A Unijuí está selecionando Jornalistas ou Relações Públicas, para atuar junto a Coordenadoria de Marketing de Santa Rosa. Os candidatos devem ser graduados em uma das habilitações, terem experiência comprovada, domínio de aplicativos de informática disponibilidade para atuar 38 horas e, preferencialmente, residir na região de Santa Rosa. Interessados devem fazer sua inscrição até dia 10 de julho, pelo portal da Unijuí no endereço www.unijui.edu.br/editais. Mais informações podem ser encontradas nesse mesmo link.
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Oportunidade de emprego na CMKT
Publicado 07/08/2009 r Estágios e Empregos Deixar um ComentárioTags: coordenadoria de marketing, Jornalismo, oportunidade de emprego, Relações Públicas
“Pra eu, iço virá a estar sendo um pobrema. Não só pra eu, né? Pobrema pra tdo mundo que achava que o jornalismo viria poder a mudar o mundo”.
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Cai a obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista
Foi decidido hoje pelo STF que não é mais obrigatório ter diploma para exercer a profissão de jornalista. Ou seja, você que estudou durante quatro anos numa universidade particular e pagou uma nota preta de mensalidade, ralou feito louco (tanto na particular quanto na federal ou estadual) para realizar o sonho de ser jornalista, perdeu seu tempo, pois, qualquer Zé Mané pode exercer a profissão.
De acordo com o relator do processo, o presidente do STF, Gilmar Mendes, aquele que concedeu habeas corpus ao Daniel Dantas e bateu boca com o ministro Joaquim Barbosa durante sessão plenária do tribunal (pra não citar mais fatos), “a formação específica em cursos de jornalismos não é meio idôneo para evitar eventuais riscos à coletividade ou danos a terceiros”, acredito que essa afirmação deveria valer para outras profissões também, como a advogado, por exemplo. Os ministros Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso de Mello tiveram a mesma postura do relator. O único a votar pela exigência do diploma, Marco Aurélio Mello disse que qualquer profissão é passível de erro, mas que o exercício do jornalismo implica uma “salvaguarda”.
Tenho que concordar que a universidade não garante a qualidade do profissional, mas talvez isso não seja culpa dos estudantes e sim de quem é responsável por zelar pela qualidade dos cursos. Com o aumento do número de universidades particulares, observamos cada vez mais que as instituições de ensino superior não estão nem aí que seus universitários saiam maus profissionais, eles estão preocupados se o boleto da mensalidade foi pago, e isso é grave. O que podemos identificar nas universidades públicas é o sucateamento das ferramentas necessárias para o ensino, seja em curso de comunicação ou na área de saúde, os acadêmicos e professores têm de criar alternativas para conseguir um ensino de qualidade, o que devemos fazer?
Voltando a questão do diploma do jornalismo, fico pensando como ficará a questão salarial, pois, com a obrigatoriedade o piso já era baixo, agora que qualquer um pode exercer a função temo que ele possa cair ainda mais, já que nem todas as empresas de comunicação se importam com a qualidade do conteúdo e fazem de tudo para diminuir sua folha salarial.
Em outra declaração infeliz, o ministro Gilmar Mendes comparou a profissão de jornalista com a de chefe de cozinha. “Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área”, mais infeliz impossível a meu ver.
A advogada do Sertesp, Taís Gasparian, citou a questão da disseminação da informação na internet através dos blogs, mas podemos comparar os blogs à editoria de artigos e editoriais, no qual qualquer pessoa pode colaborar, na verdade, qualquer profissional podia ser um colaborador remunerado em um jornal, só não podia exercer em período integral a profissão de jornalista.
Maus profissionais sempre haverão em todas as áreas, acredito que o curso superior para qualquer profissão agrega diversas vantagens e quem sai ganhando com um jornalista de formação, ou qualquer profissional qualificado, é a sociedade. Ou seja, infelizmente, esta quarta-feira, 17 de junho de 2009, foi um retrocesso histórico para os jornalistas.
por Rafael Meira – MTV.
Oportunidade para Jornalistas
Publicado 07/28/2008 r Estágios e Empregos 1 ComentárioTags: Jornal Semanal, Jornalismo, oportunidade de emprego
O Jornal Semanal de Três de Maio está solicitando um jornalista formado ou acadêmico de jornalismo para atuar no próprio. Interessados devem entrar em contato com Sandro pelo telefone (55) 3535.1033 ou encaminhar o currículo para jsemanal@abinet.com.br. Acompanhe sempre no blog da Usina as novas oportunidades de estágios e empregos para a área de Comunicação Social.
Júlia Rambo – Estagiária de Jornalismo
A gratificação em ser Jornalista
Publicado 07/10/2008 r Santo de Casa 1 ComentárioTags: Jornalismo, Neila Daronco, Santo de Casa
Desde o início desse ano a acadêmica de Jornalismo Neila Daronco está atuando como repórter, em Catuípe. Acompanhe a seguir os comentários de Neila sobre sua vida no jornal, a profissão de jornalista e as gratificações ao se tornar uma “ouvinte da população”.
Atualmente sou repórter do Jornal A Notícia, de Catuípe, onde moro. O Jornal abriu em janeiro desse ano, então são 6 meses de trabalho apenas, mas que vou lembrar pelo resto da minha vida!!
Tudo o que a gente discutia em aula parece que resolveu acontecer nesses seis meses. Nossa equipe é pequena: A Frã Picinin, editora (que trabalha 44h na Rádio), EU – repórter (44h no Jornal) e a Luciana Possani (20h) como diagramadora.
O Jornal circula semanalmente nas terças-feiras. Faço a maioria das matérias, que vão de saúde até esporte, dando uma passada no Rural e na Polícia e de vez em quando rola até alguns eventos sociais. Claro, as fotos também faço.
O que mais me gratificou foi que quando começamos, “separamos” uma página para o estilo reportagem, que a gente aprende em Redação III. Aí fizemos um resgate sobre o município, mas sem muita frescura de História (claro que é importante, mas não nos detemos na História dos livros apenas) e fomos falar diretamente com as pessoas comuns, que fazem parte da cidade. Retratamos durante dois meses os nove bairros do município.
Então, como a cidade é pequena, cerca de 9 mil pessoas, foi uma tarefa tranqüila, mas exaustante, porque quase não tinha carro e eu andava a pé pela cidade toda. Mas com isso, conheci muuuuuita gente. E nessas conversas a gente sente o quanto as pessoas gostam/precisam de alguém que lhes dê atenção. Para que falem dos seus problemas (que são muitos, muitos) e contem um pouco da sua vida. Depois das reportagens estarem no jornal, as pessoas vinham falar comigo, elogiavam, outras nem tanto, mas é isso esse equilíbrio desequilibrado de opiniões que mexe com a gente que gosta de se comunicar.
Antes de trabalhar no jornal, eu não tinha experiência de impresso, apenas em rádio. A partir do jornal, comecei a entender um pouco mais do campo de trabalho e da própria comunicação aqui na região. É só você sair pra rua, botar a cara no mundo pra saber de verdade o que pensam. O que posso observar é que os meios de comunicação daqui já têm a idéia da importância de ter profissionais nos veículos, indiferentemente do tipo e área – as próprias assessorias melhoraram muito! -, contudo, a sociedade ainda não percebeu o nosso valor. Mas acredito que estamos transformando esse pensar. Aos poucos, com nosso próprio trabalho sendo visto e surtindo efeito positivo a elas, conseguem entender o porquê a equipe que têm profissionais consegue manter um trabalho de qualidade e outras
não. Só com o nosso trabalho sendo um exemplo correto de comunicação vamos transformar as idéias que nos cercam. Mesmo que para isso seja preciso perder um cliente, perder um pouco de dinheiro. A credibilidade não surge de um dia para o outro, é dia após dia que lutamos por ela.
Me sinto muito satisfeita e feliz por poder atuar na área e fazer o que sei, o que aprendi na Universidade. Esse aprendizado é o diferencial hoje, pois como tudo é um “negócio”, você precisa vender e para vender é preciso argumentar que o seu produto tem qualidade. Isso só é possível através do conhecimento e não apenas da experiência. E isso é o mais difícil: provar pela teoria e não só pela prática.
