Sobre Usina de Ideias

A Usina de Ideias é a agência experimental de comunicação do curso de Comunicação Social da UNIJUI. É um espaço pedagógico que tem como objetivo colocar os alunos em contato com a realidade do mercado, atendendo clientes internos da Universidade e externos a ela.

Inscrições abertas para o 5º Prêmio de Jornalismo Ambiental

32159985_436373760141481_7703692357035622400_oO 5º Prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental está com as inscrições abertas. O concurso promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES/RS) e Braskem, buscam incentivar a produção de matérias jornalísticas positivas sobre preservação ambiental.

O foco é discutir a temática, como, por exemplo, o tratamento de água e esgoto, gestão de recursos hídricos, reciclagem, tecnologias limpas, entre outros processos sustentáveis que fazem a diferença na sociedade.

É importante salientar que apenas jornalistas com atuação no Rio Grande do Sul e estudantes devidamente matriculados em cursos de Jornalismo podem participar. Os acadêmicos podem participar da Categoria Prêmio Brasken de Jornalismo Universitário, na qual é permitido inscrever até três trabalhos nas seguintes categorias: fotojornalismo, mídia impressa, rádio, televisão e web.

A premiação acontece no dia 6 de novembro. Na categoria estudantes do Prêmio Brasken de Jornalismo Universitário, o vencedor receberá: R$ 1 mil (1º lugar), R$ 500 (2º lugar) e uma menção honrosa (3º lugar). Além disso, haverá o sorteio de uma viagem para assistir a solenidade de entrega do Prêmio Octávio Brandão de Jornalismo Ambiental 2019, em Alagoas.

As inscrições precisam ser efetuadas até dia 3 de setembro de 2018, através do link. Para mais informações, acesse o regulamento.

Por Daniella Koslowski, acadêmica de Jornalismo.

Criando o currículo na Plataforma Lattes

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Créditos: Marjorie Bock

Você já ouviu falar em Plataforma Lattes ou Currículo Lattes? Considerado um currículo padrão, a plataforma é utilizada por acadêmicos e pesquisadores, como um currículo on-line onde trabalhos, cursos e pesquisas fazem parte do perfil do pesquisador. Além disso, pode ser avaliado em concursos, como, por exemplo, para professores universitários.

Criada pela Centro Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em agosto de 2009, a Plataforma Lattes tem como principal objetivo a organização e padronização de todos os currículos do território nacional. O Lattes facilita o contato entre pessoas de diversas áreas e localidades do universo científico. Neste currículo precisam constar algumas informações detalhadas do usuário, como, por exemplo: dados pessoais, formação acadêmica, idiomas falados, atividade atual, entre outras.

Para quem se interessar e deseja criar um perfil na Plataforma Lattes, recomendamos o Manual de Utilização e Preenchimento: Currículo Lattes, elaborado pela Profª. Dra. Caroline Kraus Luvizotto, da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação FAAC/UNESP, Câmpus de Bauru. Nele você encontrará um sumário com as seguintes etapas: definição, estrutura do sistema de currículos Lattes, dúvidas frequentes sobre o preenchimento, esclarecimentos do CNPq, barra de ferramentas do currículo Lattes e orientações para preenchimento do currículo. A plataforma é simples e basta você seguir as indicações para criar o seu Lattes.

Por Daniella Koslowski, acadêmica de Jornalismo.

Ideias simples transformam

Participantes do Festicom 2018 puderam trocar ideias sobre empreendedorismo social com o publicitário Ramon Bellverdú, a partir da experiência da Carma Intervenções Sociais, de Pelotas

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Já pensou transformar uma pequena parte da sociedade em que você vive com uma ação simples? E já pensou em como você passaria a enxergar uma marca que se preocupa com os problemas da sociedade? O nome dado a essas ações é empreendedorismo social. Essa proposta, nada mais é que uma maneira de criar um produto ou serviço focado em problemas sociais.

A Carma Intervenções Sociais nasceu com o objetivo de planejar e executar ideias que tinham por objetivo gerar impacto social positivo. Ações estas que não gerassem apenas mídia espontânea pelo país ou mundo, mas também, e principalmente, que criassem uma aproximação entre a empresa que a agência atendia e a comunidade na qual ela estava inserida. Foi essa experiência que o cofundador da Carma, Ramon Bellverdú, trouxe na última noite do Festival de Comunicação (Festicom), organizado pelos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. “É legal fazer algo de bom que vai ter um retorno para marca, mas também você tem que pensar no alcance que isso vai ter, como esse conteúdo bom pode alcançar o máximo de gente possível”, compartilhou Ramon com o público presente.

A carma trabalha com quatro pilares em suas criações, fazer o bem, fazer pensar por meio da conscientização e mudança de pensamentos, fazer junto trazendo a comunidade para junto da marca e da ação, e fazer sorrir. O publicitário apresentou ao público algumas das ações realizadas pela empresa, buscando exemplificar como é possível colocar em prática ideias bancas, com pouco orçamento, desde que não exista o medo de fracassar. “Não ter medo de ideia tosca é importante. Se formos ver, 80% das ideias que a gente teve ao longo desses anos, partiram de pequenas bobagens ou apenas de observar o nosso cotidiano mesmo. No primeiro momento a gente pensa que a ideia não está com nada até tu testar ela. Não demore muito para colocar a ideia em prática, teste com o celular e se ver que pode dar certo, faça algo mais produzido e proponha ao cliente. O protótipo é essencial para que se convença o cliente a colocar a ideia em prática”.

Confira algumas ações da Carma:

Para chamar a atenção dos motoristas foi instalado uma sinalização com o número de acidentes em esquinas perigosas

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Intervenção realizada em bairros para trazer as crianças para brincar na rua

bola

Violão compartilhado para quem passar por ali e quiser tocar

violão

Medidor solar colocado para a população saber os horários de risco de estar ao sol e qual o fator de protetor solar é o indicado para utilizar no momento

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Premiação dos Trabalhos Vencedores do Festicom 2018

A última noite foi marcada ainda pela premiação dos trabalhos vencedores da Mostra Acadêmica de Comunicação. Foram 90 trabalhos inscritos nesta edição do Festicom, os quais foram avaliados por uma banca de 39 profissionais que estão em atuação no Mercado de Trabalho.

Confira os vencedores:

Na Categoria Jornalismo, modalidade Reportagem Jornalística em Texto, em segundo lugar, o trabalho O protagonismo da mulher agricultora, de Marjorie Bock, orientado pela professora Lara Nasi.

Na Categoria Jornalismo, modalidade Reportagem Jornalística em Texto, em primeiro lugar, o trabalho UPA Santo Ângelo: a solução que virou problema, de Eduardo Padilha, João Guilherme Cardoso Gomes e Robson Gomes, orientado pela professora Lara Nasi.

Na Categoria Jornalismo, modalidade Produção em Jornalismo Digital, em segundo lugar, o trabalho Fanpage Entre Nós, de Fabiane Madril e demais componentes do projeto Entre Nós, orientado pela professora Lara Nasi.

Na Categoria Jornalismo, modalidade Produção em Jornalismo Digital, em primeiro lugar, o trabalho Crescimento da Geração Grisalha, de Eduardo Padilha, João Guilherme Gomes, Laura Lanzarin e Róbson Gomes, orientado pela professora Lara Nasi.

Na Categoria Jornalismo, modalidade Produção em vídeo e telejornalismo, em segundo lugar, o trabalho A vida na estrada, de João Guilherme Gomes, Eduardo Padilha e Róbson Gomes, orientado pelo professor Celestino Perin.

Na Categoria Jornalismo, modalidade Produção em vídeo e telejornalismo, em primeiro lugar, o trabalho Entre nós: lendas indígenas no teatro, de Giuli Ana Izolan, Juliana Andretta e Natan Torzeschi, orientado pelo professor Celestino Perin.

Na Categoria Jornalismo, modalidade Produção em áudio e radiojornalismo, em segundo lugar, o trabalho Politicamente Correto, de Giuli Ana Izzolan, orientado pela professora Vera Raddatz.

Na Categoria Jornalismo, modalidade Produção em áudio e radiojornalismo, em primeiro lugar, o trabalho A vida sob pressão, de Daniella Koslowski e orientado pela professora Vera Raddatz.

 Na Categoria Jornalismo, modalidade Produção em fotojornalismo, em segundo lugar, o trabalho Conexões naturais, de Juliana Andretta, orientado pela professora Lara Nasi.

 Na Categoria Jornalismo, modalidade Produção em fotojornalismo, em primeiro lugar, o trabalho Majestosa vaca da propriedade Friske, de Fabiane Madril, orientado pela professora Lara Nasi.

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Na Categoria Publicidade e Propaganda, modalidade Vídeo Publicitário, em segundo lugar, o trabalho Campanha Trident Nunca se Esqueça, de Filipe Reichert, Ivan Gollo e Júnior Mildbradt, orientado pelo professor Celestino Perin.

 Na Categoria Publicidade e Propaganda, modalidade Vídeo Publicitário, em primeiro lugar, o trabalho O sucesso começa quando você sonha e a gente realiza, de Jéssica Tanara Saueressig, Gabriela dos Santos, Jéssica Adriana Kiesel e Sandro Santos, orientado pela professora Márcia Almeida.

 Na Categoria Publicidade e Propaganda, modalidade Publicidade Gráfica, em segundo lugar, o trabalho Ativamete, de Carolina Pizzutti e Nessana Klein, orientado pela professora Sílvia Frantz.

 Na Categoria Publicidade e Propaganda, modalidade Publicidade Gráfica, em primeiro lugar, o trabalho Proposta de marca: Usina de Ideias, de Susan Pereira da Silva, Bruna Pazuch e Letícia Peiter, orientado pela professora Nilse Maldaner.

 Na Categoria Publicidade e Propaganda, modalidade Publicidade em Meios Digitais, em primeiro lugar, o trabalho Facilit Cursos, de Bruna Pazuch e Laura Pimentel, orientado pela professora Sílvia Frantz.

 Na Categoria Publicidade e Propaganda, modalidade Campanha Publicitária, em segundo lugar, o trabalho Cerveja Citrine, de Pedro Person, Bruno Guterres, Eduardo Roratto e Aline Conrad, orientado pela professora Sílvia Frantz.

 Na Categoria Publicidade e Propaganda, modalidade Campanha Publicitária, em primeiro lugar, o trabalho Sort, de Aline Conrad, orientado pela professora Sílvia Frantz.

 Na Categoria Publicidade e Propaganda, modalidade Fotografia Publicitária, em segundo lugar, o trabalho 1 é pouco de Rafae de Souza, Fidel Arthur Franco dos Santos e Vitória Patias, orientado pela professora Rúbia Schwanke.

 Na Categoria Publicidade e Propaganda, modalidade Fotografia Publicitária, em primeiro lugar, o trabalho Um abacaxi: fruteira do seu Chico, de Pedro Person, João Kelm, Bruno Guterres e Eduarda Koning, orientado pela professora Sílvia Frantz.

 Na Categoria Publicidade e Propaganda, modalidade Áudio Publicitário, em segundo lugar o trabalho Gostinho de amor: cacau show, de Sthéfany de Oliveira, Bruna Pazuch, Bruno Ferreira de Souza, Carolina Pizzutti, Lara Noll e Matheus Bassi, orientado pela professora Rúbia Schwanke.

Na Categoria Publicidade e Propaganda, modalidade Áudio Publicitário, em primeiro lugar o trabalho Aplicativo Whatsapp, de Nessana Klein, orientado pelo professor Celestino Perin.

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 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Comunicação experimental em áudio, em segundo lugar o trabalho Tita, de Pedro Person, orientado pela professora Nilse Maldaner.

 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Comunicação experimental em áudio, em primeiro lugar o trabalho Todos os caminhos levam a Três Passos, de Nessana Klein, Bárbara Schimidt, Carine Massi e Sthéfany de Oliveira, orientado pelo professor Celestino Perin.

 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Comunicação experimental em vídeo, em segundo lugar o trabalho Eu Sei, de Rafael de Souza, Bruna Griebler, Rodrigo Marx e Stephanie Müiller, orientado pelo professor Celestino Perin.

 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Comunicação experimental em vídeo, em primeiro lugar o trabalho Se todas as músicas fossem em português, de Pedro Person, orientado pelo professor Celestino Perin.

 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Minha primeira produção, em segundo lugar o trabalho A violência no futebol como uma das faces do Brasil, de Fidel dos Santos e João Guilherme Gomes, orientado pela professora Sílvia Frantz.

 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Minha primeira produção, em primeiro lugar o trabalho A influência da publicidade infantil, de Alessandro Weber e Arthur Pacheco, orientado pelo professor André Gagliardi.

 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Plano de Comunicação, em segundo lugar o trabalho Geração Refeição, de Aline Conrad, Mônica Mühlbaier e Arthur Pacheco, orientado pela professora Rúbia Schwanke.

 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Plano de Comunicação, em primeiro lugar o trabalho Plano Fruki, de Matheus Bassi, Carolina Pizzutti, Lara Noll e Nessana Klein, orientado pela professora Nilse Maldaner.

 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Produção em Comunicação digital/multimídia, em primeiro lugar o trabalho Entre Nós: herança e presença da cultura indígena, de Giuli Ana Izolan e demais componentes do projeto Entre Nós, orientado pela professora Lara Nasi.

 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Produção de Imagem, em segundo lugar o trabalho Storytelling: contando histórias, de Rafael de Souza, João Kelm e Marcelo Barbosa, orientado pela professora Nilse Maldaner.

 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Produção de Imagem, em primeiro lugar o trabalho Yukã Ju em Ijuí, de Marjorie Bock, Laura Pimentel e Crystian Carniel, orientado pela professora Lara Nasi.

 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Texto Científico, em segundo lugar o trabalho Fotografia e histórias em quadrinhos: uma dupla dinâmica, de Juliana Andretta, orientado pela professora Lara Nasi.

 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Texto Científico, em primeiro lugar o trabalho A relevância da aplicabilidade do funil de vendas nas redes sociais, de Ianka Rüdell e Natália Schäfer, orientado pelo professor André Gagliardi.

 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Texto Livre, em segundo lugar o trabalho Mulheres indígenas: uma luta por mais direitos e justiça, de Marjorie Bock, orientado pela professora Lara Nasi.

 Na Categoria Produção Transdisciplinar em Comunicação, modalidade Texto Livre, em primeiro lugar o trabalho Crônica: Os treze, de Juliana Andretta, orientado pela professora Lara Nasi.

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Por Giuli Ana Izolan, acadêmica de Jornalismo.

Oficinas abordaram a realidade do mercado de trabalho da Comunicação

Na segunda noite de Festicom, os acadêmicos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda tiveram a oportunidade de participar de quatro oficinas que traziam para sala de aula a realidade do mercado de trabalho. Durante a noite, foram debatidas as temáticas de: assessoria de imprensa; portfólio e atuação profissional; gestão de marca e produção de conteúdo; e Design Thinking.

As acadêmicas de Jornalismo Daniella Koslowski, Giuli Ana Izolan, Mariele Greff e o acadêmico de Publicidade e Propaganda relataram o que rolou em cada uma das oficinas. Confira:

DSC_8544“A oficina Pensando a Assessoria de Imprensa na Prática, ministrada pela jornalista e assistente administrativa do Sicredi de Ijuí, Raíza Goi, profissional que já passou por diversos veículos de comunicação, entre eles, Unimed Noroeste/RS e Jornal Missões de Santo Ângelo, fez parte da programação do Festival de Comunicação – Festicom 2018. A discussão sobre assessoria de imprensa, um dos nichos do Jornalismo, contou com a troca de experiências entre a jornalista e os acadêmicos presentes. Os assuntos abordados que nortearam a oficina foram desde como o (a) assessor (a) desenvolvem o seu papel e quais as principais tarefas que uma assessoria precisa executar, tais como: fazer releases, agendar entrevistas em meios de comunicação, a importância de se ter um mailing, fazer clipping de tudo o que é publicado nos veículos para mensurar resultados e organizar de eventos. Para Raíza, nada é certo ou errado, cada organização trabalha de uma forma, o importante é ser objetivo, fazer o seu trabalho positivamente e sempre buscar a transparência, pois é uma prestação de serviço para a sociedade. Além disso, a jornalista reiterou a importância de ser multiprofissional, espelhar-se em bons profissionais, apropriar-se nos valores da organização na qual atua e ir em busca de seus objetivos sem perder a essência”.

Por Daniella Koslowski, acadêmica Jornalismo.

DSC_9607“Na oficina de Design Thinking e Comunicação, ministrada pela jornalista e mestranda em Comunicação e Indústria Criativa, Margarida Goldschmidt, os participantes tiveram a oportunidade de saber mais sobre esta nova técnica que vem se popularizando entre comunicadores. Segundo Margarida, Design Thinking, ou DT, como é conhecido, é o modo de pensar dos designers, a forma como eles resolvem problemas e parte de como podemos melhorar algo, levando em conta limitações como viabilidade, praticabilidade e possibilidade técnica e financeira. A base deste modelo de pensamento é formada por três pilares: empatia, colaboração e experimentação. Margarida deu continuidade à oficina ao relatar suas próprias experiências com design thinking, em especial sua tarefa de ampliar a incubadora Urinova com o uso desta técnica. Ela também compartilhou alguns de seus livros sobre o tema. Depois da apresentação, os participantes foram divididos em duas equipes e tiveram como desafio criar ações de comunicação para os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda durante o Profissional do Futuro, evento que ocorrerá em breve na Unijuí. Várias ideias foram elaboradas e, através dos aprendizados da oficina, foi possível delinear uma proposta plausível que poderia ser aplicada na vida real. A discussão foi bastante valiosa para a elaboração de ideias”.

Por Filipe Reichert, acadêmico de Publicidade.

_DSC8528“De forma descontraída e com exemplos de empresas reais, os sócios proprietários da A Doois Comunicação, o jornalista André Costa e a publicitária Carolina Behling mostraram a importância da gestão de uma marca e como a produção de conteúdo pode fortalecer uma empresa e seu produto com seus clientes. Para André, nada se faz sozinho é preciso o publicitário e o jornalista andar juntos para a gestão de uma marca. Já Carolina falou da importância de sempre argumentar, expor uma ideia e mostrar o porquê ela seria a certa para o negócio de seu cliente. Para finalizar a noite, os palestrantes propuseram aos participantes colocar a teoria em prática. Foram apresentados dois cases empresas, onde era necessário um slogan, e produzir conteúdo para aplicar em uma ação. Os alunos foram divididos em grupos para realizar a atividade e depois apresentá-la. O material produzido pelos acadêmicos será exposto para as empresas e, após a escolha dos clientes, a empresa irá divulgar em sua página a proposta vencedora”.

Por Giuli Ana Izolan, acadêmica de Jornalismo.

DSC_8695“Hoje em dia o mercado se molda conforme a realidade que se encontra. Apesar de a oficina Criação e Mercado: do portfólio à atuação profissional ser direcionada para acadêmicos de Publicidade e Propaganda, teve vários enfoques para o Jornalismo, como, por exemplo, o que a empresa espera do funcionário e sobre a criatividade de quem está por trás dos projetos. ‘Aproveite o máximo para aprender’, foi uma das frases mais importantes da noite. O pontapé inicial é justamente a curiosidade, o querer aprender e saber mais sobre aquele lugar em que se encontra. A empresa quer principalmente que o funcionário ‘vista a camisa’, que ele faça mais e o melhor pelo lugar em que está inserido. Já a criatividade é diversificada, mas crucial, pois os projetos devem ter pesquisa, atenção e cuidado”.

Por Mariele Greff, acadêmica de Jornalismo.

Discussão sobre Suicídio marca o primeiro dia do Festicom 2018

Foto Talita Mazzola

Deixar de falar de um assunto ou acontecimento, não faz com que ele não exista. É importante estarmos atentos e informados a respeito de tudo o que acontece ao nosso redor, e foi pensando nisso que em 2015, surgiu a campanha do Setembro Amarelo, mês escolhido para conscientizar sobre a prevenção do Suicídio. Dados da OMS, revelam que a cada 45 segundos uma pessoa morre por suicídio no mundo, além de ser a segunda causa de mortes.

A taxa de suicídio vem aumentando no Brasil, assim como na América Latina. Preocupados com esses índices e também com a importante função que o jornalista exerce nesse processo de compartilhamento de informações a respeito dessa temática, os cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Unijuí, em parceria com a equipe de Saúde Mental do Hospital de Caridade de Ijuí (HCI), realizaram ontem, 14 de agosto, uma Orientação de Comunicação para o Setembro Amarelo – prevenção ao suicídio. O debate abriu a programação do Festival de Comunicação (Festicom) que neste ano aborda os novos Desafios em Comunicação.

A equipe de Saúde Mental do HCI, composta pelo assistente social Alessandro Carnielutti Borré, os médicos residentes em psiquiatria Camila Brudna Eickhoff e Eduard Meyer Lamb, a enfermeira Itiana Vianna Fontana e a psicóloga Dulcilene Alves de Melo, abordaram desde os dados iniciais, principais causas de tentativas e efetivação do suicídio, até o atendimento pela equipe e como deve ser o cuidado pelos veículos de comunicação ao abordar essa temática. Após a apresentação, os presentes puderam participar de um debate que foi coordenado pelo médico psiquiatra Bruno Guidolin e pela jornalista Lara Nasi.

A discussão buscou exemplificar como os profissionais da mídia são indispensáveis na disseminação de informações para a prevenção da vida e como deve ser criterioso o método de publicação, pois de acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, no artigo 13º: “O jornalista deve evitar a divulgação dos fatos: – Com interesse de favorecimento pessoal ou vantagens econômicas; – De caráter mórbido e contrários aos valores humanos”. Porém, o que temos visto é a divulgação desses fatos com a descrição completa de como ele aconteceu ou com quem aconteceu.

As orientações discutidas na noite de ontem, reiteraram ainda a importância de saber ouvir o outro. Na maioria dos casos de quem está pensando em cometer o ato, ter alguém para conversar e ser ouvido, fortalece as intenções de viver, e faz com que o indivíduo vá desistindo da ação. Para o psiquiatra Bruno Guidolin, é importante que – tanto como profissionais como comunidade em geral – saibamos ouvir as pessoas que sofrem ou demostram comportamentos isolados, que muitas vezes são vistos como queixas, mas que é possível que por trás disso exista uma pessoa pedindo ajuda. “Essas pessoas só querem conversar, querem ser ouvidas, não é à toa que temos dois ouvidos e uma boca”, frisou Guidolin.

CVV em Ijuí

Desde 1962, é realizado o serviço voluntário e gratuito de apoio emocional e prevenção do suicídio para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo e anonimato. O trabalho é realizado pelo Centro de Valorização à vida (CVV) pelos telefones 188 (24 horas e sem custo de ligação) ou 144 (para os estados da Bahia, Maranhão, Pará e Paraná), e tem colaborado juntamente com os pronto-atendimentos locais. O município de Ijuí, em setembro, contará com uma unidade do CVV, instalada juntamente ao Conselho Fiscal do Centro de Valorização à vida de Ijuí (Cavi). O posto estará conectado com centros de todo o Brasil, e iniciará as atividades no dia 13 de setembro. “O CVV nada mais é do que um ouvido para escutar”, destaca o presidente do Cavi, Gilberto Woitchunas.

É importante salientar ainda que o Hospital de Caridade de Ijuí, considerado referência na região, possui uma equipe especializada para atender casos de suicídio, este é o segundo serviço mais solicitado na emergência do hospital. Ademais, é possível entrar em contato com outros serviços como Centro de Atenção Psicossocial (Caps), postos de saúde e profissionais da área.

Falar é preciso, mas ouvir é essencial. É de extrema importância pensar em formas de engajar o público sobre a discussão deste tema que não deve ser visto como um tabu. A informação é o meio para o conhecimento, quanto mais falarmos a respeito do suicídio, mais formas de prevenir poderão surgir.

Para mais informações:

Foto Hector Gomes“Psico-educação, a gente precisa psico-educar o nosso povo em algumas coisas, cada um na sua área, sendo jornalista ou não. […] A gente, como pessoa, precisa cuidar o que estamos publicando nas redes sociais, o que estamos distribuindo para os nossos amigos e família”.  Médico psiquiatra Bruno Guidolin.

Foto Hector Gomes (2)“A coisa boa que acontece na minha profissão é o retorno que eu tenho quando um encaminhamento que eu faço dá certo. Na saúde mental, a gente se frustra diariamente porque um paciente que tu fez um atendimento direcionado que tu acha que foi eficaz, dá uma semana ou duas e retorna, não é que nem tu tratar uma fratura, que o paciente vai lá, faz a cirurgia e vai embora bom. A saúde mental é um casamento, tu convive com aquele paciente a longo prazo”. Assistente Social Alessandro Carnielutti Borré.

Foto Filipe Reichert“Há recomendações da OMS de como fazer uma reportagem, que não tenha o efeito Werther [refere-se a um pico de emulações de suicídios depois de um suicídio amplamente divulgado], mas que tenha um efeito protetor contra o suicídio. Seguindo alguns princípios então, como, por exemplo, trabalhar em conjunto com autoridades de saúde na apresentação dos fatos, referir-se ao suicídio como ‘consumado’, não como suicídio ‘bem sucedido’, apresentar somente dados relevantes, fornecer informações sobre números de telefones e endereços de grupos de serviços onde se possa obter ajuda e mostrar indicadores de risco e sinais de alerta sobre o comportamento do suicida”. Médico residente em psiquiatria Eduard Lamb.

A Psicóloga Dulcilene Alves de Melo explicou quais motivos levam a vítima cometer suícidio Foto Hector Gomes.JPG“De forma inesperada, as pessoas se veem diante de sentimentos opostos, o que faz com que considerem a possibilidade de lutar para continuar vivendo. Encontrar alguém que tenha disponibilidade para ouvir e compreender os sentimentos suicidas fortalece as intenções de viver”. Psicóloga Dulcilene Alves de Melo

Foto Laura Lanzarin Venite.JPG“A grande maioria dos pacientes que tentam cometer suicídio e que a gente recebe hoje na unidade é por conflitos familiares. Por estarem em um quadro psicótico, por se acharem perseguidas, por estarem deprimidas e pensando que a vida não vale a pena. Desesperança em melhorar seu estado de saúde física e por serem portadores de um transtorno de personalidade”.  Enfermeira Itiana Vianna Fontana

A médica Camila Brudna Eickhoff mostra uma pirâmide Foto Hector Gomes“Ao longo da vida, para cada pessoa que é atendida no pronto socorro, com uma tentativa de suicídio ou suicídio consumado, tem mais três que tentaram suicídio, tem outras cinco com planos de suicídio e 17 pessoas pensando em suicídio, isso referente a uma estimativa de cada 100 habitantes”. Médica residente em psiquiatria Camila Brudna Eickhoff

 Por Daniella Koslowski, acadêmica de Jornalismo.

Novos desafios em comunicação na programação do Festicom 2018

O evento é realizado pelos cursos de Jornalismo e Publicidade da Unijuí e ocorre nos dias 14, 15 e 16 de agosto

E-Flyer Festicom 2018 Com o objetivo de debater sobre os novos desafios em comunicação vivenciados no mercado de trabalho e valorizar as produções acadêmicas dos alunos de Comunicação da Unijuí, estão abertas as inscrições para o Festival de Comunicação (Festicom) 2018. O evento é realizado pelos cursos de Jornalismo e Publicidade da Unijuí e acontece entre os dias 14 e 16 de agosto. Aberto à toda comunidade acadêmica e egressos, o Festicom contará com oficinas, palestras e a tradicional premiação dos trabalhos realizados pelos acadêmicos.

O Festicom tem como tema Novos Desafios em Comunicação e contará com profissionais que atuam no mercado de trabalho para compartilhar suas experiências e desafios. Para a coordenadora dos cursos, professora Rúbia Beatriz Schwanke, esta é uma oportunidade para os alunos e professores atualizarem seus conhecimentos. “Acredito que o Festicom é importante para o aluno por estarmos compartilhando os conhecimentos daquilo que está acontecendo agora no mercado de trabalho, interagindo com profissionais que são formados e que passam pelas desventuras, ou então pelos desafios, desse mercado que está em constante atualização. Além disso, é algo acessível para que esse aluno possa participar. É uma possibilidade de eles mostrarem as produções acadêmicas e a partir disso serem condecorados”, enfatiza.

Na terça-feira, dia 14 de agosto, o Festicom começa com uma orientação para a prevenção do suicídio e de como tratar esse assunto. A formação será realizada pelos representantes da Equipe de Saúde Mental do HCI: Alessandro Carnielutti Borré, assistente social; Eduard Meyer Lamb, médico; Camila Brudna Eickhoff, médica; Itiana Vianna Fontana, enfermeira; e Dulcilene Alves de Melo, psicóloga e será coordenada pelo psiquiatra Bruno Luiz Guidolin. Essa atividade é destinada não só aos acadêmicos, mas a jornalistas e publicitários que atuam na área, em preparação ao Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio.

 Na quarta-feira, dia 15, serão realizadas quatro oficinas práticas ministradas por profissionais das áreas que atuam no mercado. A jornalista e assistente administrativa do Sicredi, Raíza Goi tratará do dia a dia de um assessor de imprensa com a oficina Pensando a assessoria de imprensa na prática. O publicitário e sócio proprietário da Agência Soluty, Otávio Vicari, traz sua experiência profissional na área da Publicidade e Propaganda com o workshop Criação e Mercado: do portfólio à atuação profissional. Já o jornalista André Costa e a publicitária Carolina Behling, sócios proprietários da A Doois Comunicação, falam sobre como gerenciar uma marca e produzir conteúdo. A oficina Design Thinking e Comunicação, por sua vez, será ministrada pela jornalista e mestranda em Indústria Criativa, Margarida Goldschimidt.

Na quinta-feira, 16, a noite inicia com uma troca de experiência com o cofundador da Carma Intervenções Sociais, Ramon Ballverdú, que vem de Pelotas para compartilhar a experiência de intervenção urbana e execução de ideias com impacto social positivo realizadas pelo estúdio. Em seguida, acontece a premiação dos melhores trabalhos produzidos por acadêmicos dos cursos no último ano.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: usina@unijui.edu.br  ou poliana.henke@unijui.edu.br, ou ainda pelo telefone (55) 3332.0200 – Ramal 3110 ou Ramal 3118.

Por Giuli Ana Izolan, acadêmica de Jornalismo.

Inscrições abertas para o Festicom 2018

Capa Festicom 2018

As inscrições para o Festicom 2018 estão abertas, e podem ser feitas pelo Portal da Unijuí, até o dia 9 de agosto de 2018. Para participar os alunos precisam confirmar a inscrição mediante pagamento do boleto no valor de R$ 20, nos caixas da universidade, localizados no prédio da Biblioteca Mario Osorio Marques. O aluno também deve imprimir a ficha de inscrição disponível para download no Blog da Usina de Ideias e no Portal, na aba Eventos e entrega-la, junto com o trabalho, na Usina de Ideias.

O Festicom é dividido em três categorias: Jornalismo; Publicidade e Propaganda e Produção Transdisciplinar em Comunicação. Cada categoria é subdividida em modalidades correspondentes à natureza dos trabalhos experimentais, caracterizadas pela especificidade de mídia, linguagem, suporte, formato, serviço, entre outros.

O acadêmico pode inscrever até três trabalhos em cada categoria, lembrando que a cada dois trabalhos, acrescenta-se um valor de R$ 5 para concorrer. Os trabalhos serão avaliados por profissionais que estão atuando no mercado, em áreas correspondentes às modalidades avaliadas. Dentre os critérios que serão avaliados pelos jurados estão:

  • A adequação do trabalho em relação à modalidade em que foi inscrito.
  • A criatividade e a inovação do trabalho.
  • A viabilidade e aplicabilidade do trabalho.
  • A qualidade (ética/técnica/estética) do trabalho.

Os trabalhos vencedores de cada categoria serão determinados pelo júri, respeitando uma pontuação de 0 (zero) a 10 (dez). A divulgação dos vencedores será feita na cerimônia de premiação, no dia 16 de agosto, às 19h30, no Centro de Eventos da Unijuí. Para o primeiro lugar de cada modalidade será entregue um troféu e um atestado destacando o nome do aluno que inscreveu o trabalho, além do nome do professor orientador e outros colegas autores, se for o caso. Mas atenção, o atestado irá contar apenas com os nomes que estiverem na ficha de inscrição, por isso, não deixe de conferir se todos os nomes dos componentes do trabalho estão presentes e se a grafia está correta. O segundo lugar de cada modalidade receberá um atestado. Os atestados serão enviados por e-mail cerca de 30 dias após a realização do evento.

O evento acontece nos dias 15 e 16 de agosto de 2018, no prédio da Comunicação e no Centro de Eventos, do campus Ijuí. Não deixe de acompanhar o Blog da Usina para saber tudo que vai rolar no Festicom 2018.

Para saber mais: Regulamento 2018

Você também pode fazer o download da Ficha de Inscrição Festicom 2018.

Para dúvidas ou informações entrar em contato pelos e-mails: usina@unijui.edu.br  ou poliana.henke@unijui.edu.br, ou ainda pelo telefone (55) 3332.0200 – Ramal 3110 ou Ramal 3118.

Por Daniella Koslowski, acadêmica de jornalismo.