Pra onde caminha a publicidade?

A partir de hoje teremos a participação especial dos nossos colegas que estão prestes a se formar. Eles vão falar um pouco sobre suas monografias ou projetos experimentais, contar sobre o assunto trabalhado, as curiosidades, o que ficou de importante. Quem dá o pontapé inicial é a formanda de Publicidade e Propaganda Larissa Schimitz, orientada pela professora Nilse Maldaner:

 

Eu diria, com a pesquisa da minha monografia (que ainda não tem título definido… hehe), que a resposta é proporcionar aos consumidores diversão e participação. A publicidade então, vem caminhando cada vez mais para a integração de conteúdo com entretenimento e interatividade. E as vantagens disso? Ah, com certeza são muito favoráveis. Por quê? Porque, em primeiro lugar, para uma marca construir vínculos duradouros, precisa satisfazer os consumidores e satisfazer significa se aproximar deles e conquistá-los. Como? Através de diversão, experiências emocionais positivas e participação de alguma forma. As pessoas querem participar, querem experimentar, viver uma realidade diferenciada do seu dia-a-dia e se for prazerosa, com certeza será melhor ainda! Os ambientes atuais favorecem isso, pois são ambientes multimídia, multicanal, multisensorial e digital. Nesse sentido, com o crescimento do acesso à internet e todos os encontros proporcionados por ela, novas perspectivas vem sendo moldadas para a publicidade. São jogos virtuais, sites de relacionamento, de compartilhamento de vídeos, de fotos, de músicas, comunicação acessível, rápida, e fácil: “interação” e entretenimento que vem conquistando um espaço cada vez maior. Temos muitos exemplos atualmente que podem contextualizar tudo isso, como o advergame (publicidade+game) WeAtheR  do Greenpeace, inspirado no clássico WAR, mas sem a filosofia bélica e de dominação mundial, dando ao jogador, através de estratégias em que até 4 jogadores devem trabalhar em conjunto, a possibilidade de salvar o mundo das crises ambientais; a nova campanha da Mastercard que convida consumidores a contar histórias que não têm preço, por meio de fotos, vídeos ou áudio, postando no site www.naotempreco.com.br. Essa campanha dá continuidade à estratégia de comunicação de 2007 – Brasil que não tem preço, e as melhores histórias podem virar comercial de TV, além de serem premiadas semanalmente. Temos ainda tantos outros exemplos, como o evento Skol Beats, ou a atividade da cerveja Summer, vídeos virais como o da Cia Athletica, e o emprego de conteúdo editorial como o blog da Tecnisa. Pois é, estamos diante de grandes e revolucionárias mudanças no modo como se faz publicidade e propaganda – um grande desafio para nós, futuros publicitários: criar uma publicidade aliada à força do entretenimento, da colaboração e, com certeza, lado a lado com a “grande idéia”.

1 Resposta para “Pra onde caminha a publicidade?”


  1. 1 Grazi 07/03/2008 às 14:17

    óteeeeeema idéia!!!
    muito bom o texto, esse tema é muito atual mesmo e cada vez vejo mais interatividade, principalmente nos sites das marcas/produtos.
    Só tá faltando uma fotinho da Lari aí, já que ela tá saindo do curso, pra quem nao conhece ela…


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