A indústria do dano moral

160688_jornalNotícia de última hora:

A Constituição Brasileira foi alterada no seu Art. 220/88: “A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo sofrerão todo e qualquer tipo restrição e censura, observado o disposto nesta Constituição”.

Quando lemos algo assim, logo pensamos que só pode ser pegadinha…

Pior que é mesmo! Difícil cair nessa, né? Dá para brincar um pouco, afinal, não poderíamos deixar passar em branco este primeiro de abril, dia da mentira.

Ufa! Passado o susto, que tal discutirmos um pouquinho mais sobre liberdade de expressão e informação. Qual o significado de liberdade? O que, hoje em dia, pode estar cerceando a livre veiculação de notícias na sociedade? Será que existe uma ditadura subliminar que vai além da nossa vã filosofia?

Sem dúvida!

Você, por acaso, já ouviu falar na indústria do dano moral? Quem foi na palestra do jornalista Paulo Sérgio Pinto, promovida pela Unimed no último dia 27, ficou por dentro desse assunto. Paulo ressaltou o fato de que determinadas leis são as grandes opressoras dos meios de comunicação e sua função de disseminar todo e qualquer tipo de informação. Só no Brasil, temos aproximadamente 1.500 processos criminais em andamento contra quatro grupos empresariais de comunicação.

Só para nos situar, em que posição no mundo você acredita que o Brasil está em termos de liberdade de informação?

Nonagésimo lugar. Verdade, acredite! As mentirinhas já terminaram… A Finlândia está no topo, 1º lugar! Este é um dado da Freedom House e traz um alerta para todos os comunicadores e cidadãos. Afinal, qual é a tradução desta estatística para a realidade brasileira, o porquê da mesma, onde estão os mecanismos cerceadores da liberdade de expressão, como combatê-los?

Refletindo sobre este contexto, Paulo Pinto usou a expressão “Advogado de porta de jornal” para salientar o crescimento da indústria do dano moral, que envolve questões como o acesso à informação pública e o conflito entre o direito à informação e a invasão de privacidade.

Agora, se liga comunicador.  Precisamos ficar atentos aos casos de repressão implícitos por aí, divulgar as informações que chegam até nós de forma ética e transparente, porque, afinal, como brincou o palestrante Paulo Pinto, “Jornalista não engravida a notícia” e precisamos de caminho livre para não esconder da sociedade o que rola por aí!

Confira alguns cases engraçados -e alguns nem tanto -, que foram trazidos por Paulo Pinto em sua palestra: Liberdade de imprensa e liberdade de expressão: um direito à informação.

Nestes cases, Paulo falou, entre outras coisas, sobre a importância da internet e do jornalismo para tornar público fatos que rolam nos bastidores das histórias sociais:

Curta e reflita aí:

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