Sete vidas nas mãos

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Para o desgosto do Jean [que me persegue com sua mania de organização até nos sonhos] por mais uma semana, hoje falo sobre o segundo filme da série do final de semana passado. Will Smith está se especializando em dramas. Ora, quem não viu ou ouviu falar de “A Procura da Felicidade”, que te dá um nó na garganta e te faz sentir a necessidade de ajudar o protagonista? Agora, em “Sete Vidas”, lançado em dezembro do ano passado, novamente ele interpreta um homem em apuros, que sai em busca de sete pessoas diferentes que precisam de ajuda.

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Desde o início do filme você sabe que uma tragédia aconteceu no passado de Ben Thomas (Smith) e é justamente por isso que se submete a ajudar pessoas estranhas, mas que são merecedoras de todo o sacrifício que ele faz. sevenpounds_01Com a ajuda do amigo Dan, ele seleciona e observa a vida dessas que foram as escolhidas, para certificar-se de que todas utilizarão muito bem os seus ‘serviços’.

“Sete Vidas” foi feito para chorar, para repensar na vida e nos atos, para sentir necessidade de demonstrar o quanto as pessoas são importantes. Pode ser considerada uma história de amor com final feliz [ou nem tanto assim], mas é praticamente impossível não repensar nos nossos atos e em como estamos encaminhando nossa vida. Ou seja, assista, chore, repense!

 

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