Participe do 10° Prêmio Santander Jovem Jornalista

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O prêmio integra a programação da Semana Estado de Jornalismo promovido pelo Estadão e que acontece de 20 a 24 de outubro. Várias atividades serão desenvolvidas na sede do Estadão, em São Paulo, dentre elas oficinas e visitas à redação. A temática: “10 maneiras de contar uma história”. A participação no 10° Prêmio, que necessita da produção de uma reportagem de tema anunciado no primeiro dia da Semana,  será mediante a participação nos quatro dias de evento.

Os autores dos seis melhores trabalhos ganham leptops e têm a matéria publicada no site do Estadão. Para o vencedor, definido após entrevistas, terá a reportagem publicada no impresso e recebe uma bolsa para cursar um semestre na Universidade de Navarra, na Espanha.

Podem participar todos os alunos de Jornalismo do país. As inscrições que estão abertas são limitadas e devem ser feitas pelos coordenadores dos cursos.

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“Por que você não faz Jornalismo?”

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O Por Onde Anda desta semana apresenta Araciele Ketzer, formada em Jornalismo pela Unijuí no ano passado.  Atualmente a egressa trabalha na agência de comunicação e marketing Terra Vermelha, de Ijuí. No Ensino Médio, após se destacar em vários concursos literários e receber o incentivo da professora, ela decidiu que seria jornalista. Participou do Projeto Rondon e atualmente trabalha com mídias sociais. Com vocês, Araciele Ketzer:

De tanto escrever e mostrar apreço pela palavra escrita, a professora de Português, certo dia, me perguntou: por que você não faz Jornalismo? A semente foi lançada. A partir daí, outros fatores contribuíram para esta escolha. Entre eles, a consciência do papel indispensável que o Jornalismo tem na sociedade. Um poder que influi diretamente na regulação dos diversos segmentos sociais. Um poder de contar e transformar histórias.

Além do conhecimento, da experiência e da direção profissional adquirida, acredito que algo que se destaca do meu período de universidade são as oportunidades que surgiram. A universidade abre as portas do mundo pra ti. Tira a nossa cabeça pra “fora da caixa”, transforma a nossa cultura. É uma herança que ultrapassa os limites das paredes da sala de aula. Seja a partir de lugares que tu podes visitar, seja através de pessoas, contatos que tu conheces e passa a se relacionar, seja através de projetos que tu podes participar.

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Eu tive a oportunidade de participar de vários projetos de extensão e pesquisa, tanto do curso, quanto de outras áreas, como a do Direito, além de estágios, como o realizado na Agência Experimental do curso, a Usina de Ideias. Além disso, uma experiência marcante pra mim foi o Projeto Rondon. Enfim, a universidade te tira do lugar comum, te transforma, e planta a semente para os teus caminhos posteriores.

A partir do trabalho que estou realizando na Agência Terra Vermelha, despertei minha atenção para a área de mídias digitais. Por isso, atualmente, estou cursando uma especialização em Mídias Sociais Digitais no Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), em Santa Maria. Quero direcionar os meus estudos para esta área, incluindo aí um mestrado, onde eu possa me envolver também com práticas de educomunicação.

Contato e pesquisa: Mariana Friske

Horas complementares: é necessário para se formar

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A formatura ta aí ou ainda vai demorar? A atenção às horas complementares deve estar entre as pautas desde cedo e não apenas no final da graduação. Tanto no curso de Jornalismo como em Publicidade e Propaganda as horas necessárias de formação complementar são de no mínimo 90 horas e devem ser conseguidas, preferencialmente, até o 7° semestre.

Como conseguir elas? Oportunidades existem e estão concentradas em dois blocos:

Bloco 1: Participação em Eventos – congressos, seminários, feiras, palestras, workshops, semanas acadêmicas, cursos, conferências.

Bloco 2: Projetos de pesquisa e extensão, estágios, monitorias, projetos de comunicação orientados para diferentes organizações (pública, privada ou sem fins lucrativos), projetos comunitários, projetos em vídeo, rádio, fotografia etc.

Então fique de olho nas oportunidades e garanta a sua formação complementar.

Últimos dias para se inscrever no Salão do Conhecimento

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Ainda da tempo de inscrever no Salão do Conhecimento da Unijuí. Além de conhecer os vários trabalhos das mais variadas áreas do conhecimento, inclusive da Comunicação, você ainda garante um certificado e um brinde do evento. O prazo de inscrição termina na segunda-feira, 28 de setembro. O valor para inscrição é de R$20,00.

Cobertura jornalística do Salão do Conhecimento:

Pelo segundo ano consecutivo alunos do curso de Jornalismo farão a cobertura jornalística do Salão do Conhecimento. Ainda dá tempo de participar e uma reunião está agendada para esclarecimentos e organização das atividades da cobertura às 19 horas no Laboratório de Vídeo no prédio da Biblioteca.

“Caminhos” – a simplicidade através da crônica

Uma produção pode abranger muitos formatos e por que não utilizar uma série de ilustrações? “Caminhos” de autoria dos acadêmicos de Publicidade e Propaganda Danúbia  Gois dos Santos, João Guilherme Beschorner, Daniel Rehfeld e Anna Zamberlan evidencia a história com a utilização de um conjunto de questões: ilustrações, narração e trilha sonora.

Acompanhe o material produzido em Tendências e Inovações Criativas sob orientação da professora Nilse Maldaner no 1° semestre de 2015.

Saiba mais sobre a produção:

Como esse trabalho foi pensado?

Danúbia: Eu e meus colegas de grupo, (João Guilherme Beschorner, Daniel Rehfeld e Anna Zamberlan), desenvolvemos esse trabalho a partir de um Storyboard, que consiste em uma série de ilustrações em sequência com o propósito de pré-visualizar a animação. Para fazer a montagem das cenas, usamos a técnica Stop Motion, desenhamos quadro a quadro para animar e dar a ideia de movimento. Nossa ideia era fazer algo que fugisse um pouco do convencional, procuramos transmitir a simplicidade da vida através da crônica, que é narrada pelo protagonista da história, tocando o espectador de forma minimalista, desde as ilustrações, narração e até a trilha sonora.

Explique sobre a temática/abordagem.

Danúbia: A história do curta é uma crônica que foi resumida, porém foi conservado a ideia central. O que ela pretende passar é um pouco da ideia da rotina, a qual se apresenta muitas vezes tão rígida e repetitiva, que se a pessoa não fizer algo diferente ou além dela, ficará preso em uma monotonia ou mecanicismo. No caso do narrador da história, sua primeira tentativa de escape de rotina é a caminhada pela manhã, vendo o sol subir e os pássaros cantar. A moça que cruza seu caminho todo o dia, lhe dá a possibilidade de imaginação, e ir além dos fatos reais e concretos, ou seja, ele colore sua realidade fantasiando coisas em sua mente. Porém, com a saída da moça, perde a capacidade de fantasiar, e não tendo mais sobre o que e quem imaginar, entra numa espécie de frustração.  A partir daí ele começa a ir de ônibus para o trabalho. Ao ouvir a história pela primeira vez, muitas pessoas esperam um final romântico, que ele encontre a moça no ônibus, ou algo do gênero. É notável a frustração da maioria dos ouvintes. Porém o objetivo é este, de passar a realidade, porque nunca mais encontramos aquela pessoa bonita que estava no ponto de ônibus e ficamos com vergonha de pedir o nome, ou puxar conversa. É raro, muito raro, que essas situações românticas que fantasiamos aconteçam na vida real. Porém, mesmo frustrados, não nos podem tirar nosso direito de fantasiar, seja com o que for.

E os desafios para elaborar o trabalho?

Danúbia: Acho que o processo ilustrativo e o movimento das cenas foi o maior desafio, porque tínhamos que imaginar os vários ângulos, closes, planos gerais dos cenários, e tentar colocar no papel, foi algo bem complexo, mas no final foi gratificante.

A paixão pelo rádio que levou ao Jornalismo

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Formada em Jornalismo há quase três anos, Taíse Heberle busca diariamente aliar os conhecimentos teóricos com as atividades da vida profissional. Morou em Porto Alegre, onde realizou uma especialização em jornalismo esportivo. Antes disso atuou em uma Rádio em Blumenau, cidade para qual retornou e hoje atua na RICTV Record Santa Catarina. A ijuiense, que hoje faz carreira no Estado vizinho, sente orgulho de fazer parte dos vinte anos do curso de Comunicação Social, e conta como surgiu a paixão pela área.

Taíse

Sou Taíse Heberle de Lima, tenho 25 anos e sou formada em Comunicação Social, habilitação Jornalismo desde 2012. Como eu sentia uma grande afinidade com a comunicação, foi mais fácil decidir o que eu gostaria de fazer. Sempre fui engajada com atividades extras que inclinavam para a comunicação. Escolhi jornalismo porque sou muito apaixonada por rádio. Depois de um tempo, ainda sem estar na faculdade, tive a oportunidade de conhecer de perto como funcionava a programação e o amor por essa área apenas cresceu.

Guardo os conhecimentos de aulas como do Márcio Granez, de jornalismo impresso, até as aulas da Vera Raddatz de rádio. Celestino Perin, Marcinha… Além das matérias mais específicas, tínhamos aulas de sociologia, ética e materias mais sociais. Mas todo o aprendizado ao longo dos oito semestres serviu e serve como base para desenvolver os trabalhos e projetos hoje.

Todo este tempo serviu como um pleno aprendizado, amadurecimento e vivência em grupo. Além de todo conhecimento dentro da sala de aula, pude participar do projeto de extensão “Rádio na Escola”. Com ele coloquei em prática tudo que eu gosto e ainda tive a oportunidade de levar conhecimento e cidadania para crianças. É um projeto que sempre falo. Fui premiada duas vezes no mesmo ano (2010).

Claro, não posso esquecer das amizades. Hoje morando em Blumenau tenho como uma joia todos os amigos que fiz na faculdade. O contato continua, mesmo longe. Daqui pra frente espero continuar na área e crescer profissionalmente ainda mais.

 Contato e pesquisa: Gabriel Garcia

20 anos de pesquisa e extensão

Em duas décadas de existência a pesquisa e extensão sempre estiveram presentes no curso de Comunicação Social da Unijuí. Um programa de TV, produzido por Adriane Hanke, Cristiane Grumicker, Ediani Oliveira, Paola Machado e Suelen Haupt, em Produção de Vídeo II, no 1° semestre de 2015, buscou evidenciar os principais projetos que estiveram ou que estão em evidência no curso de Comunicação.

No programa intitulado VinteCom Projetos de Pesquisa e Extensão você encontra vários exemplos que abrangem desde os primeiros projetos desenvolvidos como “Ações de comunicação no meio rural” e os mais recentes como o Projeto Rondon e o Rádio, Tecnologias e Empreendedorismo na Escola. Acompanhe o programa que teve a orientação do professor Celestino Perin e edição de Celio Ferrazza.