Pequenas histórias, amplas redes…

Jornalista Tiarajú Goldschmidt, editor de redação do Jornal das Missões.
Foto: Reprodução Facebook.

 O uso das redes sociais na atividade    jornalística já é um fato. Como abordado  abordado aqui no blog, as ferramentas que caracterizam as mídias digitais são praticamente indissociáveis ao trabalho diário de produção de informação. Para o Jornalista Tiarajú Goldschmidt, editor de redação do Jornal das Missões, as redes sociais são importantes tanto para acompanhar o que está na “boca do povo”, quanto para acompanhar a repercussão das matérias do jornal, rádio, site, ou outro veículo em que o jornalista trabalha: “Recentemente tivemos um caso no Jornal das Missões, em que um debate começou nas redes sociais sobre a demolição de um prédio considerado histórico, e graças a essa mobilização acabou no jornal e na justiça, embargando a obra”. O resultado disso foi a criação de um espaço no Facebook com o título “Defenda Santo Ângelo! Quero nossa história viva”.

Pensando nesse contexto, o que você faria se lotassem sua caixa de emails com spam de cinco em cinco minutos?

No universo das redes, a resposta é clara: Os jornalistas produziram uma página de discussão no “Face”.

Quer entender a história? É o seguinte…

“Era uma vez a lista de emails da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). A lista estava com um probleminha básico: enviava um spam a cada cinco minutos para toda a sua lista de e-mail, que é gigantesca. Após uns 20 e-mails, o pessoal começou a reclamar, respondendo para toda a lista, aumentando ainda mais o spam. Isso durou uma semana, em que o pessoal ficou se respondendo e-mail, reclamando e pedindo para ser retirado da lista. Acabou que foi criado um grupo no Facebook com o nome “Jornalistas da lista“, conta Tiarajú.

Dessa forma, evidenciamos que nas redes sociais é possível identificar pautas, opiniões, fontes, discussões e polêmicas, estando as redes já matriculadas em nosso instinto de resposta social e ideológica. Mas, atenção, o uso das redes sociais só será benéfico se tiver certos cuidados e precauções.

Confira duas dicas do jornalista Tiarajú Goldschmidt:

  • Ao utilizar as redes sociais como fonte para as pautas, é preciso tomar os mesmos cuidados que ao fazer uma entrevista pessoalmente: ver se a pessoa está ironizando ou não (nas redes sociais acontece com muito mais frequência).
  • Pedir autorização para utilizar determinada declaração, quando esta ocorrer em algum grupo fechado e não para o público.

E você conhece outras dicas? Comente e compartilhe suas estratégias para não cair nas pegadinhas da rede…

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s