Arquivo para Dezembro, 2008

Nasce “Fanando di Mindjeres”, o orgulho e a cara dos pais!

PROJETO EXPERIMENTAL: FANADO DI MINDJERES: A MANIFESTAÇÃO DE UMA CULTURA. 

O Projeto Experimental desenvolvido pelas acadêmicas Deise de Morais, Djyba Jao, Suazilene Fernandes e pelo acadêmico Jeferson de Oliveira no ano de 2008 sob a orientação do professor Celestino Perín, intitulado “FANADO DI MINDJERES: A MANIFESTAÇÃO DE UMA CULTURA”, trata-se de um radio documentário. Este Projeto Experimental teve como objetivo promover uma reflexão a respeito da mutilação genital feminina que se faz em 28 países da África, Ásia e Oriente Médio, incluindo Guiné-Bissau, visando apresentar a partir de que aspectos esta prática é realizada, assim como aproximar o Brasil daquele país, ao promover uma reflexão a respeito da circuncisão feminina.

A viabilização desse Projeto contou com a participação efetiva das alunas intercambistas de Guiné Bissau, Djyba Jao e Suazilene Fernandes, cujas experiências possibilitaram uma aproximação ainda maior com a cultura Guineense, valorizando a sua identidade e trazendo os aspectos práticos daquela cultura. Além disso, este projeto integrou as três áreas da Comunicação Social: Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas, fortalecendo o conceito de Comunicação Integrada, uma visão atualmente difundida e praticada.

O projeto foi apresentado no dia 26 de novembro, às 20h 30min no auditório da Sede Acadêmica, e para a composição do evento de lançamento, foram apresentadas além do rádio documentário, vestimentas que os líderes das comunidades que praticam a Mutilação Genital Feminina usam no dia da cerimônia do Fanado, buscando com isso uma maior representação da cultura daquele povo.

Defesas de Mono – Parte II

Hoje à tarde a sala B1 do Campus estará movimentada. A partir das 14h iniciam as defesas de monografia dos formandos do curso. A primeira a fazer sua explanação é Fabiana Poletto seguida de Francieli Lima, às 15h. Após é a vez da única formanda de jornalismo, Jalusa Minetto, às 16h e quem encerra a tarde de apresentações é Marcos Nachtigal, às 17h.

Agora falta pouco. Continue acompanhando no blog da Usina as datas das últimas defesas!

Vá… nessa! Vai… nessa!!

santoMinha experiência como estagiária voluntária começou no início da faculdade, com uma imposição indiscutível. Meus pais conseguiram um estágio pra mim e me avisaram uns três dias antes de começar. Não tinha escolha: era aceitar ou aceitar. O medo foi grande, mas lá fui eu para a minha primeira experiência como jornalista (antes do começo das aulas do meu primeiro semestre na faculdade). Era no Jornal Hora H. Naquela época, o jornal pertencia a uma cooperativa e havia apenas uma jornalista trabalhando lá. Foi uma grande escola, sem dúvida, especialmente porque me fez entender o perfil de um jornalista não fecha nem um pouco com o jeitão “bicho do mato”. Isso me fez superar o problema da vergonha e dar a cara a tapa. Foi muito legal. Antes de entrar no jornal, eu morria de vergonha, inclusive, de pegar o telefone e ligar para alguém não muito conhecido. Já no primeiro dia me pediram pra fazer uma entrevista. Tive que fazer né? Sem chance de começar um estágio e de primeira me recusar a fazer isso. Foi a melhor coisa do mundo. Perdi muitos medos, começei a arriscar mais e, principalmente, tive a chance de entrar em contato com aquela profissão que até então apenas idealizava. O resultado valeu a pena e em pouco tempo pude perceber que essa profissão era exatamente o que eu queria.

Trabalhei voluntariamente no Hora H por cerca de oito meses. Pouco antes de sair de lá também iniciei um estágio voluntário na Unijuí FM. Pra quem tinha vergonha de falar no telefone foi um grande progresso, hein!? E foi justamente o que eu pensei. Se não me arriscasse por caminhos um pouco desconhecidos e não batesse de frente contra as dificuldades que eu tinha, jamais iria conseguir superá-las. A rádio foi outra maravilha. O primeiro dia de gravação foi um horror, é óbvio. Queria sumir. Mas com o tempo fui acostumando. Fiquei na rádio por uns seis meses. Nesta época, minha função era produzir o “Música do Mundo”. Após um tempo resolvi parar com o estágio. Depois, a saudade bateu e decidi voltar na metade deste ano. Fiquei encarregada de produzir o “Toque cinemeiro”, um programete diário com dicas e informações sobre cinema. Logo que retornei achei guardadas nos arquivos do computador as minhas primeiras locuções. Que horror! Ainda bem que a gente vai progredindo com o tempo. Percebi, assim, o quanto aprendi.

E agora, escrevendo este texto, também me dou conta do quanto estes estágios voluntários são importantes. Pode parecer um clichê daqueles bem batidos, mas não custa lembrar aos colegas comunicadores: às vezes pode ser desestimulante trabalhar e não ganhar nenhum tostão se quer, mas o aprendizado é, com certeza, extremamente relevante. A oportunidade de experimentar a profissão que a gente escolhe é fundamental para ter mais certeza sobre o que se quer. E só aí que entendemos o que o curso escolhido nos reserva para o futuro. Quanto antes começamos a experimentar, mais tempo teremos para rever escolhas e recomeçar – ou para reafirmar a escolha e se aprimorar cada vez mais.

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Rumo à vida profissional

cre_e_nteNo dia 1º de Dezembro, uma segunda-feira, encerramos um dos mais importantes ciclos da nossa vida acadêmica: realizamos o lançamento do nosso projeto experimental, um dos últimos passos antes da monografia e formatura e vida profissional.

A idéia do projeto foi trabalhada em algumas conversas com a nossa “mestra” Vera Raddatz. A idéia inicial era de trabalhar com os meios de comunicação em sala de aula, no entanto, decidimos que, se atingíssemos as professoras primeiro, que são um grupo ainda carente de práticas pedagógicas mais alternativas em sala de aula, conseguiríamos difundir em maior amplitude a idéia da educomunicação.

Então lá fomos, as 3 mosqueteiras de Jornalismo Neila Daronco, Paula Kroth e Sílvia Volkweis, mais euzinha, de RP. O desafio: ferramentar 27 professoras da rede estadual de educação a trabalharem com os meios de comunicação em sala de aula com os seus pupilos. Como? Através de 5 oficinas, uma para cada diferente meio, quinzenais, para que as profes tentassem desenvolver e trazer suas dúvidas e contribuições.caderno_metodologico

Em agosto começou toda a função: reservar local, fechar calendário, definir padrão de oficinas, enviar e-mail, etc. Tudo sempre com muita atenção, desde escolher o sabor do chá até a foto que seria mostrada na primeira oficina, tudo foi planejado, discutido e democraticamente votado em grupo.

Daí passou voando: depois de fotografia, impressos (única oficina em que, “milagrosamente” não choveu!), vídeo, rádio e web, em outubro, a última oficina, onde podemos sentir pela primeira vez aquela sensação de dever cumprido. 

Como todo projeto deve ter um produto, o nosso foi finalizado em um caderno metodológico (aqueles azuis sabem?!) da série Comunicação Social, nº 19, publicado na editora da Unijuí e que está disponível na biblioteca do campus e para compra nas livrarias da universidade.

Vencida esta batalha, a empolgação com o projeto foi tamanha, que para o ano que vem, mesmo após o término do projeto, pretendemos reunir as experiências das professoras nas salas de aula e as nossas em uma publicação maior. Está lançado o novo desafio!

 

Mireli Santos – Acadêmica de Relações Públicas

Defesas de Mono – Parte I

E começou a maratona das defesas de monografia outra vez.

Pra quem está afim de acompanhar, segue as primeiras defesas, todas de Publicidade e Propaganda:

 

- HOJE [16.12], às 16h na sala B3 : Branding no Interior: um olhar sobre a gestão de marcas em Ijuí. Daniele Lazzarotto.

- dia 18.12 [quinta-feira], às 14h na sala B6: A Publicidade e o Marketing no Upgrade de Marca. Juliana Scopel.

- dia 18.12 [quinta-feira], às 15h na sala B6: A Influência da Publicidade e  das Marcas no Consumo Adolescente. Thaize Hedlund.

 

Fique acompanhando pelo blog da Usina as a listas das defesas que acontecem nos próximos dias. E já vai se preparando para a formatura! É em janeiro, heim…

De Paquita à Publicitária!

photochoppiilucyApós o sinal diga o seu nome e a cidade de onde está falando (bipÊ)… Luciene Ferrari. Lucy, para os amigos. Diretamente de Doutor Maurício Cardoso.

Potência do possante: Ôh pergunta que me atormenta! Mas lá vai: 2.4 (É verdade!)

Raposa, Galo ou Golfinho? Galo \o/

Além de ser o Pateta da Disney também atuo como: Estagiária da Incubadora de Economia Solidária e Desenvolvimento Sustentável da Unijuí. Eita nome comprido, mas é isso mesmo!

Você vem sempre aqui? Sempre mesmo, adoro blogs! E também pra puxar um pouco o saco da Nilse. Haha!

Pá lê? As revistas Super Interessante e Caros Amigos. Ah, e claro, o meu blog http://www.lucynoceu.wordpress.com/

Pá vê? O seriado Heroes é muito legal! Clipes musicais também me atraem muito. Da TV, só curto as propagandas (algumas).

Pá escuitá? Ah! I wanna Rock and Roll all night and party every day!

Pá fu…xicá? No bom sentido, a Internet no geral é ótima, se a gente procurar, com certeza acha bastante coisa interessante na rede.

Quem você quer ser quando crescer? Paquita. (Que droga, eu nunca pude ser porque não sou loira! Que trauma!).

O que é pior que o Praga da Xuxa? Eu gostava do Praga! E eu queria ser Paquita!

No copo de quem você cuspiria? Podiam trocar essa pergunta por “No cabelo de quem você jogaria um chiclete”, né?

Além do Iraque, o que está bombando? Meu blog, certooo! http://www.lucynoceu.wordpress.com/ (Eu nem estou fazendo propaganda quase!).

Dá, desce ou fica na gangorra? Se eu entendi bem essa pergunta, eu fico!theylor_e_lucy

A abelha rainha da COMéia deveria ser: Uma publicitária, certo! Somos mais criativas, estilosas, simpáticas, inovadoras e tudo mais… Huhuuu! =P

Para HORA DO RECREIO, o que você mandaria na lancheira das meninas: Baldes e baldes de sorvete da Kibon! Nesse calor, nada melhor!

Em quem você daria uma “photoshopada”? No Axl Rose. E em todos esses roqueiros quarentões que já foram bem jeitosinhos.

Para programação não deixar você programado, você censura: Toda a Rede Globo! Menos a Xuxa, porque eu queria ser Paquita!

E não perde nem com surra: Festa com bebida liberada! Hahaha!

Tamanho é DOCumento? Ah, nada a vê! Ser morena é, porque não serve para Paquita!

O que você faria se a vaca tossisse? Imagina a cena… Eu ia rir, certo, isso seria engraçado! Haha!

Uma teoRIA que não falha: Viva o lado coca-cola da vida! =D

Eureca: Piscinaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! \o/

Euéca: Pele queimada do sol! =/

É preciso salvar o Mico-Leão-Dourado, o Lobo-Guará e… o ser humano!

Quem lê Caras não vê coração porque… Tem alguma coisa para ler na Caras? Normalmente só olho as peças, haha!

Frase clichê do publiciOTARIO: Publicitário não tem idéia, tem brain storm.” Huhuu!

Mamãe sempre diz… (Quando dá vento) “Desliga o computador que o tempo tá feio, vai queimar”.

Sair à francesa quando… Se solta um balão do tipo “Olha a careca daquele cara lá”, e bem do seu lado tem um careca. Coisas do tipo, que normalmente acontecem comigo (não sei por quê?!).

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Espelho Meu: a essência da beleza mostra o valor da beleza natural

Mais um projeto experimental do curso foi lançado na última semana. Você confere no texto abaixo, encaminhado pela formanda de Publicidade e Propaganda Daniele Lazzarotto, os detalhes sobre o livro “Espelho Meu: a essência da beleza”.

As autoras com o orientador Paulinho

As autoras com o orientador Paulinho

 

Ao menos uma vez na vida, todo ser humano deveria plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Para as acadêmicas Daniele Lazzarotto, Fabiana Poletto e Roseane Barbian estes três objetivos estão bem perto de ser alcançados. Ao menos, na última quarta-feira (03), mais um passo foi dado nessa direção, com o lançamento do livro “Espelho Meu: a essência da beleza”, escrito e produzido pelas estudantes.

O referido livro é fruto de um projeto experimental realizado pelas acadêmicas para a disciplina de Projeto Experimental, requisito para a conclusão do curso de Comunicação Social da Unijuí. A proposta inicial era realizar uma exposição fotográfica que retratasse a beleza de mulheres do cotidiano da macro-região de Ijuí. Mas, durante a produção do projeto, a idéia foi sendo aprimorada e acabou resultando nesse livro, que aborda de maneira inovadora a temática da beleza feminina. “Cada página do Espelho Meu parece querer nos provar que beleza e felicidade são palavras que se fundem como sinônimos”, afirmou Paulo Ernesto Scortegagna, orientador do projeto, durante a cerimônia de lançamento.

No livro Espelho Meu: a essência da beleza as autoras apresentam uma série de histórias de vida e depoimentos de mulheres sobre a sua relação com o espelho. Além disso, ele é todo ilustrado com fotografias marcantes, que valorizam a expressão de cada personagem. “Na fotografia, um olhar diz tudo. No caso do nosso livro, os olhares mostram o orgulho que cada uma daquelas mulheres sente por si mesma”, explica Roseane, integrante do projeto. Todo o processo de produção pode ser conferido nas últimas páginas do livro, nas quais há um diário de bordo, com o registro de cada detalhe.

O lançamento aconteceu no salão nobre do Hotel Vera Cruz, com a presença das personagens do livro, patrocinadores, imprensa e convidados. O livro está sendo comercializado ao preço de R$ 15. Para adquiri-lo basta entrar em contato com as autoras pelo site www.projetoespelhomeu.com.br, onde há também mais informações sobre o projeto.

Grupo com as personagens do livro

Grupo com as personagens do livro

É o Orgulho das Mamães!

As acadêmicas Cláudia de Almeida e Jalusa Minetto apresentam seu filho “O gigante da Baixada”.

Lançamos no dia 12 de novembro, no salão de atos do Campus da Unijuí o vídeo documentário “O Gigante da Baixada” –  a história dos 70 anos do Esporte Clube São Luiz de Ijuí.  O trabalho teve seu inicio já no primeiro semestre deste ano, na disciplina de Linguagens em Telejornalismo III, onde contamos com a ajuda dos colegas Paula Kroth, Amaurí Lírio e Sílvia Wolkweis, aos quais agradecemos muito… Valeu, Colegas!!! O nosso orientador Celestino Perin, nos ajudou desde o começo do ano e fez com que a idéia se desenrolasse e se realizasse como projeto experimental. Valeu Celeste!!

A primeira versão ficou pronta em julho e neste segundo semestre adequamos este documentário para ser o nosso projeto experimental.  A nossa expectativa foi correspondida pela maneira que os torcedores e as pessoas a qual entrevistamos nos ajudaram. O objetivo, como sempre ressaltamos, foi o de mostrar a história do clube da nossa cidade, de maneira  que a população conheça e considere o que é nosso, o que é da nossa cidade. Ainda não existia vídeo documentário sobre o São Luiz, e por isso a aceitação foi muito boa.

No projeto experimental, pensamos e realizamos a divulgação através de cartazes, spot para rádio, VT para a TV e, principalmente, em entrevistas de programas de rádios ligados ao esporte. Durante esse semestre de realização do projeto, nós duas nos dedicamos á fazer ficcionais para dar leveza á primeira versão e fazer com que a comunidade ijuiense conhecesse os pequenos detalhes, as curiosidades e principalmente as principais personalidades que passaram pelo clube.

Assim, agradecemos muito aos nossos familiares que são os nossos atores e a todos os que gentilmente nos receberam para mais uma entrevista. E não podemos esquecer do Célio e do Rafa, do laboratório de vídeo,  que nos aturaram por muitas tardes… Valeu Mesmo…

Para aqueles que ainda vão realizar seus projetos nos próximos semestres, a dica é: o assunto deve ser viável de ser realizado e os colegas devem ter afinidades e espírito de grupo, pois a convivência faz com que o projeto tenha a cara de seus idealizadores.

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