Arquivo para Julho, 2008

Caroline Diel é a mais nova Photo Choppada

Após o sinal diga o seu nome e a cidade de onde está falando (bipÊ)… Caroline Diel – Santo Ângelo – RS com muito orgulho.

Potência do possante: 2.0…quase motor 2.1 ahahha.

Raposa, Galo ou Golfinho?  Galo Cutucador ahahha!! E dalhê publicidade!

Além de ser o Pateta da Disney também atuo como:  Contorcionista, equilibrista, filha, amiga, namorada, pau para toda obra, arroz de festa…e por ae vai..

Você vem sempre aqui? Muitas vezes…

Pá lê?  No momento só livros referentes ao curso..

Pá vê? JOGO DO INTERNARCIONAL

Pá escuitá?  De tudo um pouco.. Armandinho, Chimarruts, Gauchescas, Pagodinho, no brilho passa um funk também..ahahhaha

Pá fu…xicá?  As minhas amigas já ta de bom tamanho hahaha! J

Quem você quer ser quando crescer?  A herdeira do tio patinhas..

O que é pior que o Praga da Xuxa?  A praga da Dengue.

 No copo de quem você cuspiria?  Isso vai contra os meus princípios, não gasto saliva com quem não merece.

Além do Iraque, o que está bombando?  AS FÉRIAS!!!

A abelha rainha da COMéia deveria ser: Alguém para seguir de exemplo.

Quem você deixaria em uma ilha deserta?  As Fura-zóios do curso!

Dá, desce ou fica na gangorra?  Fico na gangorra…

Em quem você daria uma “photoshopada”?  Em você!! Ta afim? ahahaha

O que dá o cruzamento de girafa com escova de dente?  Um tobogã com cerdas…

O que você faria se a vaca tossisse?  Dava um xarope pra ela!

Uma teoRIA que não falha: A de Murfy

EurecaAgito e bolo frito!

EuécaO grêmio!!

É preciso salvar o Mico-Leão-Dourado, o Lobo-Guará e… A espécie humana principalmente os alunos da comunicação.

Quem lê Caras não vê coração porque… fica só com a casquinha…

Frase clichê de PubliciOtário: “publicidade é a alma do negocio” ou “uma imagem vale mais do que 1000 palavras”.

Mamãe sempre diz mas festa hoje de novo filha?

Sair à francesa quando passamos do brilho e queremos evitar fiascos.

Uma discussão acerca do papel da publicidade para fins sociais

Continuando as ‘apresentações’ das monografias dos colegas formandos, hoje é a vez da quase Publicitária Graziele Sperotto, que foi orientada pela professora Melissa Gressler e fará sua defesa na próxima semana, em data e horário ainda não definidos, mas que você pode acompanhar pelo blog da Usina nos próximos dias.

 

A discussão do papel social que a comunicação exerce se torna cada vez mais presente, pois, ao mesmo tempo em que a publicidade sofre a pressão de “causadora” do consumismo exacerbado, enxerga-se outro caminho possível: a de gestora da transformação social.

Se há tantas mudanças econômicas, sociais e ambientais, os consumidores também já não se comportam da mesma forma. Estão mais exigentes, dando valor à empresas que não agridem o meio ambiente, que promovem o bem-estar social, cultural e que não sejam “máquinas de render dinheiro a qualquer custo”.

Surge então, em decorrência de tantas mudanças, termos como “marketing social”, “responsabilidade social”, “sustentabilidade”, entre outros, que, às vezes praticados de forma ineficaz, acabam por distorcer o papel social que a comunicação da maneira correta almeja alcançar. 

Em minha monografia procuro mostrar que há necessidade de se mostrar que a comunicação publicitária, além de informar e persuadir, fazendo com que empresas gerem lucro e se destaquem entre tantas outras no mercado, pode educar e informar, na busca por uma sociedade mais justa e igualitária, adentrando nos órgãos públicos, privados e de terceiro setor.

Usei como exemplo de campanha publicitária para fins sociais o Projeto de minha autoria e da Larissa Schimitz “Cada Lixo no seu Saco”, onde apresento as peças realizadas no fim de 2007 e as relaciono com os conceitos abordados no trabalho monográfico.

Esta pode ser, quem sabe, uma dica pra quem está pensando em um tema para os trabalhos de conclusão de curso: fazer o projeto experimental e a monografia sobre o mesmo tema, ou temas que tenham relação – como no meu caso.

Fica fácil de relacionar a parte prática que fazemos no Projeto Experimental com a teórica da Monografia. Penso que a contribuição em relação a pesquisa acadêmica também é válida, já que o acadêmico precisa se esforçar de verdade para entender o tema escolhido.

Oportunidade para Relações Públicas

FIDENE -Fundação de Integração, Desenvolvimento e Educação do Noroeste do Estado

Edital nº 94/2008
A FIDENE/UNIJUÍ
ESTÁ SELECIONANDO
ESTAGIÁRIO(A)
Para atuar no Núcleo de Desenvolvimento de Recursos Humanos de Ijuí, (1 Vaga)

Exige-se para inscrição:

. Estar no mínimo, cursando Administração, Relações Públicas ou Curso Superior de Tecnologia em Marketing da Unijuí;
. Possuir domínio de aplicativos de informática (Office e Internet);
. Ter disponibilidade para atuar 36 horas semanais, de segunda a sexta-feira, nos turnos manhã e tarde.
. Bolsa para 36 horas semanais R$ 540,00
- ETAPAS SELEÇÃO: Prova escrita e entrevista banca avaliadora.
Inscrição On-Line:

De 28 de julho a 05 de agosto de 2008, através de preenchimento de formulário de inscrição no endereço eletrônico www.unijui.edu.br/editais no link Seleção de Pessoal, com anexo de Curriculum Vitae. Informações sobre o processo seletivo podem ser acompanhadas no endereço acima.
Processo Seletivo:
1ª Etapa (eliminatória e classificatória): Será realizada no dia 07 de agosto de 2008, às 10 horas prova eórica, na sala DS4 -Campus Ijuí.
Demais Etapas: será realizado dia 11 de agosto de 2008, às 16h no Núcleo de Desenvolvimento de Recursos Humanos somente com os cinco candidatos mais bem classificados na primeira etapa, desde que a nota seja igual ou superior a 5,00, entrevista com banca avaliadora.
Informações complementares no Núcleo de Desenvolvimento de Recursos Humanos, ou através do telefone 55 3332.0568 ou do endereço eletrônico www.unijui.edu.br/editais no link Seleção de Pessoal.
Ijuí, RS, 25 de agosto de 2008.

Coordenadoria de Recursos Humanos
Núcleo de Desenvolvimento de Recursos Humanos
Rua do Comércio, 3000 – Bairro Universitário – Ijuí – RS
(55) 3332.0568 / (55) 3332.0566

Oportunidade para Jornalistas

O Jornal Semanal de Três de Maio está solicitando um jornalista formado ou acadêmico de jornalismo para atuar no próprio. Interessados devem entrar em contato com Sandro pelo telefone (55) 3535.1033 ou encaminhar o currículo para jsemanal@abinet.com.br. Acompanhe sempre no blog da Usina as novas oportunidades de estágios e empregos para a área de Comunicação Social.

 

Júlia Rambo – Estagiária de Jornalismo

Aí vem…Tiarajú Goldschmidt

Após o sinal diga o seu nome e a cidade de onde está falando (bipÊ)… Tiarajú Luís Goldschmidt, de São Luiz Gonzaga. (uma vez ligaram prum colega meu e perguntaram de onde falava, e ele “São Luiz Gonzaga”. O cara: “Oigaleteporquera!”)

Potência do possante: 1.8, atualmente movido a Omeprazol. Mas o combustível já foi álcool, mate e café…

Raposa, Galo ou Golfinho? Que bichos comuns… Podia ser morcego, tigre, cachorro, qualquer coisa… Mas, tô na linha das raposas.

Além de ser o Pateta da Disney também atuo como: Repórter do Jornal A Notícia, de São Luiz; diagramador do Impacto Regional, de Humaitá; assessor de imprensa (pensei que nunca ia ser um “distribuidor de releases”, mas me botaram nessa função) da ACI de São Luiz; e, teoricamente, também assessor de imprensa da Associação do Grêmio daqui.

Você vem sempre aqui? Uma vez eu fui aí e ganhei um adesivo do “Tá ligado”. Mas no blog, só quando tem um Photo Chopp novo ou quando me falam que tem algo massa.

Pá lê? Revista piauí (sou fanático por ela que nem o Granez pela Veja), o blog do David Coimbra, os livros dele também, os do Moacyr Scliar, alguns do Veríssimo (o filho), outros romances, e, quando não tem mais nenhum pra ler (muito difícil, por hora), um Tex ou Ken Parker. No momento, leio o On the road, do Jack Kerouac.

Pá vê? Televisão nem pensar, excetuando-se o Pica-pau. Tô revendo os clássicos que tão me custando ralhadas do vizinho com quem divido a net, por ir trabalhar e deixar o pc ligado com um gerenciador de downloads e uns dez filmes na lista. E também o grande Cine Lux, que há um ano voltou à ativa e cada semana larga um lançamento na telona.

Pá escuitá? O Cafezinho e o Olho Vivo da Super Rádio São Luiz, que tem o patrocínio do Q’Útil Rede Super, no trevo da CESA, Vila Mário, e tem as ofertas: Arroz Carlan cinco quilos, quatro e noventa e oito. Farinha La Nona, dois e trinta e sete… E também o Wander Wildner, Graforréia Xilarmônica, Tequila Baby, Júpiter Maçã, Beatles, Titãs, Led (por influência de um monte de gente que disse que é massa, e descobri que é isso mesmo), ACDC (idem, mas por influência maior do Tuia, da Educação Física), Rush (por influência do Garcia… Não é o bicho, mas ruim não é também), Cascavelletes, TNT, mais uns rocks gaúchos, Raul e Ramones.

Pá fu…xicá? Copiando a Drica, o orkut e o msn. Interessante é desativar a visualização de perfis, que aí pode ver de todo mundo numa boa… hahaha

Quem você quer ser quando crescer? I don’t want to grow up! Eu já bato a cabeça na porta do quarto e do banheiro. Se crescer mais, não entro em casa. Mas, profissionalmente, ser tipo o David Coimbra tava loco de bom… hahaha

O que é pior que o Praga da Xuxa? Os gritos do Alvim (editor do jornal).

No copo de quem você cuspiria? Essa aí é tipo: “Pra quem tu tira o chapéu e pra quem não tira o chapéu?”. Não há ninguém em especial, de conhecidos. Quem sabe o Bush…

Além do Iraque, o que está bombando? Os duelos de Worms na casa do Pakko, sábados à tarde.

A abelha rainha da COMéia deveria ser: Bah, a gente podia fazer um concurso, no verão, pra eleger a abelha-rainha da COMéia. Tipo, fazer uma passarela por cima do lago do campus, e as mina desfilando só de biquíni. Garanto que a gurizada ia aprovar… hehehe

Quem você deixaria em uma ilha deserta? Melhor se perguntasse “quem eu levaria”.

Dá, desce ou fica na gangorra? Putz… Perguntem essa pro Azedinho.

Em quem você daria uma “photoshopada”? No Wander Wildner não, Drica! Ele tá bom assim. Mas, só se fosse eu mesmo. Falando em Photoshop, olhem os santinhos dos candidatos. Tem uma que saiu no jornal com uns 25 anos a menos.

O que dá o cruzamento de girafa com escova de dente? Acrescenta o Colgate e aí teremos uma girafa com os dentes brancos.

O que você faria se a vaca tossisse? Diria: “Saúde se não for peste”.

Uma teoRIA que não falha: É mais um ditado: Em terra de cego, quem tem um olho é o rei (e caolho).

Eureca: Os pockets da L&PM. Baratos e bem editados.

Euéca: A qualidade dos All Stars de um tempo pra cá.

É preciso salvar o Mico-Leão-Dourado, o Lobo-Guará e… o diploma dos jornalistas! Não que todo aquele com diploma escreva bem e seja ético e tenha todas as qualidades de um bom jornalista, nem que aquele que não tem o diploma não tenha tudo isso. Mas para responder por um jornal, ao menos, o cara devia ser jornalista formado. Ou então qualquer um que tenha brincado de médico quando criança (hehehe) pode operar as pessoas. Temos que ir em busca da qualificação, e não retroceder.

Quem lê Caras não vê coração porque… Caras é só pra ver “as figuras”. E, passando por consultórios médicos, descobri que também há uma tal de “Quem”, uma cópia fiel da Caras. Que desperdício de papel. Melhor se vendesse apenas os encartes bons que a Caras dá, tipo aqueles CDs ou reproduções de clássicos da arte.

Frase clichê de JornaLesma: “Que pauta enorme!” Mas lá no jornal, a que o editor mais fala é: “Tiarajú, SAI DO MSNNNNN!”.

Mamãe sempre diz… “Come verdura… Isso é bom pra não sei o quê…”, “Bota um casaco”, “Tu tá muito magro, vai quebrar no meio”, “Teu pai não presta…”

Sair à francesa quando… Termino a pauta e peço pro Alex tapar o meu computador depois que eu sair, pro chefe não notar que fui pra casa.

Experiência Profissional: Busca por conhecimento na prática

 

 

 

Paula Kroth, acadêmica de Jornalismo, irá se formar no 1º semestre de 2009 e logo que iniciou o curso já estava à procura de estágios que fossem lhe dar experiência profissional. Até hoje foram 5 estágios pelos quais Paula adquiriu conhecimento e tornou-se uma profissional apta a atuar na área jornalística.

 

Comecei um estágio voluntário, por um convite de uma amiga. Aceitei por achar necessário experimentar na prática o que estava aprendendo na teoria. Assim, comecei a participar do Comunicação Social Clube, no terceiro semestre da faculdade. Através dele, melhorei a minha fala, pois tinha um forte sotaque alemão. Depois, fiz uma prova para entrar no laboratório de fotografia (remunerado), mesmo como laboratorista continuei fazendo o Comunicação Social Clube. Após um ano e meio de estágio voluntário, fui chamada para fazer um teste em uma emissora de rádio de Ijuí, acabei sendo chamada e lá fiz um programa social por 4 meses (substituindo uma locutora que estava de licença maternidade), consegui conciliar os horários e continuei no laboratório de foto da Unijuí.  Uma semana depois de ter saído da rádio, fui chamada para trabalhar na Gerência-Executiva do INSS (na área da comunicação), novamente conciliando horários continuei no laboratório (esses dois estágios eram de 20 horas cada).

Após proposta para trabalhar 30 horas no INSS, acabei saindo do laboratório de fotografia. Nesse mês fui chamada para trabalhar em outra emissora de rádio de Ijuí, assim saí do INSS.
Em todos os estágios aprendi alguma coisa, principalmente com os erros. Os estágios, no meu ver, são muito importantes para o profissional. Pois, na universidade as teorias são os nossos alicerces, mas precisamos da prática para nos constituir como profissionais. É um acabamento. Apesar de que nunca estaremos totalmente prontos e aí está a chave para o bom profissional, sempre procurar se atualizar.

Os componentes curriculares me deram sustentação nos estágios, muitas questões foram facilmente resolvidas com base nas aulas. E também, pude levar dúvidas do dia-a-dia para a sala de aula, isso facilitou o processo de aprendizagem. O estágio abre portas profissionais e toda a pessoa que deseja ser um bom profissional deve começar cedo a procurar estágios. Os “nãos” não devem ser obstáculos insuperáveis, mas sim dar coragem para seguir em frente.

Drica Morais encarando o Photo Chopp…

Após o sinal diga o seu nome e a cidade de onde está falando (bipÊ)… Andrise Morais – Drica, por favor -, São Luiz Gonzaga!

Potência do possante: 2.0

Raposa, Galo ou Golfinho? Raposa.

Além de ser o Pateta da Disney também atuo como: Assessora de imprensa da Câmara de Vereadores de São Luiz e jornalista da Revista Z Noroeste, do Zero Hora.

Você vem sempre aqui? Sempre que um amigo meu é vítima de vocês.

Pá lê? Bah! Sou fã de escritores como Stephen King, David Coimbra, Mario Prata, Carlos Drummond de Andrade e amo livros de História (histórias medievais são perfeitas). Gêneros em geral? Romance, suspense… Depende do momento, do interesse. No momento, estou tentando concluir a leitura de “O oitavo dia”, de John Case. Pretendo – isso se a internet permitir – concluir a leitura de outros dois livros até o final das férias: “O livro de ouro da Mitologia”, de Thomas Bulfinch; e “Beowulf”, de Franchini e Seganfredo.

Pá vê? Filmes (épicos, medievais, de suspense); seriados americanos (sim, odeio novela e amo seriados, hauahau); telejornais e documentários (Michael Moore é O cara, só para lembrar, hehehe!).

Pá escuitá? Rock N’ Roll, basicamente. Hard Rock, Metal (thrash, gótico, melódico, sinfônico, heavy, doom), enfim… Exemplos de bandas? Nightwish, Avantasia, Scorpions, Haggard, Allen & Lande, Metallica, Within Temptation, HIM, Apocalyptica, Iron Maiden, Iced Earth, Kamelot, Evergrey, Led Zeppelin… Ufa! Nacionais? Nando Reeeeeis! Engenheiros do Hawaii, Tequila Baby… E por aí vai! Ahh! Música erudita é muito bem-vinda, também. \o/ 

Pá fu…xicá? Santo Orkut e MSN. Não sei o que seria da minha vida sem eles.

Quem você quer ser quando crescer? Uma excelente jornalista. Bom, tentarei. Ah, preservando a humildade, a paixão pelo “novo” e a personalidade.

O que é pior que o Praga da Xuxa? Falsidade, preconceito, injustiça, desigualdade social, falta de personalidade, pessoas sem palavra (se prometer, cumpra!), políticos corruptos…

No copo de quem você cuspiria? Isso não resolve nada. Uma vingança, bem planejada, sim. (heheheh)

Além do Iraque, o que está bombando? Aqui? Bom: “Ex-vereador levou um tiro”; “O partido me traiu”; “Não acredito! Fui impugnado!”; “Ele não poderá concorrer, foi cassado!” e, com mais freqüência: “Eu vou me vingar!”. Aff! Que medo de sair na rua!

A abelha rainha da COMéia deveria ser: Tenho várias amigas que ficariam tri bem com o título.

Quem você deixaria em uma ilha deserta? Um lugar tão tranqüilo, bonito, calmo e vazio poderia ser aproveitando para outros fins, né? Huahuahauhaua.

Dá, desce ou fica na gangorra? Dou! Uhuhuhuhu!

Em quem você daria uma “photoshopada”? Na minha pessoa e, o Tiarajú que me desculpe, no Wander Wildner, hauhaua.

O que dá o cruzamento de girafa com escova de dente? Um belo porco-espinho pescoçudo.

O que você faria se a vaca tossisse? Cadê a câmera? Isso vai para a primeira página do jornal!

Uma teoRIA que não falha: “Nada é perfeito quando encontrado”. Marcus Cícero

Eureca: Viagens, festas com os amigos, festivais e shows de rock.

Euéca: Meus amigos longe de mim e eu sem internet! =[

É preciso salvar o Mico-Leão-Dourado, o Lobo-Guará e… O mundo da futilidade, da apatia, do egoísmo, das mentiras, do preconceito, da degradação do meio ambiente.

Quem lê Caras não vê coração porque… É um idiota que só pensa em beleza, grana e status.

Frase clichê de JornaLesma: Nosso veículo de comunicação é imparcial. (Aham, sei, sei!)

Mamãe sempre diz… “É mentira!” ou “Eu sei que tu não presta”. (Não morro sem descobrir porque ela fala isso! O.o)

Sair à francesa quando… O melhor da noite aguarda lá fora, longe de todos! ;)

É A Cara Do Papai….

Esta semana quem vem nos contar um pouco sobre o desenvolvimento da sua monografia é o acadêmico e formando de Publicidade e Propaganda Otávio Vicari de Siqueira. Nos referimos à expressão “a cara do papai” porque muitos consideram a monografia como a criação de um filho. Portanto, confira os traços do bebê do Otávio!!!

 O som, o sentido e o mercado: o poder da imagem na indústria fonográfica

 

 

Otávio Vicari de Siqueira

 

 

Minha monografia trata de como são usados os meios visuais para reforçar a percepção dos produtos musicais e colocá-los no mercado. A publicidade e o design exploram a visualidade para associar à música aos valores que buscam a identificação com o público-alvo. Quando trazida ao âmbito da comunicação, esta associação é usada na determinação do mainstream musical, que é aquela meia dúzia de bandas e nomes que dominam o mercado.  A pesquisa mostra a dinâmica deste processo.

 

 

 

Há diversas teorias sobre como relacionar o som à imagem de modo que um possa ser estimulado na ausência de outro. Estas hipóteses baseiam-se na percepção sinestésica, em que um sentido estimulado provoca reações em outro: ouvir determinado som remete a certa imagem, e vice-versa. É sob esta perspectiva que os trabalhos de comunicação determinam quais serão as imagens associadas ao som no memento da recepção para reforçar os conceitos que determinarão o posicionamento, a imagem e o sucesso do grupo que está sendo promovido.

Para dar uma dimensão prática, a aplicação dos conceitos é vista no estudo de caso do grupo Garotos de Ouro, do qual participei da “mudança de posicionamento” do tradicional para a tchê music, que baseou-se no forte trabalho visual. A publicidade do grupo relativizou o impacto de uma mudança que contrariou os conceitos tradicionais de música regional, em uma mediação que relaciona música, publicidade, cultura e mercado. 

 

Sexta é dia de Photo!!!

Após o sinal diga o seu nome e a cidade de onde está falando (bipÊ)… Aline Diedrich. São Luiz Gonzaga – RS tchê

Potência do possante: Quase 1.9, mas conservando a criança interior.

Raposa, Galo ou Golfinho? Golfinho rotator, diga-se de passagem

Além de ser o Pateta da Disney também atuo como: (Miney, Cinderela e a pequena sereia). Redatora, produtora e um pouco de tudo numa rádio, escritora “de vez em quando” e diretora e roteirista do cinema amador são-luizense.

Você vem sempre aqui? Quando me mandam o link.

Pá lê? Jornal, revista, alguns sites de notícias, livros da comunicação e muitos outros livros interessantes, independente de autor. Ah, e os caderninhos azuis da Unijuí.

Pá vê? Filmes, muitos filmes independe de gênero!  Cinema é cultura!

Pá escuitá? Capital Inicial, Nenhum de Nós, Jota Quest, Barão Vermelho, Titãs, Legião Urbana e mais uma legião de bandas.

Pá fu…xicá? Orkut! Onde mais ficamos sabendo a vida de todo mundo?

Quem você quer ser quando crescer? (Será que eu ainda cresço ou tenho que continuar apelando pro salto?) Quando for mais velha quero ser uma pessoa de bem com a vida, fazendo sempre o que gosto. Ah, talvez a versão feminina do Jorge Furtado.

O que é pior que o Praga da Xuxa? Cinco patinhos e a lua de cristal. Pior que isso somente a fome, violência, corrupção, a falta de valores essências (caráter etc.) e todas aquelas coisas que somos obrigados a conviver.

 No copo de quem você cuspiria? Pode ser na garrafa?

Além do Iraque, o que está bombando? Modelo que namora jogador de futebol, cantor de funk e suas ”dançarinas” e um monte de gurizinho bonitinho.

Dá, desce ou fica na gangorra? Aí depende.

A abelha rainha da COMéia deveria ser: Candidata a prefeita e acabar com essa ditadura de rainha.

Para HORA DO RECREIO, o que você mandaria na lancheira das meninas: Comida chinesa.

Em quem você daria uma “photoshopada”? As pessoas que eu daria uma photoshopada já levaram nas capas de revistas.

Para programação não deixar você programado, você censura: Zorra Total, Casseta e Planeta e aqueles programas manipuladores.

E não perde nem com surra: Falar bobagem com os amigos da comunicação, uma boate com a galera e dinheiro que cai do céu.

O que você faria se a vaca tossisse? Saía correndo.

Uma teoRIA que não falha: No final, tudo é um humor” (Charles Chaplin)

Eureca:  Filmar, msn, amigos, festas, colegas, chocolate e pizza. 

Euéca: Mau humor e tudo que acaba em pizza.

É preciso salvar o Mico-Leão-Dourado, o Lobo-Guará e… (Os cinco patinhos da Xuxa de novo) todo planeta terra. E vamos começar com aquela conversa sobre conscientização ecológica?

Quem lê Caras não vê coração porque… Só vê caras e bocas…e todas aquelas photoshopadas.

Frase clichê de Enrolações Públicas: RP não é promoter ou Promoter não é RP.

Mamãe sempre diz… Como diz o ditado…

Sair à francesa quando… ninguém pode ver o que quero fazer…

A gratificação em ser Jornalista

Desde o início desse ano a acadêmica de Jornalismo Neila Daronco está atuando como repórter, em Catuípe. Acompanhe a seguir os comentários de Neila sobre sua vida no jornal, a profissão de jornalista e as gratificações ao se tornar uma “ouvinte da população”.

 

Atualmente sou repórter do Jornal A Notícia, de Catuípe, onde moro. O Jornal abriu em janeiro desse ano, então são 6 meses de trabalho apenas, mas que vou lembrar pelo resto da minha vida!!

Tudo o que a gente discutia em aula parece que resolveu acontecer nesses seis meses. Nossa equipe é pequena: A Frã Picinin, editora (que trabalha 44h na Rádio), EU – repórter (44h no Jornal) e a Luciana Possani (20h) como diagramadora.

O Jornal circula semanalmente nas terças-feiras. Faço a maioria das matérias, que vão de saúde até esporte, dando uma passada no Rural e na Polícia e de vez em quando rola até alguns eventos sociais. Claro, as fotos também faço.

O que mais me gratificou foi que quando começamos, “separamos” uma página para o estilo reportagem, que a gente aprende em Redação III. Aí fizemos um resgate sobre o município, mas sem muita frescura de História (claro que é importante, mas não nos detemos na História dos livros apenas) e fomos falar diretamente com as pessoas comuns, que fazem parte da cidade. Retratamos durante dois meses os nove bairros do município.

Então, como a cidade é pequena, cerca de 9 mil pessoas, foi uma tarefa tranqüila, mas exaustante, porque quase não tinha carro e eu andava a pé pela cidade toda. Mas com isso, conheci muuuuuita gente. E nessas conversas a gente sente o quanto as pessoas gostam/precisam de alguém que lhes dê atenção. Para que falem dos seus problemas (que são muitos, muitos) e contem um pouco da sua vida. Depois das reportagens estarem no jornal, as pessoas vinham falar comigo, elogiavam, outras nem tanto, mas é isso esse equilíbrio desequilibrado de opiniões que mexe com a gente que gosta de se comunicar.

Antes de trabalhar no jornal, eu não tinha experiência de impresso, apenas em rádio. A partir do jornal, comecei a entender um pouco mais do campo de trabalho e da própria comunicação aqui na região. É só você sair pra rua, botar a cara no mundo pra saber de verdade o que pensam. O que posso observar é que os meios de comunicação daqui já têm a idéia da importância de ter profissionais nos veículos, indiferentemente do tipo e área – as próprias assessorias melhoraram muito! -, contudo, a sociedade ainda não percebeu o nosso valor. Mas acredito que estamos transformando esse pensar. Aos poucos, com nosso próprio trabalho sendo visto e surtindo efeito positivo a elas, conseguem entender o porquê a equipe que têm profissionais consegue manter um trabalho de qualidade e outras não. Só com o nosso trabalho sendo um exemplo correto de comunicação vamos transformar as idéias que nos cercam. Mesmo que para isso seja preciso perder um cliente, perder um pouco de dinheiro. A credibilidade não surge de um dia para o outro, é dia após dia que lutamos por ela.

Me sinto muito satisfeita e feliz por poder atuar na área e fazer o que sei, o que aprendi na Universidade. Esse aprendizado é o diferencial hoje, pois como tudo é um “negócio”, você precisa vender e para vender é preciso argumentar que o seu produto tem qualidade. Isso só é possível através do conhecimento e não apenas da experiência. E isso é o mais difícil: provar pela teoria e não só pela prática.

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