Alcar realiza Encontro Regional para discutir processos históricos da mídia

matéria Alcar

 7º Encontro Regional Sul de História da Mídia está com inscrições abertas. Até 24 de setembro pesquisadores, profissionais e estudantes de todas as áreas do conhecimento podem inscrever seus trabalhos. Os artigos devem ser enviados em formato PDF diretamente para o e-mail dos coordenadores dos Grupos de Trabalhos,com cópia para trabalhos.alcarsul2018@gmail.com.  As cartas de aceite deverão ser emitidas até 8 de outubro com eventuais atrasos pontuais. Os artigos aprovados serão incluídos nos Anais do VII Encontro Regional Sul de História da Mídia, mediante o pagamento das inscrições.

O evento tem como objetivo oportunizar o encontro de pesquisadores e profissionais da Comunicação e de áreas afins que possuem foco em análises sobre os processos históricos da mídia. Nesta edição, o Encontro Regional Sul acontece nos dias 25 e 26 de outubro de 2018 na Universidade Federal de Santa Maria, RS.

O tema norteador deste encontro é: a Comunicação, História e Cidadania – 30 anos da Constituição cidadã x 50 anos do AI-5 (símbolo do regime militar). Para discutir os assuntos serão realizados oficinas e grupos de trabalho. O evento também contará com a presença da professora de Jornalismo da Unijuí, mestra em Ciências da Comunicação (Unisinos) e doutoranda em Comunicação (UFSM), Lara Nasi, que ministrara a oficina “Narrativas pela igualdade: gênero e outras interseccionalidades na produção jornalística” juntamente com o jornalista, mestre e doutorando em Comunicação (UFSM), Alisson Machado.

 Programação Completa

Apoio de software para comunicação e pesquisa histórica em situação de deficiência visual. Ministrada pelo Professor doutor da Universidade Nacional de La Plata, Argentina, Cesar Luís Díaz

Entre memórias: as histórias de vida como fonte para o audiovisual. Ministrada pela coordenadora geral da TV OVO, Neli Mombelli e a Doutoranda e mestre em Comunicação Midiática pela UFSM, Marilice Daronco.

Jornalismo institucional como estratégia de comunicação: práticas e desafios. Ministrada Mestre e Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação (UFSM), Mirian Redin de Quadros.

Telejornalismo diário: rotinas produtivas, formatos tradicionais e novas linguagens. Ministrada pela Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação (UFSM), Juliana Motta.

Pautas de/em criação: o alinhamento publicitário ao consumidor contemporâneo. Ministrada pela professora do Curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Franciscana (UFN), Pauline Neutzling Fraga.

Planejamento de comunicação e a gestão de relacionamentos nas mídias sociais digitais. Ministrada pela Doutoranda e Mestre em Mídia e Estratégias Comunicacionais pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Taisa Ferro Dalla Valle.

Narrativas pela igualdade: gênero e outras interseccionalidades na produção jornalística. Ministrada pela professora de Jornalismo da Unijuí, mestra em Ciências da Comunicação (Unisinos) e doutoranda em Comunicação (UFSM), Lara Nasi e o jornalista, mestre e doutorando em Comunicação (UFSM), Alisson Machado.

O que é Alcar

O nome Alcar é homenagem ao historiador pernambucano Alfredo de Carvalho responsável, em 1908, pelo inventário do primeiro centenário da imprensa brasileira, sob os auspícios do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Alcar identifica o grupo que constituiu a Rede Alfredo de Carvalho (Rede Alcar), em 2001, durante reunião na Associação Brasileira de Imprensa, no Rio de Janeiro, para os propósitos de preservar a memória da mídia brasileira e preparar as comemorações dos seus 200 anos. Em 2008, ano do bicentenário, a assembleia reunida durante o 6º Encontro Nacional da Rede Alcar, na Universidade Federal Fluminense, em Niterói/RJ, decidiu fundar a Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia e manter o nome Alcar.

Para mais informações confira o site ou mande e-mail para: alcarsul2018@gmail.com

 Por Giuli Ana Izolan, acadêmica de Jornalismo.

Representatividade em banco de imagens

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Você costuma fazer dowloading de fotos em bancos virtuais? Já notou que a maioria deles não disponibiliza imagens de pessoas negras fazendo atividades comuns do dia a dia? A agência Shade, de Nova York, notou essa lacuna na internet e criou o site Nappy, inteiramente representado por pessoas negras. O banco de imagens é gratuito e contém fotos em alta resolução.

No Brasil, de acordo com o IBGE, mais da metade da população brasileira é negra. Em 2016, a população saltou para 205,5 milhões de habitantes, e os brancos deixaram de ser maioria, representando 44,2%. Os pardos passaram a representar a maior parte da população 46,7% e os pretos são agora 8,2% do total de brasileiros. O Brasil é um país miscigenado e diversificado, assim como o resto do mundo, porém é recorrente vermos apenas pessoas brancas sendo representadas a todo instante.

Para quem utiliza banco de imagens, essa é a dica da Usina! Acesse o site e veja as fotos. Ah, não esqueça de fazer o downloading para aquela sua matéria, peça ou campanha publicitária ou ainda seu trabalho de aula. ;)

Por Daniella Koslowski, acadêmica de Jornalismo