Newsonomics para “Raposas”

A palavra digital está na moda. Todos os meios estão vestindo esta tendência tecnológica: grande parte das emissoras de televisão já estão adotando o sinal digital; a internet já domina o mundo e o rádio já está investindo nessa lógica, estima-se que até 2020 todas as rádios do país já estejam digitalizadas. Sem falar nas redes sociais, nos ipods, tablets, smarthphones. No desfile de todas essas inovações nos deparamos com novas formas de produção, veiculação e recepção de notícias. Como fica o jornalista diante de tudo isso?

Não restam dúvidas que a transição para o online é um desafio para a comunicação como um todo, mas, principalmente para os jornalistas que têm em suas raízes o analógico dos fatos. Mas que tal uma ajudinha para compreender um pouco mais sobre todas essas mudanças? Com vocês:

É o que se propõe a discutir o livro Newsonomics: Doze Novas Tendências Que Moldarão as Notícias e o Seu Impacto na Economia Mundial.

O livro foi escrito pelo americano Ken Doctor e lançado em 2011. Segundo a sinopse da obra, as “leis” apresentadas no livro revelam os tipos de notícia que os leitores receberão e que os jornalistas (e cidadãos) produzirão à medida que ingressamos na primeira década de notícias verdadeiramente digitais, com uma nova visão das notícias que receberemos no papel, na tela, no telefone, por blog, por podcast e por meio do Facebook e do Twitter. Além disso, possui um capítulo específico dedicado às habilidades que os jornalistas precisaram ter, além de mostrar aos profissionais de marketing uma visão do que as mudanças tecnológicas significarão para eles.

Em entrevista ao jornal Zero Hora, Ken Doctor, evidenciou algumas ideias sobre o mercado digital. Para ele:

  • “Os leitores estão-se a tornar os seus próprios editores, e editores dos outros também”;
  • “O tablet é somente um acessório tecnológico, ainda que interessante. Mas não, não é o salvador. O que ele oferece às empresas de comunicação é a possibilidade de se reinventar”;
  • “Acredito que, até 2015, 75% dos livros serão digitais. Para os editores, os custos diminuem. Para os autores de não ficção, a atualização de conteúdo é quase instantânea, o que se trata de um grande diferencial para eles. Para os leitores, o acesso é mais rápido e mais fácil. Assim como os jornais impressos estão se transformando de produto de massa em produto segmentado, o mesmo acontecerá com os livros. Nós sempre teremos livros de papel, mas eles serão mais especiais para nós de alguma maneira”.

Se você está a fim de se atualizar e aumentar seu repertório no assunto esta é uma ótima dica de livro para você se destacar na passarela do mercado da informação. Curta essa ideia!

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