Dos cálculos para a fotografia

1374340_763157380368228_1331302042_nOlá!  Se você ainda não me conhece, me chamo José Cassiano Gubiani.

Atualmente moro em São Martinho/RS. Ingressei na Unijuí há um ano, inicialmente eu cursei o curso de engenharia elétrica, sim, engenharia. Isso só me fez ter certeza de uma coisa:  não nasci para ficar atrás de uma prancheta e fazer cálculos para o resto da vida!

Eu sempre gostei de fazer coisas relacionadas com as artes, como teatro, pintura e artesanato. Gosto muito de criar coisas novas.

Sempre gostei de tirar fotos e fazer vídeos, e ainda gosto. Quando eu vejo alguns filmes fico imaginando como o diretor conseguiu fazer a cena, os meios de criação, produção. Cheguei a fazer alguns curtas-metragens com amigos meus, que até não ficaram tão ruins assim.

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A fotografia é uma das paixões de José

Descobri na fotografia uma forma diferente de expressar o meu olhar. A fotografia é muito flexível quando se trata da parte de criação, você não precisa de um mega studio com equipamentos “tops” de linha, basta apenas você ter um olhar diferente e abusar da sua criatividade para fazer fotos excelentes e diferenciadas das demais. Estou há quase um ano na área da fotografia, e nesse pouco tempo pude aprender muita coisa, claro há sempre o que melhorar e se profissionalizar. Quando vou fazer uma fotografia de uma pessoa eu sempre penso, o que esta pessoa espera da minha foto, como ela vai se sentir quando vai ver ela, algumas vezes chego a ficar até confuso quando penso nisso.

Tenho uma marca, um nome que estou começando a fortalecer no meio da fotografia. Estou gostando muito do retorno que isso tem me dado, e espero que continue crescendo mais e mais. Para aqueles que querem conferir alguma coisa do meu trabalho convido a acessar a minha página no facebook e conhecer as fotografias e também o meu trabalho com estamparias.

Sou uma pessoa simples, gosto muito de conversar, rir,  contar histórias, viajar, ver filmes e estar com os amigos. Um grande abraço a vocês.

“O normal nunca é o suficiente”

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O Santo de Casa dessa semana é com Mariana Friske. Confira:

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Todas as noites, antes de dormir, meus pais liam histórias comigo. Nunca infantis, longe disso. Enredos para muito além da minha faixa etária. Me transformaram em uma amante da leitura, e serei eternamente grata por isso. O hábito de ler me fez chegar ao ponto de retirar, na biblioteca da escola, cinco livros por semana. E não eram fininhos, não.

O normal nunca foi suficiente para mim. Durante o Ensino Médio, além das matérias essenciais, me dedicava ao curso técnico em Gerenciamento de Sistemas de Informação no turno inverso. No último ano, trabalhei à noite como estagiária na Coordenadoria de Informática da UNIJUÍ.

Ao escolher o curso na inscrição do vestibular, não tive dúvidas. Sistemas de informação não me realizariam profissionalmente. Escolhi mesmo as letras, que são minha paixão. Mas por que Jornalismo? Meu objetivo é mudar para melhor o mundo através do que está a meu alcance, e só enxergo isso através da Comunicação Social.

Durante a faculdade, continuo tendo várias atividades. Trabalho em tempo integral, e apesar de não envolver diretamente a Comunicação, aprendo muito com ele. Intercalo intervalos de estudo, redação de textos para as aulas e postagens para o blog. Encontrei no Ensaios e Olhares uma forma de tentar mudar algumas coisas. E tenho colhido ótimos resultados.

Semana cheia e finais de semana também. Às sextas à noite e sábados de tarde, encontro no Coral da Unijuí uma oportunidade de descontração e convívio com os colegas coralistas. Desde o ingresso na universidade, o coral me proporcionou uma bolsa de estudos que auxilia e muito a bancar os estudos. Neste grupo também conheci o amor da minha vida, com o qual me casei dois anos depois.

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Coral em apresentação no HCI

Neste ano concluo a graduação, e tenho muitos planos para o futuro. O principal deles é ingressar no Mestrado. Pretendo fazer a seleção no segundo semestre, para ingressar em 2016. Meu sonho é ser professora, pois afinal, qual a melhor forma de mudar o mundo que não seja o aprender e ensinar?

Encerro com uma citação, como mensagem aos alunos que, assim como eu, buscam no Jornalismo uma forma de mudar o mundo.

“Nenhuma grande transformação pode ocorrer na sociedade enquanto cada um se mantiver individualmente preso a seus velhos hábitos. Um salto para frente só é de fato possível quando pequenas revoluções moleculares na vida particular de cada um contaminar a vida de outros ou ocorrer ao mesmo tempo que outras, de maneira que progressivamente todos comecem a pensar diferente” Ciro Marcondes Filho.

Milagres acontecem (ou a gente dá um jeitinho)…

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O Santo de Casa desta semana é com Jacson Silveira, ele fala sobre sua trajetória e dá dicas importantes para o pessoal da Comunicação. Confira:

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Olá! Provavelmente vocês já tenham me visto pelo câmpus, ou pela sede, ou pelo Metamorfose… ou não, vai saber. Jacson, prazer! Sou tucunduvense (isso mesmo, não tá errado, nasci em Tucunduva/RS), mas passei a maior parte da minha vida em Santa Rosa e há alguns meses fixei residência aqui em Ijuí.

Trabalho com artes gráficas desde os 15 anos, quando comecei em uma gráfica pequena em Santa Rosa. Quando me formei no Ensino Médio, em 2005, não sabia muito bem o que faria da vida, então acabei me formando em TI em 2007. Infelizmente nesses 2 anos conclui que hardwares, softwares e programação não eram a minha praia. Foi então que me convidaram para trabalhar na assessoria de imprensa da Fundação Educacional Machado de Assis (FEMA), em Santa Rosa mesmo, para ser o “guri das artes”.

Lá tive meu primeiro contato direto com o mundo publicitário, porque tive a responsabilidade de criar as campanhas de vestibular e matrículas da instituição, embora eu estivesse cursando a faculdade de Administração. Já disse que eu não sabia o queria fazer da vida, né? Pois então. A partir deste momento foi que realmente soube: Publicidade e Propaganda. Foi aí que virei acadêmico da Unijuí.

Gurizada da Agência GH

O pessoal da GH

Após 4 anos de experiência em assessoria de imprensa, em que assinava todos os materiais gráficos que saiam de lá, senti que precisava entrar de vez para a vida publicitária e trabalhar em uma agência. A Agência GH, embora não seja uma agência de publicidade, me deu essa oportunidade e: que mudança drástica! A exigência e as responsabilidades aumentaram pra car****… e foi isso que me fez evoluir muito, tanto profissionalmente quanto como pessoa. Os quase 3 anos que fui designer na ‘Diedi’ me trouxeram experiências incríveis: pesquisas, entrevistas com clientes e players, criação e interpretação de briefings, planejamento e execução de projetos complexos. Horários, prazos, metas e principalmente a qualidade dos projetos eram cobrados diariamente. E eu agradeço por isso, pois só assim o meu nível intelectual e profissional poderiam melhorar. E melhoraram.

Em meados do ano passado surgiu a oportunidade de vir morar em Ijuí e trabalhar na Agência Z. Foi outra surpresa ver que dois ramos de comunicação poderiam ser tão diferentes. Não do ponto de exigência ou de qualidade, mas sim da distinta maneira de trabalhar. Acabei por aprender a usar softwares que eu não tinha tanto contato e produzir materiais com os quais não estava acostumado. Ou seja: mais um pouco de bagagem para minha vida profissional.

Pessoal da Z

Na Z

Amigos e contatos profissionais são outros pontos positivos dessa trajetória, os que fiz, cultivo até hoje e pretendo cada vez mais fazê-los. Porém, não pensem que é tudo as mil maravilhas. Muito pelo contrário. Quebrar a cara e ouvir muita coisa que a gente não quer faz parte do dia a dia do profissional de comunicação. Contudo, isso só serve como experiência também.

Se eu pudesse dar um conselho para quem está cursando CS é: trabalhe na área desde o começo ou assim que puder. A teoria é importante, entretanto a prática e as implicações que o “colocar em pratica” impõem são extremamente desafiadoras, e somente com a experiência se aprende a lidar com elas, pois a vida de comunicador é muito intensa e dinâmica.

“Santo de casa não faz milagre… mas pode abençoar!”

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Adriane Hanke, acadêmica de Jornalismo na UNIJUÍ, está no Santo de Casa desta semana. Confira:

Adriane Hanke - Santo de Casa

Olá! Se você não me conhece ainda, me chamo Adriane Kruel Quaresma Hanke, mas pode me chamar de Adri, ok! Sou missioneira de Entre-Ijuís e atualmente moro em Augusto Pestana. Ingressei na universidade um bom tempo depois de ter concluído o Ensino Médio. A escolha pelo curso de Jornalismo foi feita pelo meu marido no momento da inscrição do ProUni e só fiquei sabendo quando ele me confirmou a aprovação. Até 2011 pensava em fazer um curso técnico em massoterapia.

Bem, nesta mudança de planos, a massagem é cerebral. Diversos obstáculos surgiram, mas afirmo com todas as letras que me encontrei no curso. Desde então, oportunidades bacanas também surgiram. Eu trabalhava com vendas há cinco anos e, logo no primeiro ano da faculdade, senti a necessidade de me aproximar do universo do jornalismo. Estive por três meses envolvida com locução na RádioCom FM 87.9 de Santo Ângelo, quase dois anos junto à equipe da Agência Buenas Publicidade e, desde novembro de 2014, sou estagiária da Rádio Progresso AM 690 de Ijuí. Experiências de muito aprendizado que resultam na certeza de ter ainda muito a aprender, afinal, é necessário buscar conhecimento todos os dias.

Só que não parou por aí! Além do estágio, tenho também a honra de participar do Projeto de Extensão Rádio, Tecnologias e Empreendedorismo na Escola. E nessa integração entre universidade e escolas, municipais e estaduais, meu respeito e admiração pelos professores aumentou ainda mais. O brilho no olho e a empolgação deles em proporcionar aos alunos novas perspectivas é motivador.

Estágio RPI Apresentação programa Rádio Ligado

“Experiências de muito aprendizado que resultam na certeza de ter ainda muito a aprender”, afirma Adriane.

Ao meu ver, se assemelha ao papel do jornalista: informar, ampliar horizontes e instigar a formação da opinião crítica, possibilitar a visão dos fatos por diversos ângulos, sem falar no desenvolvimento cidadão. Me formo no próximo ano e ainda não tenho um foco profissional (jornal, rádio, TV ou assessoria), penso no Mestrado, mas estou vivendo tudo o que a universidade tem me proporcionado. Esta é a bagagem para “viagens” futuras.

Bom, quem me conhece sabe que dificilmente vai me encontrar de “cara amarrada” e sem sorriso no rosto, mesmo quando o fardo é pesado em dias cruéis. Isto porque penso que não podemos tornar as dificuldades um empecilho capaz de manear nosso potencial. Se a lágrima precisar cair, deixo que caia, mas não diante do meu problema para que ele não se sinta vencedor. Obrigada Usina de Ideias pelo espaço! Sabe como é o dito popular “santo de casa não faz milagre”… mas pode abençoar! Abraço!

Estudante de Jornalismo, estagiária, atriz, bolsista…

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Ela não para! No Santo de Casa de hoje vamos conhecer a rotina agitada de Laís Dahmer, acadêmica de Jornalismo na UNIJUÍ.

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Até onde eu sei sou uma das poucas acadêmicas caibateenses que residem em Ijuí hoje. Vejo por aí diversas pessoas da minha cidade, mas nem todas têm muito a ver comigo. No curso de Jornalismo eu por enquanto sou a única.

Um dos motivos que me fez escolher a UNIJUÍ foi o Grupo de Teatro. Lembro bem que no final de 2012, quando fiz minha matrícula, descobri o grupo e pensei: quero ficar. Mesmo passando no vestibular para jornalismo na UFSM – CESNORS em Frederico Westphalen decidi que ficaria mais perto de casa. Este então é o meu terceiro ano na faculdade e no teatro também. Tenho uma grande paixão pela arte cênica e encontrei no GTU – Grupo de Teatro da UNIJUÍ um espaço para explorar essa arte. Recentemente fui Volúpia, uma das cinco bruxinhas do espetáculo “As Bruxas”. Também já fui Catinguenta e Pedro Malazarte.

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Laís interpretando Volúpia uma das cinco bruxas do espetáculo “As Bruxas”

Iniciei o curso em 2013 e na metade do ano comecei meu primeiro estágio. Foram quatro meses no Núcleo de Eventos do Curso de Educação Física da UNIJUÍ. Junto do professor Mauro Bertollo, coordenador na época, uma bolsista e dois estagiários de Educação Física, eu fui tentando encontrar o meu lugar e aprender a minha função. Foi bom, aprendi muita coisa, principalmente o trabalho em equipe e a importância da responsabilidade.

Quase um ano depois, em abril de 2014, fui selecionada para a vaga de estágio na Rádio Educativa Unijuí FM. Lembro bem do dia em que o Mauro, meu antigo chefe, ao ser entrevistado por telefone pela Unijuí FM, me disse: “um dia vai ser tu no outro lado da linha”. E chegou a minha vez! Hoje já passou um ano e um mês de estágio, faltam apenas quatro meses para acabar. A experiência, porém, está sendo ótima! Além de todo o aprendizado diário a equipe de trabalho também é boa. Tenho tido sorte no que diz respeito a colegas de trabalho.

Em meio a reportagens, boletins, cobertura de eventos e produção de programas, eu posso dizer que aprendo cada dia mais. E claro, devo isso a todos os que fazem parte da equipe 106.9. Um dos programas que apresento agora é o Direto do Forno, com novidades e lançamentos na música nacional e internacional. Ele vai ao ar no sábado às 17h, com reprise no domingo às 18h. Tem também programetes como o Hoje na História, Autores Gaúchos, as “tags” de séries e algumas outras inserções.

2Enquanto estagiária na rádio tenho praticamente o mesmo tempo de bolsista em um projeto de pesquisa e extensão pelo PIBEX. Através do projeto Gestão Social e Cidadania (GSC), do curso de Administração da UNIJUÍ, faço a produção de um programa de rádio que vai ao ar nos sábados, às 9h da manhã.  O GSC aborda conteúdos de políticas públicas, sociais e cidadania.

Acadêmica de jornalismo, pseudo-atriz, estagiária, bolsista, ex-integrante das Danças Gaúchas no CADAGY. Também costumo escrever nas horas vagas. Alimento atualmente o tumblr illusionsfailures.tumblr.com e costumo reclamar da vida no twitter. Sou fã de séries americanas e britânicas, entre elas Skins. Curto rock gaúcho, alguns nacionais, pop rock e indie, mas prefiro não definir tanto o estilo musical. Não chego a ser eclética, mas gosto de tudo um pouco.

Auto apresentação não é meu forte. Tentei aprender a tocar violão, mas descobri que não nasci pra isso. Portanto, procuro me expressar de outras formas. Cantando (mal), escrevendo (bastante), mas para mim. Ouço muito Legião Urbana e Engenheiros do Hawaii e me inspiro. Creedence e Imagine Dragons também. Posso dizer que viajo muito, só que no meu próprio pensamento mesmo.

“A guria da internet”

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Chegou a hora de conhecer um pouco do que Ediana Steffen, acadêmica de Publicidade e Propaganda da UNIJUÍ, faz fora da sala de aula. Com vocês, o Santo de Casa:

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Durante o ensino médio comecei o curso técnico em Informática, pois meu irmão já tinha feito este curso. Tive a influência dele. A partir dali comecei a pensar na minha carreira profissional.

Nesse curso tínhamos componentes curriculares como web design, contato com a criação de marcas e identidade visual, eu gostava de trabalhar com cores, aplicações e criação. Num semestre tivemos que criar uma empresa, desde a identidade visual até o desenvolvimento de sistemas, sites, entre outros. No final do curso eu sabia no que queria realmente trabalhar.

Para concluir o curso era necessário estágio obrigatório, pedi ajuda da então coordenadora Maidi Dalri, que me auxiliou pesquisando agências de publicidade na região. Foi assim que tive a sorte grande de conseguir entrar para a equipe/família Z e desde então não saí mais.

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A família “Z”

“A guria do interior” passou a exercer a função de ”a guria da internet”, pois geralmente as pessoas do interior permanecem no interior, passando de pai para filho a “lida do campo”. Nasci em São José do Inhacorá, uma típica cidade do interior, bonita e pequena, onde as pessoas geralmente trabalham na agricultura ou na metalúrgica da cidade. Desde criança fui muito comunicativa, sempre quis entender os mecanismos da comunicação, o motivo pelo qual as pessoas optavam por comprar determinados produtos, eu quis buscar um mundo novo, conquistar e desbravar coisas que não conhecia. Descobri que sei me expressar através de imagens e não da fala ou da escrita.

Hoje faço de tudo um pouco na agência, cada dia aprendendo a lidar com situações e novas ferramentas. Estar em contato com a publicidade não só no curso me ajudou a atender muitos conceitos e a lidar com situações que eram só estudadas na teoria, acho isso super importante, nem que seja apenas um estágio, estar em contato com a área além da faculdade nos trás muito além da experiência e sim a responsabilidade de realizar um trabalho bem feito. Além disso, conheci pessoas maravilhosas que me ajudaram muito no início, quando vim para Ijuí, e outras que me ajudam até hoje. Acho que foi o mais importante e  nunca vou esquecer!

Sentimento e fotografia

 

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O Santo de Casa desta semana é com Larissa Fischer, acadêmica de Publicidade e Propaganda que encontrou na fotografia um meio para expressar seus sentimentos. Confira:

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Creio que a minha vida é a expressão máxima do fantástico e do incomum, mas isso depende muito do ponto de vista. O ponto principal daquilo que me cativa é a capacidade de expor uma ideologia diferenciada e única. Levando em conta este fato, posso afirmar que as minhas maiores inspirações partem do romance gótico, sombrio e lúgubre de Edgar Allan Poe, do mundo fantástico de Tim Burton e da música, em grande parte.

Tento expressar ao máximo o sentimentalismo nas minhas fotografias. Não uso apenas temáticas que tenham a ver comigo, mas que despertem sensações no observador, inclusive indignação.

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Trabalho “A Circus Tale: Nem todos os palhaços são felizes”

Com 15 anos comecei a trabalhar em um estúdio fotográfico, começando como ajudante nos ensaios e posteriormente passei a trabalhar com a edição das imagens, onde aprendi muito da parte técnica e sou extremamente grata por isso. Com 18 anos comecei a minha própria empresa, pois sentia uma necessidade extrema de expressar aquilo que sentia, e a partir disso criei a minha página, Fischer Fotografias.

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Ensaio: “Depressão: O grito da alma”

Sei que o meu conceito de fotografia é diferente dos demais, ao menos um pouco, e posso dizer que sou alguém peculiar, na forma de ser e agir. Mas fico imensamente feliz quando sei que gostam do meu trabalho, ou quando as minhas fotografias causam indignação suficiente para que alguém diga: “Ok, o que exatamente você quis dizer com isso?!”. Também é muito importante!

Mas não se deixe levar pela minha aparente “obscuridade”… Posso ser uma pessoa colorida, se você conseguir despertar esse sentimento em mim!