Do noroeste para o mundo!

Você já deve ter ouvido falar dessa ruiva! Se até o Pegajú Tiaraju é fã dela, pensamos que seria “coisa de fundamento” convidá-la pro Santo de Casa. Resultado: você vai ser fã dela também… Confira!

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Acho que era julho, de oiten… Não, mentira! Era fevereiro de 2005. Foi quando ingressei na Unijuí, sem grana e sem apoio da família – que me julgava tímida e quieta demais para seguir a carreira de jornalista.

Dri

Como o último problema era difícil ser contornado, parti em busca de um trabalho. Com 17 anos e sem nenhuma experiência, me inscrevi no CIEE e, por sorte, fui chamada para uma entrevista no mês seguinte. Aprovada, iniciei um estágio na Câmara Municipal de São Luiz Gonzaga e passei a exercer as funções de uma verdadeira… Bom, de uma secretária. É o que chamamos de “desvio de função”. Algum tempo depois, fui efetivada e comecei a trabalhar como assessora de imprensa – cargo que ocupo até hoje. É uma área interessante, que tu tens que se adaptar às diferenças, principalmente partidárias, e buscar divulgar apenas aquilo que é de interesse público. O mais legal é que as pessoas estão atentas ao teu trabalho. Sempre encontro alguém que fala sobre determinada matéria, questiona sobre um assunto ou, simplesmente, diz: “eu sei quem tu és, Drica!”. É engraçado porque, querendo ou não, tu te tornas uma pessoa tão pública quanto os edis – e tão cobrada no trabalho quanto eles.

Mas, nem só de política vivo. Há um ano, integro a equipe da Revista Z Noroeste, do jornal Zero Hora. E que experiência! Como geralmente escrevo para a editoria de Turismo, acabo conhecendo vImagem 220ários lugares, inúmeras pessoas e histórias incríveis. Como tenho liberdade para escolher as pautas, opto por assuntos desconhecidos, que vão desde um lugar esquecido na região Noroeste até um hippie perdido na Timbaúva. Ah, e ainda ajudo o Tiarajú no jornal laboratório O Barata, desde o início do ano. 

O tempo é curto, os trabalhos parecem não ter fim e o lazer (quase) sempre fica em segundo plano. Já não consigo dormir direito, acabo esquecendo as coisas e perco horas tentando me organizar – em vão. Então, perdoem-me se eu deixei de fazer algo, de pensar em determinada coisa ou levar à faculdade algo que prometi. Mas, mesmo sem muito tempo, a experiência é válida. Em breve serei rica e detentora de um diploma, e nem vou lembrar-me dos cinco anos sem férias, das 3h diárias de ônibus e dos finais de semana em meio aos livros. Tá, deleta essa parte, huahauaha! Eu tenho consciência que jornalista ganha pouco e, mesmo assim, continuo achando a profissão fascinante – e não entendo como muitos não a valorizam. Cada nova experiência e cada novo trabalho só me fazem ter certeza que, sim, eu quero ganhar a vida escrevendo. Ainda não sou ninguém, mas aprendi que é necessário abrir mão de certas coisas e, principalmente, não ter medo de arriscar. Nesse ponto, minha admiração é totalmente direcionada ao Tiarajú, à coragem que ele tem de largar tudo e partir em busca de uma oportunidade que julga ser melhor.

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10 respostas em “Do noroeste para o mundo!

  1. Drika \o/ HUHULESSS
    muito bom! Olha… queria ser igual ao Tiaraju tbm! Mas psss!
    E Claro ter um pouco de Drika, ser “pop” que nem ela! ashsuah Te adoro guria!
    bjo

  2. “Em breve serei rica e detentora de um diploma”. Tá ruim teu caso. hahahahahahahhahaha

    Dri, tu sabe o quanto te admiro! Quando crescer vou ser como a Dri e o Tiara! =)

    Amo-te! Beijão!

  3. eu não queria ser a drica…
    senão não poderia conviver com essa ruiva gostosa e poderosa! e conhecê-la, ouvi-la, conviver [mesmo q poucos dias por mês] dá um ânimo imenso!
    eu tenho orgulho de ti, já disse?! e saber q eu to acompanhando [mesmo q de fora] essa tua trajetória desde o princípio me alegra!
    tu é o máximo!
    aí q eu me refiro… ;]

  4. Não sou mais fã dela.
    Ela disse que não pode doar pra mim.

  5. Sim… Pela abertura da matéria… uahuhauhahuuhauhahua

  6. Muito bom. Só não vou comentar a parte do diploma… Muito bom ler esse texto e perceber que tem gente que realmente quer ser jornalista. o negócio de largar tudo em busca de novas oportunidades, do tiaraju, olha, pode parecer duro e tudo o mais, mas… melhor deixar quieto. tah bom, ia dizer que é fundamental, mas não gosto desse papo do “dever-ser”, ou seja, tem que fazer isso para se tornar aquilo, mas pelo menos os grandes jornalistas que conheço, fizeram isso. e não por “precisar fazer”, mas sim porque, assim como o tiaraju, fizeram porque quiseram. ou, como sempre diz minha mamuxca: fi-lô porque qui-lô. enfim, parabéns pelo texto, muito bom!

  7. Esta ruiva não nega a cor do cabelo mesmo. “Fogoza” em todos os sentidos. hahaha
    Não preciso te dizer o quanto lhe admiro. E também não vou repetir que depois de casados (você e o Tiarajú, é claro), serão os futuros donos do Jornal A NOTÍCIA.
    hahaha

    Beijo!

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