É possível aprender novas línguas sem sair de casa

André Pinheiro, que é chefe de cozinha e trabalha na Rádio Unijuí FM, morou nove anos em Londres (Inglaterra) e aprendeu a língua praticando, lendo e ouvindo conversações

André Pinheiro, que é chefe de cozinha e trabalha na Rádio Unijuí FM, morou nove anos em Londres (Inglaterra) e aprendeu a língua praticando, lendo e ouvindo conversações

André Pinheiro, que é chefe de cozinha e trabalha na Rádio Unijuí FM, morou nove anos em Londres (Inglaterra) e aprendeu a língua praticando, lendo e ouvindo conversações

Aprender, sim. De verdade? Não. A aprendizagem é um processo didático, assim como o processo de evolução do ser humano. A criança aprende primeiro a engatinhar, depois aprende a caminhar, e posteriormente começa a falar. A aprendizagem de línguas estrangeiras também funciona assim, ou seja, é possível que se aprenda a identificar as palavras, e depois passar a escrevê-las, a partir do momento que se faz uso da gramática então identificar o som e o que é mais importante: ouvir. É possível identificar com mais facilidade a partir do momento em que se ouve.

O processo é demorado, principalmente quando ocorre a distância. A melhor forma ainda é a intercomunicação, a interdisciplinaridade, a relação com pessoas que já falam diferentes línguas, ir a campo.

Existem os chamados “papagaios” disponibilizados em sites da internet que são cursos de repetição. Um deles é o Método Callan, que estimula o aluno permitindo um aprendizado diferenciado, através de aulas que funcionam em um esquema de perguntas-respostas, rodízio de professores, utilizando o inglês como meio de comunicação.

Para saber mais sobre o método você pode acessar o endereço callan.co.uk ou ler mais sobre o assunto neste site.

André Pinheiro, que é chefe de cozinha e trabalha na Rádio Unijuí FM, morou nove anos em Londres (Inglaterra) e comenta que aprendeu a língua praticando, principalmente lendo e ouvindo conversações: “Todo tipo de conversação a partir da experiência de ouvir, prestando atenção em informações dadas por autofalantes de metrôs, cardápios de restaurantes em que trabalhei, diálogos entre outras pessoas e a conexão ao rádio e televisão”.

Há distintas formas de aprendizagem, porém a mais concreta é a ligação com pessoas que dominem a língua. Leitura ligada à identificação de palavras também pode ajudar muito, assim como a música, que possibilita a identificação sonora de pronúncias.

Texto: Laís Dahmer


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