A trajetória de Luiz Henrique Berger

por onde anda2

O curso de Comunicação Social da Unijuí completa 20 anos em 2015. Luiz Henrique Berger faz parte dessa história. A sua trajetória começou na primeira turma de Comunicação, lá em 1995. Hoje Luiz é o diretor da Rádio Educativa Unijuí FM. Com vocês, o relato de um jornalista:

Luiz

Não quero aqui fazer uma defesa do diploma, mas estudar é bom, aprender é muito bom. Costumo dizer que quem me deixou assim – em termos profissionais – foi a universidade, os professores, os debates em sala de aula, o convívio com colegas, a diversidade de ideias que encontramos nesse meio e o permanente aprendizado.

O rádio descobri muito cedo, antes até da tv, que chegou em minha casa em 1974. O receptor com ondas médias e curtas ocupava um espaço nobre na sala. Mais recentemente, o de cabeceira foi substituído pelo smartphone, mas continua sendo rádio, oxigenado pela internet. O rádio me foi apresentado por meu pai. Era um Transglobe, onde ele ouvia principalmente noticiários. Não demorou para eu ficar fascinado pelas jornadas esportivas e pela música que o rádio dos anos 70 oferecia.

Sou muito grato por ter recebido a oportunidade de trabalhar na Unijuí FM. Tenho uma segunda casa também, que é a Rádio Repórter. Os 25 anos de estrada incluem ainda experiências em jornais da cidade (Hora H, Imparcial e Repórter) e na Rádio Progresso. Ao longo desses anos fiz um pouco de tudo, como fazem os jornalistas do interior, cobrindo polícia, geral, política e esporte.

Fiz parte da primeira turma de Comunicação da Unijuí. No Jornalismo foram 6 formandos; 5 gurias. Seguimos caminhos diferentes. O oferecimento do novo curso com as três habilitações gerou um interesse grande de um público diverso da região. Lembro de colegas de aula já em atividade em rádio, jornal e tv, um secretário de educação de município da região e um delegado de polícia aposentado. Não eram jovens como a maioria dos bixos que vejo hoje circulando pelo campus. Se em equipamentos a primeira turma não tinha à disposição tudo que imaginava, o time de professores era de primeira.

A última questão a ser respondida neste texto quer saber a respeito de planos para o futuro. Bem, na verdade não tenho aquele sonho de entrevistar determinada figura ou de realizar uma reportagem num lugar especial. Tenho sim pesquisado e buscado o máximo de informações que ajudem a entender como o rádio irá crescer, pois estou entre os que acreditam ser o rádio um veículo do futuro. Em termos gerais, na profissão, seguir fazendo com seriedade o meu trabalho, e como meu pai fez questão de lembrar antes de partir: sem me corromper.

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