
Após o sinal, diga o seu nome e a cidade de onde está falando (bipÊ)… Sabe que eu nunca respondia essa pergunta quando ligava a cobrar pra minha mãe ir me buscar no colégio nos dias de chuva?! Quem conhece bem a gente reconhece a voz de cara… e o jeito de escrever também! Por via das dúvidas: Jean P. Joris (era pra ser Felipe, mas naquele tempo esse era o nome do vilão da novela das 9 e minha vó não deixou).

Potência do possante: 2.1 FlexPower. Mas ando precisando de um nitro…
Raposa, Galo ou Golfinho? Raposa em crise existencial – ou galo disfarçado de felino.
Além de ser o Pateta da Disney também atuo como: freelancer em assessoria de comunicação integrada (e tem muito mercado na região, sim!) e prestes a ingressar num estágio novo. Aham, estes são escritos pré-postumos no blog…
Pá lê? Carlos Ruiz Zafón. Dois livros dele se tornaram best-sellers no ano passado – “A Sombra do Vento” e “O Jogo do Anjo”. São perfeitos – tem ritmo, musicalidade no estilo e na linguagem e, ainda, aquele elemento que to pra descobrir o que é e que te obriga a ler o próximo capítulo logo depois que você acaba o anterior, independendo da hora.
Pá vê? Sou fissurado em Hollywood e adorei “Sim Senhor!” e “O curioso caso de Benjamin Button”, mas tenho dedicado mais atenção às séries americanas de suspense ou ficção. No roteiro diário Panambi – Ijuí – Panambi, mal entro no ônibus já ligo o note e passo a viagem assistindo Supernatural – essa série é muito inteligente: mistura terror e suspense com conhecimentos teológicos sobre lendas e mitologias ancestrais.
Pá escuitá? Normalmente meu MP3 é sincronizado com o clima – dias cinzas pedem LifeHouse, Matt Nathanson e Three Doors Down. Agora faz sol e to ouvindo Flo Rida na Capital Radio – tava tocando Lilly Allen e Lady Gaga também.
Pá fu…xicá? Quem gosta de fotografia tem muito pra conhecer no Interface Lift. Fotos fantásticas. Também fuxico sempre que posso o KibeLoco (um ingrediente pra começar o dia de bem com a vida) e os blogs da Superinteressante.
O que você quer ser quando crescer? Boa pergunta. Grande, eu acho. Já percebi que o caminho pra ser um Bial ou um Zeca Camargo eu não quero trilhar. Hoje, to mais pra virar escritor, com direito a laptop e rede pendurada na varanda, perto do mar, pra trabalhar em casa quando quiser. Mas ainda corro o risco de passar na seleção do Aprendiz 7 e trabalhar com Roberto Justus.

O que é pior que o Praga da Xuxa? O Faustão falando mal do Fantástico naquele porre de programa que ainda leva o nome dele e pedindo desculpas uma semana depois. Pior que, se trocar de canal, cai no Domingo Infernal, ou então naquele plágio estúpido da Record de programas que não prestam mas não saem da TV aberta no domingo a tarde.
No copo de quem você cuspiria? E isso é pergunta que se faça? Cuspir não é legal não, diria a Mireli. A Fê também. Resumidamente, não gosto de demagogos utópicos, políticos prolixos, garçons enrolados e uma moça bigoduda de uma assistência telefônica de Ijuí que não sabe atender as pessoas direito.
Além do Iraque, o que está bombando? O Intercom – esse ano foi minha primeira vez, sabe?!… E foi muito bom. Hehe. Não podia deixar de falar em Estação da Mata também, certo?! Aguardem!
Dá, desce ou fica na gangorra? Nunca gostei de gangorra. Depois que levei um tombo feio, sempre preferi o balanço, o labirinto ou o escorregador… Péra aí… Ahhh, essa pergunta é pra saber se a gente age ou fica parado? Hum… Não tá morto quem peleia, tchê!
A abelha rainha da COMéia deveria ser: Que coisa mais sem fundamento ficar sempre palpitando sobre isso. Porque a Usina não organiza, na próxima recepção ao bixos, o concurso Rainha da COMéia 2010, com direito a reinado, faixa e flores? Com vastos conhecimentos sobre moda, a Júlia pode até ser jurada.
Para HORA DO RECREIO, o que você mandaria na lancheira das meninas: Quando chega nessa parte todo mundo fala de comida. Ninguém leva nada mais na lancheira não? Tipo livros, revistas ou coisas do gênero? Acho que eu seguiria essa tendência…
Em quem você daria uma “photochoppada”? Não sei se é bem photochoppada, mas alguém avisa o Silvio Santos, o a Hebe Camargo, o Paulo Santana e essa turma aí que eles não têm mais 20 ou 30 não… Me perdoem o sarcasmo, mas será que esqueceram de morrer? Esses aí tão precisando uma boa recauchutada geral…
Para programação não deixar você programado, você censura: Quem gosta que me desculpe, mas eu censuro completamente aquela porcaria do Pânico na TV. Não tem coisa mais sem fundamento. Se a mãe da Júlia fica reproduzindo as piadas sem graça do Zorra Total, é uma vez ou duas e passa. Mas agüentar os loco falando “peitinho”, “Ronaldo” e outras baboseiras mais a toda hora não dá. Esses caras conseguem fazer uma lavagem cerebral no país e tudo que as pessoas dizem é “peitinho”? Assim não pode, assim não dá…

E não perde nem com surra: CQC. Dá pra dizer que pegaram a proposta do Pânico, melhoraram e fizeram uma coisa de fundamento. Humor inteligente, irônico e satírico. Com uma pitada de jornalismo, ainda por cima. Também gosto dos documentários do Discovery Channel, mas desde que roubaram a Sky lá em casa tenho ficado restrito à televisão aberta. Infelicidade… De todos os programas, porém, o que não perco por nada é domingo de sofá na casa da Fê…
Tamanho é DOCumento? E Coca-Cola é Coca-Cola se não tiver limão? Tem respostas que você só descobre depois que experimenta empiricamente. Respondendo: não sei!
O que você faria se a vaca tossisse? Chamaria o padre Quevedo. Não sei se ele curaria a vaca da gripe (que a essas alturas pode até ser suína), mas ia convencê-la de que ela é uma alma perdida e, quando menos se espera, ela estaria cantando com as meninas do Inri Cristo.
Uma teoRIA que não falha: Como moro em terra de alemães, essa é daquelas teorias testadas na prática: pra botar 20 alemães dentro de um fusca, é só dizer que não dá. Né Teise?
Eureca: Wireless, Bluetooth e aquelas propagandas dos 45 anos da ZH. No impresso eles não são lá essas coisas, em minha opinião, mas na TV o negócio ficou show. “A gente não pode criar uma notícia, mas você pode!”.
Euéca: Nova gramática da Língua Portuguesa. É o primeiro movimento no mundo que anda pra trás no sentido educacional. Vá lá: usar crase é tão difícil assim? Ressuscitem Joaquim Osório Duque Estrada pra reescrever o hino nacional, só pra começar.
É preciso salvar o Mico-Leão-Dourado, o Lobo-Guará e… Tanta coisa! A fotografia analógica, a poesia, finais de semana de ócio. Não esperem que eu diga “diploma”! Mas sem dúvida nenhuma o estilo slow way de viver. Essa história de fast food, fast disso, fast daquilo só deixa a gente menos inteligente e mais preguiçoso.
Quem lê Caras não vê coração por quê… Ainda não teve uma aula com o Kinn e ouviu ele dizer que pós-modernidade não existe. No começo eu não gostava muito de SPC e essas coisas aí, mas, sério, elas mudam a visão da gente e nos fazem perceber que tem coisa muito melhor pra ler – a começar pela realidade.
Frase clichê de jornaLESMA: “Quero ser Fátima Bernardes/William Boner!”. Ah se eu ganhasse um real pra cada um que solta uma dessas. Tá certo que teria que desembolsar uma grana também, mas o balanço final seria favorável. Muito favorável.
Mamãe sempre diz: “É hora de levantar!” ou “Tá na hora de ir pra cama!”. Diariamente, é certo! Não dá folga nem aos domingos. Mas isso ainda é aceitável. Pior é quando começa o nostálgico “no meu tempo”, se bem que, ultimamente, ela tem falado mais coisas do tipo “amo você”. Mamãe querida a minha…
Sair à francesa quando… Já é 21h15, você sabe que o ônibus das 21h30 que volta mais cedo pra casa já deve tá arrancando do estacionamento e a Vera tá enchendo o quadro de conteúdo ou o Granez fez fila indiana no quadro pra orientação na COM5. Rola de tudo: desaparecer do nada, fingir que o celular tocou ou se fazer de desentendido. Só esse ano meu sogro já fez aniversário umas cinco vezes… Brincadeira Verinha! ;)





ários lugares, inúmeras pessoas e histórias incríveis. Como tenho liberdade para escolher as pautas, opto por assuntos desconhecidos, que vão desde um lugar esquecido na região Noroeste até um hippie perdido na Timbaúva. Ah, e ainda ajudo o Tiarajú no jornal laboratório O Barata, desde o início do ano.
Quando uma peça publicitária consegue chamar a atenção e agrada as pessoas, pode ter certeza que ela vira tema de muitas conversas e quando ela é “ruim”, ou mal pensada, vira alvo de conversas também, só que dessa vez o produto/serviço anunciado leva “a pior”.


