Onde o fato encontra a palavra II

Continuando a publicação da série de textos produzidos na disciplina de Oficina de Leitura e Produção de Texto, chegou a hora de tratar de tecnologia.      Confira a crônica da aluna Lahis Welter:

Tecnologias: necessidades básicas do século XXI

Estranho receber um telegrama anunciando a morte de um familiar que mora em outra cidade? Não era assim, num século onde as informações não eram resumidas em 140 caracteres, até porque esse “monte” de letras poderia custar caro quando um telégrafo era usado.

As mudanças são evidentes e claras, as gerações vão se passando e começa a ficar cômico relatar fatos reais de 15 anos atrás. Usar cartas e telegramas, ou mesmo ter uma internet discada é piada pra quem nasceu na era das redes sociais, da internet wireless e dos smartphones.

Disquete, então. Hoje se chama pen drive. Computadores em casa já são raros, laptops, netbooks, tablets e até celulares os substituem. É engraçado e ao mesmo tempo surpreendente perceber que a cada 10 anos se fica defasado. As tecnologias mudam, o modo de escrever e falar, também. Tudo em decorrência da grande influência causada pelas máquinas.

Irônico, mas real. As máquinas dominam nossa forma de agir e organizar as tarefas diárias, sim. Mesmo que fique difícil admitir. Quem nunca correu pra colocar créditos no celular ou pedir um aparelho emprestado para “urgentemente” responder uma mensagem que jogue a primeira pedra.

Será mesmo que quando da não existência desta não esperávamos para ouvir a resposta pessoalmente no outro dia ou algumas horas depois? Fingir que não precisa de celulares, computadores, aplicativos específicos é hipocrisia.  É até inocente pensar ser independente das novas invenções. Fique um final de semana sem TV, computador e celular e depois me conte a experiência.

Tecnologias: você consegue viver sem?

Tecnologias são importantes, causam dependência e facilitam muito o trabalho, a comunicação e diversos setores da sociedade que, graças a elas, evoluíram rapidamente. Por isso não sinta-se culpado por ter aquele pânico: não trouxe meu celular para o trabalho! É normal sentir-se desesperado pela comunicação em uma era onde a interação é necessidade básica.

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