O desafio de fazer a monografia.

Escolher a temática da monografia é um desafio para os concluintes de qualquer curso superior, o acadêmico deve escolher um assunto que conhece ou algum pelo qual tenha interesse em se aprofundar.

A editora chefe do Jornal O Repórter Estefania Vieira Linheiras, formou-se pela Unijuí no ano de 2006, e desde o início da sua faculdade,  já tinha em vista o tema  de sua monografia, sabia que  ia relacionar e direcionar sua escrita ao meio ambiente, o estágio no Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Ijuí influenciou muito na sua escolha, Estefania nos contou que foram  muitas conversas com os professores: “conversei com vários professores até chegar à temática final, no primeiro semestre de 2006, quando elaborei o Projeto de Monografia”.

A egressa  teve como orientador o professor Marcio Granez, porém destaca que várias pessoas  ajudaram-na a construir essa temática, entre elas o professor que foi banca na defesa, Celestino Perin e o jornalista Reges Schwaab.

Assim que ela havia definido sua abordagem e esquematizado o tema (meio ambiente) definiu que sua monografia levaria como título “A Responsabilidade Social no Jornalismo através da Gestão Ambiental: Análise do caderno Ambiente, de Zero Hora”. O que ela não imaginou é que seria tão difícil conseguir subsídios sobre esse assunto,  o que  atualmente está tão em evidência, sendo uma preocupação mundial, na época começava a aparecer.

Estefania sabia da importância do seu assunto, e o quanto ele seria visível, “sabemos que nossas atitudes hoje terão reflexos futuros, talvez isso tenha ficado ainda mais claro devido a fatos que acontecem no Planeta, como por exemplo, o depósito de resíduos em locais impróprios ou até mesmo a destruição de áreas de preservação permanente e reservas legais”, e lembrou “a sistemática é simples, trabalhar a conscientização do ser humano, para que ele colabore em preservar para o futuro”.

De acordo com ela, foram potes e potes de sorvetes, pois fez sua monografia em pleno verão, e que mais que o sorvete, foram horas  e horas escrevendo, “Sem contar aqueles momentos que não se tinha nenhuma inspiração”. “Minha mãe era a mais preocupada com a minha saúde, e para que eu não ficasse muito louca, amigos e famíliares tiveram que ter muita paciência, porque sumi por seis meses, apenas mandando informações que estava viva”.

Com a orientação do professor Marcio, Estefania dividiu a monografia em cinco capítulos: 2. Evolução Ecológica: a cobertura na imprensa dos principais debates ecológicos (2.1 A política de comunicação das ONG nos debates ecológicos; 2.2 A influência da Comunicação no Processo Evolutivo das ONGs; 2.3 A construção da mudança comportamental através do Jornalismo); 3. Ética e Responsabilidade Social no Jornalismo (3.1 Ética e os valores do jornalismo e dos jornalistas; 3.2  A ética no emprego da responsabilidade social no Jornalismo Ambiental; 3.3 A prática de um jornalismo ético); 4. A prática do jornalismo especializado (4.1 O Jornalista inserido no processo de Gestão Ambiental; 4.2 Jornalismo como agente da Educação Ambiental; 4.3 A prática do jornalismo especializado ambiental); e 5. Análise do Caderno ‘Ambiente’, de Zero Hora (5.1 A concretização do Ambiente; 5.2 Decodificando para o leitor; 5.3. A participação do leitor; 5.4 Um cantinho para as ONGs; 5.5 A imagem e os responsáveis pelo caderno Ambiente; 5.6 A estrutura do Ambiente; 5.7 A pesquisa científica no Jornalismo Ambiental; e 5.8 O Jornalismo Ambiental Especializado)

Ela lembra que o item “5”, que se referia à análise foi à parte mais difícil de elaborar: “Escolhi três edições, uma de cada ano: 27 de maio de 2004, 26 maio de 2005 e 27 de abril de 2006”.

A escolha da temática continua influenciando na vida profissional desta que hoje é editora chefe do jornal O Repórter e que faz parte da história dos 15 anos do curso de comunicação.

“É uma área que está crescendo e necessita de “olhos mais especializados”, a partir do momento em que você possui a responsabilidade de intervir na conscientização de uma sociedade. Se tiver a tarefa de levar a informação de forma correta, concisa e explicativa. A pesquisa mostrou que se têm muito mais a fazer”.

Pegamos como exemplo a “luta” da Estefania, e começamos desde agora a procurar materiais, procurar conversar com professores, especialistas, amigos, pesquisar. Isso vai poupar trabalho no futuro, na hora de fazer a monografia. Vai dar uma ótima base para começarmos a escrever, e não sairemos desesperados atrás das coisas.

Por Luana da Costa – Estagiária de Jornalismo.

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2 respostas em “O desafio de fazer a monografia.

  1. Mazá, Fany!
    Ela esqueceu de dizer que começou a escrever a monografia bebendo vinho, uahauahauahau!
    Começarei da mesma forma, uhuhuhu! |o|

    Beijo, editora querida!
    (Bóra puxar o saco da chefa, uahauahauahau!)

  2. ola gostaria de saber se alguem poderia me ajudar to no sexto semestre de direito e gostaria de fazer algo sobre criminologia usando como base lombroso sobre as caracteristica fisica e psicologica do delinquente sera que alguem tem uma ideia

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