PROJETO EXPERIMENTAL: FANADO DI MINDJERES: A MANIFESTAÇÃO DE UMA CULTURA.
O Projeto Experimental desenvolvido pelas acadêmicas Deise de Morais, Djyba Jao, Suazilene Fernandes e pelo acadêmico Jeferson de Oliveira no ano de 2008 sob a orientação do professor Celestino Perín, intitulado “FANADO DI MINDJERES: A MANIFESTAÇÃO DE UMA CULTURA”, trata-se de um radio documentário. Este Projeto Experimental teve como objetivo promover uma reflexão a respeito da mutilação genital feminina que se faz em 28 países da África, Ásia e Oriente Médio, incluindo Guiné-Bissau, visando apresentar a partir de que aspectos esta prática é realizada, assim como aproximar o Brasil daquele país, ao promover uma reflexão a respeito da circuncisão feminina.
A viabilização desse Projeto contou com a participação efetiva das alunas intercambistas de Guiné Bissau, Djyba Jao e Suazilene Fernandes, cujas experiências possibilitaram uma aproximação ainda maior com a cultura Guineense, valorizando a sua identidade e trazendo os aspectos práticos daquela cultura. Além disso, este projeto integrou as três áreas da Comunicação Social: Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, fortalecendo o conceito de Comunicação Integrada, uma visão atualmente difundida e praticada.
O projeto foi apresentado no dia 26 de novembro, às 20h 30min no auditório da Sede Acadêmica, e para a composição do evento de lançamento, foram apresentadas além do rádio documentário, vestimentas que os líderes das comunidades que praticam a Mutilação Genital Feminina usam no dia da cerimônia do Fanado, buscando com isso uma maior representação da cultura daquele povo.
Minha experiência como estagiária voluntária começou no início da faculdade, com uma imposição indiscutível. Meus pais conseguiram um estágio pra mim e me avisaram uns três dias antes de começar. Não tinha escolha: era aceitar ou aceitar. O medo foi grande, mas lá fui eu para a minha primeira experiência como jornalista (antes do começo das aulas do meu primeiro semestre na faculdade). Era no Jornal Hora H. Naquela época, o jornal pertencia a uma cooperativa e havia apenas uma jornalista trabalhando lá. Foi uma grande escola, sem dúvida, especialmente porque me fez entender o perfil de um jornalista não fecha nem um pouco com o jeitão “bicho do mato”. Isso me fez superar o problema da vergonha e dar a cara a tapa. Foi muito legal. Antes de entrar no jornal, eu morria de vergonha, inclusive, de pegar o telefone e ligar para alguém não muito conhecido. Já no primeiro dia me pediram pra fazer uma entrevista. Tive que fazer né? Sem chance de começar um estágio e de primeira me recusar a fazer isso. Foi a melhor coisa do mundo. Perdi muitos medos, começei a arriscar mais e, principalmente, tive a chance de entrar em contato com aquela profissão que até então apenas idealizava. O resultado valeu a pena e em pouco tempo pude perceber que essa profissão era exatamente o que eu queria. 
No dia 1º de Dezembro, uma segunda-feira, encerramos um dos mais importantes ciclos da nossa vida acadêmica: realizamos o lançamento do nosso projeto experimental, um dos últimos passos antes da monografia e formatura e vida profissional. 

Após o sinal diga o seu nome e a cidade de onde está falando (bipÊ)…



