Centro Knight oferece curso sobre Python

Centro Knight oferece curso sobre Python

O Centro Knight, com o apoio do Google News Lab, está oferecendo um curso online gratuito para instruir os jornalistas sobre programação no Python. Ele ocorre de 20 de novembro até 17 de dezembro deste ano. Os instrutores são o programador e professor Álvaro Justen e o jornalista e fundador do Impacto.jor Pedro Burgos.

Com o curso os jornalistas, acadêmicos e comunidade em geral poderão escrever os próprios programas, automatizar tarefas e ter ideias para criar aplicativos. O curso é inteiramente online e não há aulas ou atividades ao vivo. Toda a instrução é dada pela Internet, em módulos semanais que podem ser acessados nos dias mais convenientes para os alunos O material didático está organizado em quatro módulos semanais. Cada módulo vai cobrir um tópico diferente por meio de vídeo-aulas, materiais de leitura e fóruns de discussão. Há também um questionário a cada semana.

Para inscrever-se crie uma conta em Journalism Courses, aguarde a confirmação da conta no seu e-mail. Faça login na plataforma e procure na listagem de curso a opção “Introdução à Programação: Python para Jornalistas”. Clique em “Inscrever-se”, receberá um e-mail confirmando sua inscrição. Adicione os endereços de e-mail knightcenter@austin.utexas.edu e nmazotte@gmail.com à sua lista de contatos para garantir que você receberá e-mails sobre o curso.

No final do curso, aos que estiverem interessados, poderão solicitar o certificado de participação através de um formulário que estará disponível online. Só receberá o certificado o aluno que completar pelo menos uma tarefa ou atividade do curso por semana e passar nos testes de múltipla escolha (cada teste pode ser feito quantas vezes o participante quiser).

Após a confirmação do certificado, o aluno deverá pagar US$ 30 através de um cartão de crédito internacional, no site da Universidade do Texas em Austin, o aluno receberá instruções de como baixar. O certificado é emitido pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas apenas para atestar a participação no curso online, ele não contém referência à carga-horária do curso.

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Os Supermaratonistas: o perfil dos viciados em séries

Conseguir ficar o final de semana inteiro olhando temporadas e mais temporadas na Netflix é o melhor programa para os apaixonados em série. Mas se você acha que é um supermaratonista, fica como sugestão conferir a última pesquisa feita pela Netflix antes de afirmar isso.

Em uma análise de dados de seus assinantes, a Netflix identificou a existência dos “Supermaratonistas”. Esses assinantes assistem uma temporada completa de uma série no mesmo dia que ela é lançada no site, afirma a Netflix. A empresa informa que nos últimos quatro anos os supermaratonista aumentaram 20 vezes, ou seja, eles já são mais de 8,4 milhões.

Esses dados reforçam como a internet está presente na vida das pessoas nos últimos anos. “A Netflix permite assistir à TV de uma forma que nunca foi possível antes. Não há nada melhor do que ver uma série mobilizar os nossos assinantes e acender o desejo de assisti-la”, diz Brian Wright, vice-presidente de séries originais da Netflix, em comunicado para a empresa.

 

As séries preferidas pelos Supermaratonista em todo o mundo

1-Gilmore Girls: Um Ano para Recordar

2- Fuller House

3-Marvel – Os Defensores

4- The Seven Deadly Sins

5- The Ranch

6- Santa Clarita Diet

7- Trailer Park Boy

8- F is for Family

9- Orange Is the New Black

10- Stranger Things

 

Esta última, estreia sua segunda temporada hoje! Não vai perder.

Supermaratonistas da Netflix

Artigo baseado em dados da Exame, Galileu e G1.

34º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo está com inscrições abertas

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O 34º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo está com inscrições abertas até o dia 20 de novembro. Com o tema “Direitos Humanos e o Combate a toda e qualquer forma de violência” os inscritos podem concorrer nas categorias Acadêmico, Crônica, Documentário, Grande Reportagem, Televisão, Rádio, Fotografia, Reportagem e Jornalismo Online. O material inscrito deve ser referente ao período que vai de 16 de novembro de 2016 a 15 de novembro deste ano. Nesta edição o melhor trabalho inscrito em qualquer categoria será premiado com um troféu e os segundos e terceiros lugares receberão um diploma.

Cada concorrente poderá submeter até três trabalhos, sendo exigidas quatro cópias para as categorias Reportagem, Grande Reportagem (livro), Fotografia (20×30), Acadêmico e Crônica. Os materiais de TV e Documentário devem ser entregues em DVD e, como os de Rádio, devem ter até 25 minutos de duração. As reportagens Online devem ser impressas e também entregues em CD.

No interior do Estado do Rio Grande do Sul, a ficha de inscrição deve ser solicitada junto aos promotores do prêmio, ou seja, Movimento de Justiça e Direitos Humanos e OAB. Aqui na Unijuí, no Departamento das Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação, o Dacec, também tem algumas fichas disponíveis aos interessados em participar. As inscrições devem ser entregues, pessoalmente ou pelos Correios, nos seguintes locais: ARFOC-RS (Rua dos Andradas, 943, conjunto 808, Centro Histórico, Porto Alegre/RS, telefone (51) 3227-6898, e-mail: arfoc@terra.com.br, site http://www.arfoc-rs.com.br); Movimento de Justiça de Direitos Humanos (Avenida Borges de Medeiros, 340, sala 94, Centro Histórico, Porto Alegre/RS, telefone (51) 3221-9130 e 9951-2869, e-mail: mjdhbr@gmail.com, site http://www.direitoshumanosbr.org.br.

 

Sobre o prêmio:

O Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH) e a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Rio Grande do Sul (OAB/RS), com a colaboração da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio Grande do Sul, instituíram, em 1984, o Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo visando estimular o trabalho dos profissionais do jornalismo na denúncia de violação e na vigilância ao respeito aos Direitos Humanos.

Em 2017, na edição em que completa 34 anos distinguindo e incentivando a missão do jornalista, o Prêmio Direitos Humanos recepciona para premiação, especialmente os trabalhos inscritos sob o tema do respeito e observância aos direitos da cidadania, por parte do Estado. Estes são princípios essenciais para a defesa dos Direitos Humanos sempre em risco nas sociedades da América do Sul marcadas por tanta desigualdade em risco nas sociedades da América do Sul marcadas por tanta desigualdade entre as pessoas e a deficitária ação do Estado.

Acadêmico de Publicidade e Propaganda relata experiência de participar do FIC

No início de outubro rolou o Festival de Interatividade e Comunicação, em Porto Alegre. O FIC, como é conhecido, reúne profissionais da área da comunicação para discutir as novidades do mercado e o futuro da comunicação. O evento é realizado pela ABRADIRS com co-realização do SEPRORGS. Nosso acadêmico Matheus Bassi, de Publicidade e Propaganda, participou do evento e escreveu um relato sobre como foi vivenciar essa experiência.

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“Durante os dois dias de evento, tive a oportunidade de assistir palestras de profissionais das áreas de design, marca e tecnologia como Fred Gelli, Cofundador e CEO da Tátil Design, agência responsável pela criação da marca dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos e uma videoconferência com Brian Solis, Analista Principal e Futurista da Altimeter, grupo de analistas digitais no Prophet Group.

O evento funcionou da seguinte maneira: No primeiro dia tivemos uma série de palestras na chamada Trilha Única, onde além da palestra do Fred Gelli, ocorreram também as palestras do Sílvio Meira (MuchMore), Luciana Bazanella (White Rabbit) e Pierre Mantovani (CCXP e Omelete Group). Já no segundo dia a programação começou com a vídeo-palestra do Brian Solis que depois entrou em videoconferência para um bate-papo. Após a palestra principal, o evento foi dividido em três trilhas onde os participantes podiam transitar pelos mais diversos assuntos como Realidade Virtual, Experiência de Marca, Gastronomia Social, Envolvimento com Marcas, entre outros.

Durante os dois dias, entre uma palestra e outra, tínhamos de 15 a 30 minutos livres para transitarmos pelos stands das empresas e instituições parceiras do FIC 2017, tempo aproveitado para ter contato com tecnologias que ainda não estão presentes no nosso dia-a-dia como a realidade virtual, que pode ser aplicada em uma infinidade de áreas como na criação gráfica, educação, mercado imobiliário entre outros.

O próximo FIC ainda não teve a data revelada, mas a minha presença já está confirmada, e se eu puder dar um conselho para vocês é que se programem para ir. A quantidade de conhecimento agregado de realidades e áreas diferentes da nossa é imensa e, para nossa área, conhecimento nunca é demais não é mesmo?”

 

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Guia de Direitos Humanos ajuda em cobertura de manifestações

Na última quinta-feira, a ONU lançou, em São Paulo, a versão em português do documento “Diretrizes para a Observação de Manifestações e Protestos Sociais”, um guia de assistência prática aos observadores de direitos humanos no contexto de manifestações e protestos sociais.

Em 2016, para ajudar os observadores(as) de direitos humanos no exercício de suas funções, o Escritório Regional para América do Sul do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), em conjunto com instituições nacionais de direitos humanos e Defensorias Públicas da região de São Paulo, produziu o documento “Diretrizes para a Observação de Manifestações e Protestos Sociais”.

Repressão a manifestação no Complexo da Maré

Repressão a manifestação no Complexo da Maré, em 2015, no Rio de Janeiro. Foto: Mídia Ninja. Publicação site Nações Unidas

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) e o Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) participaram do processo de elaboração destas diretrizes. Segundo a ONU, trata-se de um guia de subsídio a todos que exercem a tarefa de observação de reuniões e ações coletivas, para facilitar o processo de verificação do cumprimento de obrigações e normas internacionais, o monitoramento das circunstâncias que emolduram as manifestações e protestos, bem como a captação de informação, sua revisão e eventual e imediato uso frente às violações aos direitos humanos.

Segundo o ACNUDH, o aumento das manifestações e protestos é tema crucial que tem emergido no Brasil. De acordo com o escritório de direitos humanos da ONU, cidadãos e cidadãs estão demandando mais às democracias, exigindo maiores níveis de participação, transparência, não discriminação e maior acesso a direitos essenciais.

O documento recolhe as experiências e boas práticas das instituições nacionais de direitos humanos e Defensorias Públicas da região, em matéria de observação de manifestações e protestos sociais no contexto da América do Sul.

Não deixe de baixar o documento:

Diretrizes_Português_versão-online

Fonte: ONU

Vem aí Semana Estado de Jornalismo

A Semana Estado de Jornalismo está chegando e os acadêmicos que querem ficar por dentro dos principais debates da área devem ficar ligados no prazo de inscrições. O evento reúne cerca de 300 estudantes de todo o país no auditório do Estadão, em São Paulo, para palestras, workshops e visitas guiadas à redação.

Neste ano, a Semana ocorre de 24 a 27 de outubro, na parte da tarde, com o tema “Jornalismo em Rede”. São quatro dias intensos, com uma programação desenvolvida para aproximar universitários de profissionais experientes e de fontes em vários setores. As atividades são gratuitas, mas é preciso ficar atento para garantir a participação. As vagas são limitadas e as inscrições feitas diretamente com os coordenadores das faculdades. Mais informações estão disponíveis no blog Em Foca e também na página do Facebook.

8o. PREMIO SANTANDER JOVEM JORNALISTA E SEMANA ESTADO DE JORNALISMO

Auditório do Estadão – foto de blog Em Foca

A Semana Estado de Jornalismo é um dos mais tradicionais eventos dedicados a jornalistas em formação. Criado em 1993, o programa a cada ano busca um enfoque diferente, das grandes reportagens em várias áreas às inovações tecnológicas que vêm modificando a forma de produzir a informação. Junto com a Semana Estado é promovido o Prêmio Santander Jovem Jornalista, para a melhor reportagem produzida após o evento. A pauta da reportagem a ser produzida é divulgada no início da Semana.

O vencedor tem sua matéria publicada no Estadão impresso e ganha um semestre letivo na Universidad de Navarra, na Espanha, com todas as despesas pagas. O jovem jornalista ainda recebe um laptop e a reportagem também no site do Estadão, assim como os finalistas.