunicação Social da Unijuí, Diego Ferreira dos Santos, fechou um ciclo ao apresentar seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). O trabalho Comportamento do Consumidor no varejo farmacêutico, que contou com a orientação da professora Marcia Formentini, e teve como banca o professor André Gagliardi, é uma monografia que avalia o que os consumidores costumam levar em consideração na hora de comprar na farmácia.

A produção foi motivada por se tratar de um assunto que o acadêmico está familiarizado. “Escolhi esse tema por trabalhar nove anos no varejo farmacêutico, tanto no atendimento como gerência do departamento de marketing, e foi através das dificuldades do dia a dia, especialmente para criar conteúdo e estratégias de fidelização, que me veio a ideia de realizar essa pesquisa”, explicou.

Diego buscou pesquisar o que o consumidor leva em consideração na hora de escolher uma marca e como as marcas costumam se comportar para satisfazer o consumidor e, consequentemente, garantir a fidelização. “Do resultado da pesquisa aplicada, o principal motivo em que os consumidores buscam hoje uma farmácia é o preço, o consumidor ainda, apesar de querer experiências de consumo positivas, leva em consideração o valor investido”, afirma Diego.

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Para o formando, a pesquisa pode contribuir de várias formas. “A partir do momento que o ramo farmacêutico toma consciência de que, cada vez mais, o cliente busca uma experiência positiva de consumo, eles podem utilizar a pesquisa para uma questão de marketing de relacionamento mais efetivo perante aos seus clientes, trabalhando de forma conjunta a satisfação do cliente, aliando uma boa experiência a um valor razoável”, finaliza.

 

Por Giuli Ana Izolan, acadêmica de Jornalismo.

Projeto Entre Nós resgata a história indígena da região

Projeto é o último desenvolvido pelas disciplinas da ênfase II, de Jornalismo, e traz à tona desde a herança, até as demandas contemporâneas dos indígenas que vivem na região Noroeste Missões

Entre Nós

Com objetivo de valorizar a cultura indígena, a última turma das disciplinas da ênfase em Jornalismo desenvolveu o projeto Entre Nós. Ele busca, por meio de produções em texto, fotografia, áudio e vídeo, resgatar desde a herança, o legado e as demandas contemporâneas dos indígenas que vivem na região Noroeste Missões. O projeto foi desenvolvido em cinco disciplinas da ênfase II do Jornalismo: Produção Multimídia II, Produção de Texto II, Produção de Áudio II, Produção de Vídeo II e Produção de Foto II, com orientação das professoras Lara Nasi e Vera Raddatz, e do professor Celestino Perin.

Para desenvolver a proposta, muitos acadêmicos visitaram as Aldeias da região e tiveram a oportunidade de vivenciar a realidade do povo indígena. Foi dessa experiência que surgiram as pautas que abordam a luta pela demarcação de terras, a educação básica indígena, os jovens nas aldeias, entre outros aspectos. “Tivemos a ajuda de uma indígena egressa da Unijuí, a Leda Sales, que hoje atua na Secretaria Especial de Saúde Indígena e nos passou o contato de diversas lideranças indígenas da região”, acrescenta a professora de Jornalismo Lara Nasi. Os trabalhos podem ser conferidos pelo site http://www.entrenosunijui.wixsite.com/entrenos ou na página do Facebook http://www.facebook.com/entrenosunijui/.

Questionada sobre o que este último trabalho desenvolvido pela ênfase deixou de legado, a professora cita a importância desses projetos, não só o Entre Nós, mas os outros trabalhos como o Ambiente-se, que abordou a questão ambiental, e o Plurais, desenvolvido pelo curso de Publicidade e que permanece em atuação, como espaços que despertam a sensibilidade dos acadêmicos para temas sociais. “Jornalistas precisam defender os direitos humanos, como consta em nosso Código de Ética. E penso que os jornalistas em formação, que saem com essa experiência de trabalhar com profundidade temas sociais tão sensíveis e complexos, ganham muito, para a prática profissional, para a vida. Como também ganha a comunidade, que terá jornalistas mais sensíveis às questões sociais. Acho que é nisso que devemos focar também no novo currículo, essa atenção aos temas contemporâneos e a profundidade na abordagem e envolvimento. Ver o engajamento dos estudantes nesses projetos é incrível”, finaliza.