Feliz Dia de Lutas, Mulheres

A data de 8 de março é reconhecida mundialmente pelas Nações Unidas, desde 1977 como o Dia Internacional da Mulher. Existem muitas versões do motivo deste dia ter sido escolhido, no entanto, a mais conhecida e apresentada pela imprensa, como o jornal Folha de São Paulo, relata que a data foi escolhida pela ONU em homenagem a centenas de mulheres operárias que morreram queimadas, no ano de 1857, em uma fábrica têxtil em Nova York (EUA). O grupo reivindicava a redução da jornada de trabalho e o direito à licença maternidade.

No Brasil, a busca pela representatividade e qualidade de vida deu seu primeiro passo efetivo no ano de 1932, quando as mulheres saíram às ruas em busca do direito ao voto. Em 1985, por sua vez, houve outra conquista com o surgimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

Dia da Mulher 08.03

Mesmo com os êxitos já alcançados pelas mulheres até aqui, a atualidade revela ainda inúmeras batalhas necessárias. Em 2017, a Unilever, desenvolveu uma pesquisa com o objetivo de entender os desafios enfrentados pelas mulheres nos dias atuais. Os resultados obtidos mostraram que os estereótipos de gênero, as convenções sociais e os vieses inconscientes são os principais obstáculos que atrapalham o processo de igualdade entre homens e mulheres.

Entendendo a necessidade de empoderamento das mulheres e das meninas, a empresa buscou se engajar na discussão da igualdade. Com isso, campanhas e movimentos nas redes sociais, (linkar rede da empresa) como a hashtag #Unstereotype, foram lançadas como um compromisso global para combater os estereótipos na comunicação das suas marcas.

            Também no ano passado, em comemoração ao Dia da Mulher, o site Getty Images  juntou-se ao movimento pela igualdade de gênero. A campanha criada pela AlmapBBDO incentivava a compra de imagens forma que os usuários pensassem duas vezes antes de escolher uma foto para representar homens e mulheres. A campanha revelava que a escolha de uma foto masculina para representação de um chefe ou líder, por exemplo, é quase que automática, assim como uma foto feminina representando os serviços domésticos. Nessa perspectiva, a ação incentivava a quebra desses estereótipos, oferecendo fotos com os “papéis inversos”, ou seja, não estereotipando as tarefas.

 

Dica da Usina

Você já ouviu falar da ONG “Think Olga”? Caso não, aqui vai uma dica para você que gostaria de conhecer os conteúdos de empoderamento e os projetos em prol das mulheres. Para a ONG, informação é poder! E como nós, comunicadoras e comunicadores, também acreditamos nisso, vale a pena dar uma conferida nas plataformas digitais. É legal salientar ainda que a ONG desenvolve um projeto chamado “Entreviste uma mulher”, a fim de combater a ausência de vozes femininas em matérias e reportagens jornalísticas.