Milagres acontecem (ou a gente dá um jeitinho)…

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O Santo de Casa desta semana é com Jacson Silveira, ele fala sobre sua trajetória e dá dicas importantes para o pessoal da Comunicação. Confira:

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Olá! Provavelmente vocês já tenham me visto pelo câmpus, ou pela sede, ou pelo Metamorfose… ou não, vai saber. Jacson, prazer! Sou tucunduvense (isso mesmo, não tá errado, nasci em Tucunduva/RS), mas passei a maior parte da minha vida em Santa Rosa e há alguns meses fixei residência aqui em Ijuí.

Trabalho com artes gráficas desde os 15 anos, quando comecei em uma gráfica pequena em Santa Rosa. Quando me formei no Ensino Médio, em 2005, não sabia muito bem o que faria da vida, então acabei me formando em TI em 2007. Infelizmente nesses 2 anos conclui que hardwares, softwares e programação não eram a minha praia. Foi então que me convidaram para trabalhar na assessoria de imprensa da Fundação Educacional Machado de Assis (FEMA), em Santa Rosa mesmo, para ser o “guri das artes”.

Lá tive meu primeiro contato direto com o mundo publicitário, porque tive a responsabilidade de criar as campanhas de vestibular e matrículas da instituição, embora eu estivesse cursando a faculdade de Administração. Já disse que eu não sabia o queria fazer da vida, né? Pois então. A partir deste momento foi que realmente soube: Publicidade e Propaganda. Foi aí que virei acadêmico da Unijuí.

Gurizada da Agência GH

O pessoal da GH

Após 4 anos de experiência em assessoria de imprensa, em que assinava todos os materiais gráficos que saiam de lá, senti que precisava entrar de vez para a vida publicitária e trabalhar em uma agência. A Agência GH, embora não seja uma agência de publicidade, me deu essa oportunidade e: que mudança drástica! A exigência e as responsabilidades aumentaram pra car****… e foi isso que me fez evoluir muito, tanto profissionalmente quanto como pessoa. Os quase 3 anos que fui designer na ‘Diedi’ me trouxeram experiências incríveis: pesquisas, entrevistas com clientes e players, criação e interpretação de briefings, planejamento e execução de projetos complexos. Horários, prazos, metas e principalmente a qualidade dos projetos eram cobrados diariamente. E eu agradeço por isso, pois só assim o meu nível intelectual e profissional poderiam melhorar. E melhoraram.

Em meados do ano passado surgiu a oportunidade de vir morar em Ijuí e trabalhar na Agência Z. Foi outra surpresa ver que dois ramos de comunicação poderiam ser tão diferentes. Não do ponto de exigência ou de qualidade, mas sim da distinta maneira de trabalhar. Acabei por aprender a usar softwares que eu não tinha tanto contato e produzir materiais com os quais não estava acostumado. Ou seja: mais um pouco de bagagem para minha vida profissional.

Pessoal da Z

Na Z

Amigos e contatos profissionais são outros pontos positivos dessa trajetória, os que fiz, cultivo até hoje e pretendo cada vez mais fazê-los. Porém, não pensem que é tudo as mil maravilhas. Muito pelo contrário. Quebrar a cara e ouvir muita coisa que a gente não quer faz parte do dia a dia do profissional de comunicação. Contudo, isso só serve como experiência também.

Se eu pudesse dar um conselho para quem está cursando CS é: trabalhe na área desde o começo ou assim que puder. A teoria é importante, entretanto a prática e as implicações que o “colocar em pratica” impõem são extremamente desafiadoras, e somente com a experiência se aprende a lidar com elas, pois a vida de comunicador é muito intensa e dinâmica.

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