Lição das Redes Sociais

Na hora de escolher uma marca ou comprar um produto você leva em conta o que falam dele nas redes sociais?

Para não cair em roubadas é cada vez mais habitual escolher como critério os comentários do Facebook ou do Twitter para fazer uma eventual avaliação antes da compra. É uma atitude prática e estratégica, na medida em que você consegue informações rápidas e se certifica se vale ou não apena investir em determinado produto. Por outro lado, essas atitudes dos consumidores também levaram a uma reformulação das estratégias utilizadas pelo mercado, que já está consciente que qualquer vacilada é relatada em 140 caracteres e cai como uma bomba na sua imagem e no seu caixa.

Assim, não dá para negar que as redes sociais são uma revolução positiva e aliada dos consumidores. Mas você saberia dizer o quanto? A pesquisa Empresas e Consumidores nas Redes Sociais revelou, através de alguns percentuais, que as empresas precisam abrir seus olhos para o que estão falando delas nas redes sociais. Afinal, 22,4% dos entrevistados revelaram que analisam a opinião dos demais internautas antes de adquirirem algum serviço ou comprarem alguma mercadoria. Se você é um desses, quais são os deslizes das empresas que mais chama a sua atenção na rede?

Recentemente, a publicidade da marca Prudence se destacou-se no Facebook.  A peça publicitária “Dieta do Sexo” foi considerada por muitos internautas como um incentivo ao estupro. Do Facebook, a discussão  migrou para o twitter, onde foi criada a hashtag #PrudenceNaoApoieEstupro. Resultado: a marca teve que dar explicações e acabou por retirar a peça de seu mural na rede social.

A força das redes sociais se destaca em todos os segmentos, a partir de  distintas manifestações  dos consumidores/ internautas.  Mas quais são as vaciladas das empresas que mais são alvo desse tipo de atitude? Segundo informações contidas no site da abril.com,  dentre as ações reveladas através da pesquisa, destacam-se como as mais desfavoráveis as ações invasivas das empresas (11,8%), mau atendimento (10,8%), propaganda enganosa (7,8%), falta de ética (6,2%) e preços abusivos (4%). E o que já era de se esperar, 73,5% dos usuários seguem o perfil das marcas.

A análise foi realizada pela agência JeffreyGroup, em parceria com o Instituto Ideafix, durante a quinta edição da Campus Party, realizada em fevereiro, e ouviu 500 pessoas.

E atenção, as ações que mais atraem os consumidores na web, em primeiro lugar, são promoções (31,2%), depois vem, nada mais nada menos que a boa propaganda, com 10,4%. O interessante nesses números é o caráter conceitual que trazem para nós, enquanto comunicadores, já que se pode apreender que as redes sociais se consolidam como forma de comunicação profissional que deve ser estudada e conectada com os planos de comunicação elaborados para as instituições. Esta é uma grande lição, afinal, empresa que não se comunica se trumbica.

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